Arquivos baixa visão - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/baixa-visao/ Oftalmologista infantil especialista em Estrabismo e Neuro Oftalmologia e, Dra. Marcela Barreira - CRM:159.117 - é formada pela Universidade do Paraná com Fellowship na USP e UNIFESP Wed, 24 Jun 2026 18:28:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://homolog.marcelabarreira.com.br/wp-content/uploads/2020/02/icone-100x100.png Arquivos baixa visão - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/baixa-visao/ 32 32 Dificuldades escolares podem estar associadas à visão https://homolog.marcelabarreira.com.br/dificuldades-escolares-visao/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/dificuldades-escolares-visao/#respond Thu, 29 Jun 2023 14:09:39 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2489 Notas baixas e rendimento abaixo do esperado podem estar ligados a erros refrativos e outros problemas de visão na infância As férias de julho estão próximas e neste finalzinho de semestre é hora de avaliar como a criança se saiu na escola. Quando o rendimento ficou abaixo do esperado, é importante que os pais procurem […]

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Notas baixas e rendimento abaixo do esperado podem estar ligados a erros refrativos e outros problemas de visão na infância

As férias de julho estão próximas e neste finalzinho de semestre é hora de avaliar como a criança se saiu na escola. Quando o rendimento ficou abaixo do esperado, é importante que os pais procurem entender quais as causas e o que pode estar associado às dificuldades escolares.

Em muitos casos, as notas baixas e problemas na aprendizagem podem estar ligados a problemas na visão não diagnosticados, com miopia, hipermetropia e astigmatismo. Estima-se que a maioria dos diagnósticos de erros refrativos ocorre na idade escolar, ou seja, a partir dos 6 anos de idade.

Sinais podem não ser evidentes

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, um obstáculo importante que pode atrasar o diagnóstico dos erros refrativos é o fato de que os sinais de problemas na visão não são tão evidentes na infância.

“Além disto, não existe um parâmetro de comparação, já que a criança não tem noção do que é enxergar bem ou mal. De qualquer forma, notas baixas e dificuldades para aprender são aspectos que podem ocorrer quando a criança não enxerga bem”.

Dificuldades escolares e visão: qual a relação?

Uma das razões para os frequentes diagnósticos de erros refrativos depois que a criança vai para a escola é que o ambiente educacional exige diversas habilidades visuais como copiar tarefas da lousa, ler, escrever, enxergar de perto e de longe, realizar atividades físicas, recortar etc. A visão é um processo que integra as informações sensoriais e motoras criadas pelo cérebro e pelo corpo.

“Enxergar bem depende, por exemplo, da coordenação dos músculos oculares para que os olhos apontem na mesma direção. Para enxergar em profundidade, é preciso ter um bom desenvolvimento da visão binocular. As pálpebras precisam estar alinhadas e os erros refrativos, quando presentes, precisam ser corrigidos”, conta Dra. Marcela.

Em conclusão, quando a criança tem problemas de visão é provável que tenha seu rendimento escolar comprometido, entre outras consequências.

Sinais de alerta – Dificuldades escolares e visão

Veja agora uma lista de sinais e manifestações que podem indicar que é hora de levar a criança para uma consulta oftalmológica:

  • Desvio do eixo ocular
  • O ato da criança tampar um dos olhos para enxergar
  • Dor de cabeça frequente, principalmente no final do dia
  • Coceira frequente nos olhos
  • Piscar muito
  • Queda da pálpebra
  • Apertar os olhos para enxergar de longe
  • Sensibilidade à luz
  • Quedas e tropeços frequentes
  • Dificuldades para brincar com brinquedos de encaixe
  • Dificuldades para ler, escrever, desenhar, recortar

Procure o oftalmopediatra

Infelizmente, no Brasil não é um costume levar o bebê em seu primeiro ano de vida para uma consulta oftalmológica. Mas deveria ser! Há diversas condições visuais que podem ser diagnosticadas e tratadas em bebês e em crianças menores. Isto pode contribuir muito para o processo de aprendizagem escolar.

“Todavia, quando a consulta oftalmológica não aconteceu nestes primeiros anos de vida, é fundamental que os pais procurem o oftalmopediatra antes de a criança ir para a escola ou na fase escolar. O simples fato de corrigir um erro refrativo pode ser a chave para uma vida acadêmica proveitosa”, finaliza Dra. Marcela.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Principais problemas de visão na prematuridade https://homolog.marcelabarreira.com.br/visao-prematuridade/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/visao-prematuridade/#respond Thu, 17 Nov 2022 15:42:23 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2371 Os principais problemas de visão na prematuridade são a retinopatia da prematuridade e estrabismo. O mês de novembro é dedicado à prematuridade por meio do movimento Novembro Roxo. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 12% dos bebês nascem prematuros, ou seja, antes de completar 37 semanas de gestação. Mas felizmente a […]

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Os principais problemas de visão na prematuridade são a retinopatia da prematuridade e estrabismo.

O mês de novembro é dedicado à prematuridade por meio do movimento Novembro Roxo. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 12% dos bebês nascem prematuros, ou seja, antes de completar 37 semanas de gestação. Mas felizmente a maioria sobrevive à prematuridade.

A prematuridade aumenta o risco de problemas oculares que podem causar perda visual. Isso porque o desenvolvimento da visão ocorre nas últimas 12 semanas de gestação e se completa por volta dos 7 anos de idade.

“Por isso, os bebês prematuros, especialmente àqueles chamados de prematuros extremos, que nascem antes de completar 28 semanas de gestação, têm um risco aumentado para problemas como a retinopatia da prematuridade (ROP), estrabismo e erros refrativos”, explica Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo. 

ROP e cegueira infantil – Visão na Prematuridade

A retinopatia da prematuridade é uma das principais causas de cegueira infantil. A retina, popularmente conhecida como fundo do olho, é uma estrutura essencial para a visão. Os vasos sanguíneos da retina começam a se desenvolver entre a 18ª a 20ª semanas de gestação e continuam a crescer ao longo da gestação.

“Entretanto, quando o bebê nasce antes do tempo, ocorre uma interrupção no crescimento dos vasos na retina.  Quando esse processo se reinicia, os vasos se desenvolvem de forma anormal com risco de rompimento e sangramento”, explica Dra. Marcela.

Nem todos os prematuros desenvolvem a ROP. Os principais fatores de risco da ROP são baixo peso, prematuridade extrema, falta ou excesso de oxigênio, infecções e exsanguineotransfusão, procedimento em que o sangue do bebê é removido e trocado por outro.

Tratamento precoce é fundamental

A retinopatia da prematuridade tem tratamento. O mais importante é que o diagnóstico seja precoce para prevenir a perda visual e outras complicações, como o descolamento de retina.

Hoje, há diversos tratamentos para ROP como a fotocoagulação a laser e injeções com substâncias que inibem o crescimento de novos vasos sanguíneos e a crioterapia.

Estrabismo em prematuros é muito comum

O estrabismo é outra condição muito prevalente nos prematuros, também relacionado à imaturidade orgânica que pode causar alterações nos músculos que controlam os movimentos oculares.

“O estrabismo, em alguns casos, pode estar relacionado a retinopatia da prematuridade, assim como aos erros refrativos e, em alguns casos, ao comprometimento neurológico. Estima-se que de 22 a 47% das crianças que tiveram ROP terão estrabismo e cerca de metade irá apresentar algum grau de ambliopia (olho preguiçoso)”, diz Dra. Marcela.

Como prevenir problemas de visão na prematuridade

Todo bebê que nasce pré-termo precisa ser acompanhado por um equipe multidisciplinar, o que inclui o oftalmopediatra. Na maternidade, o ideal é que o bebê seja avaliado por um oftalmopediatra para o diagnóstico precoce de condições visuais, como a retinopatia da prematuridade, por exemplo.

A recomendação é que a avaliação oftalmológica ocorra entre a 31ª e 33ª semana de idade gestacional ou entre a 4ª e 6ª semana de vida.

O bebê prematuro precisará de consultas com o oftalmopediatra de forma rotineira, até que a visão esteja completa, por volta dos sete ou oito anos, mesmo que não apresente nenhum problema na maternidade.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo.

 A médica atende em seu consultório em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Lesões oculares são importante causa de baixa visão e cegueira na infância https://homolog.marcelabarreira.com.br/lesoes-oculares-infancia/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/lesoes-oculares-infancia/#respond Thu, 22 Sep 2022 19:02:17 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2337 Estima-se que cerca de 50 mil pessoas perdem a visão todos os anos devidos a traumas oculares, sendo que 30% delas têm menos de 18 anos de idade A maioria das lesões oculares na infância ocorre durante atividades recreativas e esportivas. Entre as lesões mais comuns estão arranhões na córnea, lesões contusas no globo ocular […]

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Estima-se que cerca de 50 mil pessoas perdem a visão todos os anos devidos a traumas oculares, sendo que 30% delas têm menos de 18 anos de idade

A maioria das lesões oculares na infância ocorre durante atividades recreativas e esportivas. Entre as lesões mais comuns estão arranhões na córnea, lesões contusas no globo ocular (socos, boladas, pontapés), lesões químicas e lesões perfuro cortantes (acidentes com tesouras, lápis e outros objetos pontiagudos).

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, qualquer lesão nos olhos das crianças e bebês precisa ser avaliada por um oftalmologista. “Nem sempre um médico generalista consegue examinar com mais precisão todas as estruturas oculares. Por isso, o ideal é que os pais procurem serviços de urgência especializados em oftalmologia”, ressalta.

Boladas e socos nos olhos ameaçam a visão

As lesões de alta velocidade são muito perigosas para a visão. Esses traumas são aqueles que ocorrem, geralmente, durante um jogo com bola. Quanto menor a bola, maior o risco. Nesse grupo também entram socos e pontapés.

“As lesões que atingem o olho em alta velocidade podem causar danos estruturais importantes no globo ocular. Uma das consequências é o aumento da pressão intraocular e consequente desenvolvimento de um glaucoma por trauma. Também pode ocorrer descolamento de retina, hemorragia vítrea e até fratura do osso orbitário”, comenta Dra. Marcela.

Fora de alcance

Os acidentes oculares que envolvem produtos químicos também são comuns. Mas no geral são menos graves do que lesões contusas.

“De qualquer maneira, os pais e responsáveis precisam sempre manter produtos químicos longe do alcance das crianças. Nessa lista entram detergentes, produtos de limpeza, perfumes, cremes, desodorantes e até mesmo o álcool em gel”, reforça Dra. Marcela.

Longe das pontas

As lesões perfurocortantes também são comuns. “As crianças são curiosas por natureza, principalmente quando começam a andar e a explorar os ambientes. Portanto, nessa fase e ao longo da infância é preciso tomar muito cuidado com objetos pontiagudos, brinquedos, lápis, tesouras etc. Portanto, a regra é sempre supervisionar a criança e manter objetos com pontas bem guardados e fora do alcance dos pequenos.

Plantas e animais

As plantas também podem ser perigosas para as crianças. “Existem algumas plantas que têm pontas. Outras soltam substâncias que podem causar lesões químicas. Devemos ainda lembrar dos animais que podem causar arranhaduras na córnea, como cães, gatos e pássaros”, adiciona Dra. Marcela

Trauma ocular é emergência médica

As lesões oculares devem ser tratadas como uma emergência médica. “A recomendação é procurar um oftalmologista ou serviço de pronto atendimento oftalmológico sempre que houver lesões nos olhos. Os pais não devem aplicar nenhum tipo de medicamento, colírio, pomada ou fazer curativos. Quando a lesão for química, a recomendação é lavar os olhos com água durante uns 15 minutos e ir para serviço médico”, alerta Dra. Marcela.

O atendimento precoce em lesões mais graves é muito importante para prevenir perda visual ou consequências.

 

Veja agora algumas dicas para prevenir acidentes oculares na infância

  • Oriente a criança a não colocar o rosto muito perto dos animais na hora de brincar

  • Não permita que a criança tenha brinquedos como estilingues, armas que soltam jato de água, espadas etc.

  • Mantenha produtos químicos fora do alcance das crianças, bem como medicamentos em forma de pomadas ou colírios

  • Opte por plantas sem espinhos, pontas e que não sejam tóxicas

  • Preste atenção nos móveis com quinas, objetos de decoração pontiagudos etc.

  • O uso de óculos de proteção em jogos com bola é uma forma de reduzir o risco de acidentes oculares

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo.

 A médica atende em seu consultório em São Paulo, na região dos Jardins, bem como realiza alguns atendimentos nas cidades do Rio de Janeiro e Sorocaba.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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