Arquivos aprendizado - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/aprendizado/ Oftalmologista infantil especialista em Estrabismo e Neuro Oftalmologia e, Dra. Marcela Barreira - CRM:159.117 - é formada pela Universidade do Paraná com Fellowship na USP e UNIFESP Wed, 24 Jun 2026 15:09:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://homolog.marcelabarreira.com.br/wp-content/uploads/2020/02/icone-100x100.png Arquivos aprendizado - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/aprendizado/ 32 32 Dor de cabeça na infância pode estar relacionada à problemas na visão? https://homolog.marcelabarreira.com.br/dor-de-cabeca-na-infancia-relacionada-a-problemas-na-visao/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/dor-de-cabeca-na-infancia-relacionada-a-problemas-na-visao/#respond Thu, 15 Feb 2024 20:28:04 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2627 Sim, a dor de cabeça na infância pode estar relacionada à problemas na visão. Estima-se que até 30% das queixas de cefaleia em crianças têm origem em erros refrativos não corrigidos, segundo um estudo publicado no Ophthalmic Epidemiology. Os pesquisadores também descobriram que a dor de cabeça estava presente em outras condições como o estrabismo. […]

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Sim, a dor de cabeça na infância pode estar relacionada à problemas na visão. Estima-se que até 30% das queixas de cefaleia em crianças têm origem em erros refrativos não corrigidos, segundo um estudo publicado no Ophthalmic Epidemiology. Os pesquisadores também descobriram que a dor de cabeça estava presente em outras condições como o estrabismo.

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, este tipo de cefaleia ocorre por esforço visual contínuo. “Quando a criança tem miopia, astigmatismo e hipermetropia não corrigidos, acaba fazendo um esforço maior para conseguir focar ou compensar a visão embaçada. Este esforço leva os músculos dos olhos a trabalharem excessivamente. O estiramento contínuo dos músculos, por sua vez, pode levar à tensão muscular que se manifesta como dor de cabeça”.

Em geral, a cefaleia por esforço visual costuma aparecer no final do dia ou depois de atividades como uso de celulares, computadores, leitura e tarefas escolares.

Dor de cabeça relacionada a problemas na visão é diferente de outros tipos de cefaleia

Uma das principais características da dor de cabeça visual é sua localização. “Normalmente, a dor se concentra na testa ou nas têmporas. Outro sinal é a sensibilidade à luz, ou seja, a criança pode se sentir mais incomodada em ambientes com mais luminosidade”, comenta Dra. Marcela.

Outras manifestações que podem ocorrer junto com a cefaleia por esforço visual são:

  • Náuseas
  • Vômitos
  • Olho franzido para conseguir enxergar
  • Desvio ocular
  • Dor no olho
  • Quedas e tropeços frequentes
  • Mau desempenho escolar
  • Lacrimejamento

Dor de cabeça na infância deve ser investigada

A cefaleia não é uma condição muito comum na infância. Geralmente, pode ocorrer em dias mais cansativos, em que a criança brincou ou estudou muito, por exemplo. Mas isto não quer dizer que a dor de cabeça está associada a problemas na visão. “Por outro lado, quando esta queixa é muito frequente e sempre aparece depois de atividades que exigem esforço visual, é importante sim procurar um oftalmologista infantil”, alerta Dra. Marcela.

O uso de óculos para corrigir os erros refrativos costuma ser efetivo na remissão da dor de cabeça por esforço visual. Por outro lado, se a criança ainda apresentar quadros de cefaleia, a recomendação é que os pais procurem um neurologista para descartar outras causas.

Cuide da visão na infância

Os erros refrativos não corrigidos são as principais causas de baixa visão na infância. Por isto, levar a criança regularmente ao oftalmologista infantil é essencial. Mesmo em bebês é possível detectar miopia, astigmatismo e hipermetropia nos exames de rotina.

“Nas fases escolar e pré-escolar as consultas oftalmológicas também são cruciais para garantir o aprendizado, bem como o desenvolvimento de forma global”, finaliza Dra. Marcela.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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A visão pode afetar a aprendizagem? Quais os sinais? Como tratar? https://homolog.marcelabarreira.com.br/aprendizagem/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/aprendizagem/#respond Wed, 26 Jan 2022 14:58:15 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2195 A aprendizagem está diretamente ligada a uma boa visão. Portanto, problemas de visão afetam o desempenho escolar Volta às aulas é momento ideal para levar a criança ao oftalmopediatra Finalmente, depois de quase dois anos, as crianças poderão frequentar as aulas presenciais. Contudo, para um ano escolar produtivo e um processo de aprendizagem adequado, é […]

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A aprendizagem está diretamente ligada a uma boa visão. Portanto, problemas de visão afetam o desempenho escolar

Volta às aulas é momento ideal para levar a criança ao oftalmopediatra

Finalmente, depois de quase dois anos, as crianças poderão frequentar as aulas presenciais. Contudo, para um ano escolar produtivo e um processo de aprendizagem adequado, é preciso levar em consideração a saúde visual da criança. Isso mesmo, a visão tem um papel fundamental no aprendizado!

Segundo a oftalmopediatra Dra. Marcela Barreira, a visão é um processo que envolve as informações sensoriais e motoras geradas pelo cérebro e pelo corpo. “O sistema visual participa, de forma significativa, na maneira como processamos as informações. Portanto, a visão é fator essencial no aprendizado”.

“Uma boa visão vai muito além de ver objetos de forma nítida. Há processos que envolvem a coordenação dos músculos oculares para que os eixos visuais apontem para a mesma direção; existe a visão de profundidade, a visão periférica, a visão de perto, a visão de longe, a visão noturna, a forma como vemos as cores, o funcionamento das pálpebras etc.”, explica Dra. Marcela.

Para avaliar todos os aspectos da visão da criança, os pais devem procurar um oftalmologista, preferencialmente no primeiro ano de vida. Após essa primeira consulta, o ideal é repetir o exame na idade pré-escolar e escolar.

Falta de percepção

O atraso no diagnóstico de problemas visuais tem relação com a falta de percepção da criança sobre sua própria visão, principalmente abaixo dos 3 anos. “Uma criança muito nova não irá notar que não enxerga muito bem ou que sua visão está embaçada. O mundo dos pequenos é de perto e eles não têm referência do que é uma boa visão”, explica Dra. Marcela.

Isso explica por que a maioria dos diagnósticos de erros refrativos, como a miopia e a hipermetropia, por exemplo, ocorre na idade pré-escolar ou escolar. De acordo com a International Agency for Prevention of Blindness (IAPB) a baixa acuidade visual afeta por volta de 5,5% das crianças em idade escolar. Em 80% dos casos, basta o uso de óculos para corrigir o problema.

Visão na sala de aula

Quando a criança vai para escola, tudo muda! Todas as habilidades visuais serão exigidas e, com isso, podem surgir as manifestações dos problemas oculares.

“Na sala de aula, a criança vai precisar copiar as tarefas da lousa, usar o caderno, enxergar de perto e de longe, realizar as aulas de educação física sincronizando os movimentos físicos com os oculares etc.”, cita Dra. Marcela.

“Quando a criança tem alguma condição ocular não diagnosticada e não tratada, pode apresentar algumas queixas, principalmente após as aulas. Entre os sintomas mais comuns estão dor de cabeça, tontura, enjoo, ardência, vermelhidão e coceira nos olhos”, aponta a médica.

Os pais também devem ficar atentos quando a criança franze a testa, apresenta sensibilidade à luz, quando pisca com muita frequência e quando tampa um dos olhos com a mão.

Outra recomendação para os pais é avaliar se os problemas de aprendizagem não estão ligados a algum problema ocular. “Em alguns casos, a criança pode não apresentar sinais ou sintomas tão evidentes. Mas, sempre que a criança estiver com dificuldades na escola, é bom se certificar se há algum problema visual”, finaliza Dra. Marcela.

A Dra. Marcela Barreira é oftalmopediatra, especialista em estrabismo. A médica atende em sua clínica nos Jardins, na cidade de São Paulo.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768.

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