Arquivos conjuntivite primaveril - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/conjuntivite-primaveril/ Oftalmologista infantil especialista em Estrabismo e Neuro Oftalmologia e, Dra. Marcela Barreira - CRM:159.117 - é formada pela Universidade do Paraná com Fellowship na USP e UNIFESP Wed, 24 Jun 2026 14:33:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://homolog.marcelabarreira.com.br/wp-content/uploads/2020/02/icone-100x100.png Arquivos conjuntivite primaveril - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/conjuntivite-primaveril/ 32 32 Alergia ocular na primavera é comum – Sinais e Sintomas https://homolog.marcelabarreira.com.br/alergia-ocular-na-primavera-e-comum-sinais-e-sintomas/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/alergia-ocular-na-primavera-e-comum-sinais-e-sintomas/#respond Thu, 16 Oct 2025 17:58:12 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=3907 A alergia ocular na primavera é comum e costuma ter origem na reação alérgica ao pólen. O nome da condição é ceratoconjuntivite primaveril. Em geral, é mais prevalente em crianças, mas pode atingir adultos. Para falar mais sobre a alergia ocular na primavera, hoje vamos entrevistar a oftalmologista infantil, Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo […]

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A alergia ocular na primavera é comum e costuma ter origem na reação alérgica ao pólen. O nome da condição é ceratoconjuntivite primaveril. Em geral, é mais prevalente em crianças, mas pode atingir adultos.

Para falar mais sobre a alergia ocular na primavera, hoje vamos entrevistar a oftalmologista infantil, Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo e Chefe do Serviço de Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS).

Primavera leva à concentração de pólen no ar

A estação mais colorida do ano chegou: a primavera. Contudo, para além das flores que colorem e dão vida às paisagens, o ar fica com uma concentração maior do pólen. Esse elemento é fundamental para a natureza e é constituído de minúsculos grãos, encontrados nas anteras das flores. A função primária do pólen é a fecundação das flores. Mas, ele também é fundamental para as abelhas, que o coletam e levam para as colmeias. Lá, o pólen vira alimento para as abelhas, sendo essencial para o desenvolvimento as crias e produção da famosa geleia real.

“Contudo, para além das funções cruciais do pólen para a natureza, há o lado prejudicial para o ser humano. Isso porque o pólen é um poderoso agente alérgeno. Em outras palavras, o pólen está associado a reações alérgicas importantes, como a alergia ocular na primavera. Portanto, como há uma maior concentração do pólen durante a primavera, temos mais casos dessa doença”, comenta Dra. Marcela.

Alergia ocular na primavera – Como ela se desenvolve

Primeiramente, é importante esclarecer que a conjuntivite primaveril é um dos tipos de conjuntivite alérgica. A alergia ocular pode acontecer por uma reação a vários alérgenos, como o pólen. Como a concentração desse agente é maior na primavera, sua prevalência é maior nessa época do ano.

Segundo Dra. Marcela, a alergia ocular na primeira leva a uma inflamação na conjuntiva, tecido que reveste a parte da frente do globo ocular. “Quando a criança está em ambientes, especialmente ao ar livre, com uma concentração alta de pólen, acaba desenvolvendo uma reação de hipersensibilidade a esse agente. Vale ressaltar que essa alergia pode ser mais severa, já que pode atingir também a córnea”, explica a especialista.

Sendo assim, ocorre uma reação exagerada do organismo ao pólen. Em outras palavras, o organismo ativa o sistema imunológico para combater o “invasor”. Com isso, liberam-se substâncias inflamatórias que resultam na alergia ocular.

Por fim, as crianças são as principais vítimas da conjuntivite primaveril, devido à imaturidade do sistema imunológico. Logicamente que pessoas que são atópicas também correm mais risco de desenvolver essa alergia ocular. Ademais, quando o tempo está mais seco e quente, o pólen fica ainda mais suspenso no ar.

Sinais e sintomas da alergia ocular na primavera

“Acima de tudo é importante destacar que os sintomas das conjuntivites alérgicas costumam ser muito semelhantes. Por outro lado, as formas alérgicas de alergia ocular não causam a produção de secreção purulenta. Dessa maneira, a secreção costuma ser mais esbranquiçada, porém mais abundante”, aponta Dra. Marcela.

Em geral, os sinais e sintomas são:

  • Vermelhidão intensa na conjuntiva;
  • Coceira intensa e persistente;
  • Ardência;
  • Sensação de areia nos olhos;
  • Sensibilidade à luz.

Adicionalmente, há um importante diferencial da alergia ocular na primavera: a sua duração. Enquanto as conjuntivites infecciosas costumam melhorar em cerca de 7 a 14 dias, as conjuntivites alérgicas podem durar meses ou semanas. Por essa razão, o tratamento costuma ser mais longo.

Tratamento envolve medicamentos e mudança de hábitos

O tratamento da alergia ocular na primavera envolve o uso de antialérgicos, orais ou em forma de colírios. Para além disso, é crucial evitar coçar os olhos, embora possa ser uma missão impossível durante um quadro dessa alergia.

“Infelizmente, a fricção constante nos olhos pode causar lesões na córnea, como úlceras e até mesmo uma perfuração. Também aumenta o risco de a criança desenvolver o ceratocone, doença grave que podem levar à perda da visão”, finaliza Dra. Marcela.

Dicas para aliviar os sintomas

  • A primeira dica é procura um oftalmologista infantil, no caso das crianças, quando desconfiar que a criança desenvolveu esse tipo de conjuntivite;
  • Não use colírios sem a prescrição médica;
  • O oftalmologista pode prescrever colírios lubrificantes ou de lágrimas artificiais para aliviar os sintomas;
  • Um recomendação crucial é evitar expor a criança a ambientes ao ar livre, já que o pólen é mais abundante nesses lugares;
  • Em dias mais secos, mantenha os ambientes com umidificadores;
  • Para aliviar a fotofobia, providencie óculos de sol para a criança;
  • Compressas frias ao longo do dia podem ajudar no alívio da coceira, além de ajudar na remoção das secreções acumuladas;
  • Uma vez que essa conjuntivite não é contagiosa, não é preciso afastar a criança de suas atividades.

 

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica em São Paulo, capital.

Para mais informações, ligue para (11) 3846 02 00

Matéria produzida pela jornalista Leda Maria Sangiorgio – MTB 30.714
É expressamente proibida a cópia parcial ou total do material, sob pena da Lei de Direitos Autorais, número 10.695. 

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Conjuntivite primaveril: Quais os sintomas e como tratar https://homolog.marcelabarreira.com.br/conjuntivite-primaveril-quais-os-sintomas-e-como-tratar/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/conjuntivite-primaveril-quais-os-sintomas-e-como-tratar/#respond Fri, 25 Oct 2024 11:59:14 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2869 A conjuntivite primaveril é uma das formas de conjuntivite alérgica. Como o próprio nome já diz, sua incidência é maior durante a primavera, estação do ano em que há uma maior concentração de pólen no ar. Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra e especialista em estrabismo, a ceratoconjuntivite primaveril é uma inflamação na conjuntiva, o tecido […]

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A conjuntivite primaveril é uma das formas de conjuntivite alérgica. Como o próprio nome já diz, sua incidência é maior durante a primavera, estação do ano em que há uma maior concentração de pólen no ar.

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra e especialista em estrabismo, a ceratoconjuntivite primaveril é uma inflamação na conjuntiva, o tecido que reveste a parte da frente do globo ocular. “A pessoa exposta ao pólen desenvolve uma reação de hipersensibilidade a este agente. Esta forma de conjuntivite pode ser mais grave, já que pode comprometer a córnea”.

Portanto, a ceratoconjuntivite primaveril é resultado de uma reação exagerada do organismo ao pólen. Dessa forma, o sistema imunológico inicia um trabalho para “combater” o invasor, liberando substâncias inflamatórias que desencadeiam a alergia ocular.

Conjuntivite primaveril causa coceira e vermelhidão

Há vários tipos de conjuntivite e os sintomas costumam ser parecidos. “Entretanto, um importante diferencial da forma primaveril é que não há presença de secreção purulenta, já que não é infecciosa. A coceira é mais intensa, podendo surgir ainda outra manifestações como vermelhidão, irritação, sensação de areia nos olhos e sensibilidade à luz”, explica Dra. Marcela.

Outro diferencial da conjuntivite alérgica é a duração, já que o curso da doença é mais longo do que as conjuntivites infecciosas. “Dessa maneira, em muitos casos precisamos realizar tratamentos mais longos, com medicamentos para reduzir a inflamação, por exemplo”, adiciona a médica.

Atenção alérgicos!

Embora qualquer pessoa pode desenvolver a conjuntivite primaveril, a prevalência é maior em crianças, principalmente naquelas que já possuem histórico de alergias. Em localidades mais quentes e secas, há um número maior de casos, já que o pólen fica mais tempo concentrado no ar.

Não coce os olhos!

Pode ser quase impossível não coçar os olhos durante um episódio de conjuntivite alérgica! Todavia, a fricção constante é perigosa. “O principal problema é que o hábito de coçar o olho pode danificar a córnea. A pessoa pode desenvolver lesões, úlceras e até perfuração nesta região do olho”, alerta Dra. Marcela.

Dicas para aliviar os sintomas

Na presença dos sintomas, a recomendação é procurar um oftalmologista. Após o diagnóstico, o médico pode prescrever colírios e até mesmo medicamentos antialérgicos de uso oral. “Finalmente, além da medicação, é preciso seguir as orientações do médico para assegurar bons resultados no tratamento”, finaliza a oftalmologista infantil.

Cuidados e dicas durante o tratamento da conjuntivite primaveril

  • Use colírios lubrificantes e/ou lágrimas artificiais;
  • Evite contato com o pólen, que em geral é mais abundante em ambientes ao ar livre com vegetação;
  • Caso o ar esteja seco, aposte nos umidificadores de ar;
  • Use óculos de sol com lentes de proteção UVA/UVB;
  • Faça compressas frias nos olhos ao longo dia, para aliviar a coceira e remover as secreções acumuladas.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

 

Matéria produzida pela jornalista Leda Maria Sangiorgio – MTB 30.714
É expressamente proibida a cópia parcial ou total do material, sob pena da Lei de Direitos Autorais, número 10.695. 

 

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