Arquivos conjuntivite viral - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/conjuntivite-viral/ Oftalmologista infantil especialista em Estrabismo e Neuro Oftalmologia e, Dra. Marcela Barreira - CRM:159.117 - é formada pela Universidade do Paraná com Fellowship na USP e UNIFESP Wed, 24 Jun 2026 14:36:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://homolog.marcelabarreira.com.br/wp-content/uploads/2020/02/icone-100x100.png Arquivos conjuntivite viral - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/conjuntivite-viral/ 32 32 Conjuntivite viral em crianças – Sinais Sintomas e Tratamento https://homolog.marcelabarreira.com.br/conjuntivite-viral-em-criancas-sinais-sintomas-e-tratamento/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/conjuntivite-viral-em-criancas-sinais-sintomas-e-tratamento/#respond Wed, 23 Apr 2025 14:28:31 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=3360 A conjuntivite viral em crianças pode causar vários sinais e sintomas, sendo a vermelhidão nos olhos uma das principais características dessa doença. Contudo, existem outras manifestações. Além disso, a conjuntivite viral em crianças exige isolamento, devido ao alto risco de transmissão.   Para falar mais sobre a conjuntivite viral em crianças, hoje vamos entrevistar a […]

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A conjuntivite viral em crianças pode causar vários sinais e sintomas, sendo a vermelhidão nos olhos uma das principais características dessa doença. Contudo, existem outras manifestações. Além disso, a conjuntivite viral em crianças exige isolamento, devido ao alto risco de transmissão.

 

Para falar mais sobre a conjuntivite viral em crianças, hoje vamos entrevistar a oftalmologista infantil, Dra. Marcela Barreira, que também é especialista em estrabismo e Chefe do Serviço de Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba.

 

O que é conjuntivite viral?

 

“Primeiramente, é importante esclarecer que a conjuntivite é uma doença oftalmológica que causa a inflamação da conjuntiva, tecido que reveste a parte da frente do globo ocular. Contudo, há diferentes tipos de conjuntivite, como a causada por vírus, ou seja, a conjuntivite viral. Temos ainda a conjuntivite bacteriana e a conjuntivite alérgica”, explica Dra. Marcela.

 

Em geral, é muito comum em crianças que frequentam creches e escolas. A razão é que a conjuntivite viral é altamente contagiosa. “Dessa maneira, basta a criança coçar os olhos e pegar um brinquedo para contaminá-lo. Por isso, é muito importante que os pais procurem um oftalmologista infantil assim que perceberem alguns dos sintomas”, alerta a especialista.

 

“Adicionalmente, nos meses de outono e inverno, em que as crianças ficam mais tempo em ambientes fechados, percebemos um aumento no número de casos da conjuntivite viral. Para além disso, é também nos meses mais frios do ano que as infecções respiratórias, como o resfriado, tem maior prevalência”, conta Dra. Marcela.

 

Vírus do resfriado é a principal causa da conjuntivite viral em crianças e adultos

 

Inicialmente, podemos dizer que a maioria dos casos de conjuntivite viral tem relação com o adenovírus, ou seja, o vírus comum do resfriado. Entretanto, existem outros vírus que podem levar ao desenvolvimento da conjuntivite viral, como o herpes simples (HSV), enterovírus, coxsackievírus (que causa da doença pé-mão-boca) e, mais recentemente, o SARS-CoV-2.

 

“Todavia, apesar dos tipos de vírus que podem levar ao desenvolvimento da conjuntivite viral em crianças, o mais importante é que se trata de uma doença contagiosa, especialmente nos primeiros dias. Com isso, precisamos manter a criança afastada das atividades escolares, esportivas e sociais”, reforça Dra. Marcela.

 

Sinais e sintomas da conjuntivite viral em crianças

 

  • Olhos vermelhos (geralmente começa em um olho e depois passa para o outro);

  • Lacrimejamento constante;

  • Sensação de areia nos olhos;

  • Secreção esbranquiçada, que pode ser constante e criar crostas, podendo deixar os olhos “grudados”

  • Inchaço nas pálpebras;

  • Fotofobia (sensibilidade à luz).

“Acima de tudo, quando a criança apresenta a conjuntivite viral em conjunto com outra doença, como o resfriado, os sintomas podem se juntar às manifestações do adenovírus, como febre, dor de garganta, mal-estar, entre outros”, comenta Dra. Marcela.

 

O que os pais precisam fazer na presença dos sintomas da conjuntivite 

 

Logo que os pais perceberem os sintomas, especialmente a vermelhidão nos olhos, é importante procurar um oftalmologista. “O diagnóstico é clínico, ou seja, não solicitamos exames laboratoriais ou de imagem. Durante a consulta, no exame físico, é possível confirmar a presença da conjuntivite, em conjunto com a descrição dos sinais e sintomas”, aponta a médica.

 

Quanto ao tratamento, é crucial esclarecer que a conjuntivite viral não exige uso de antibióticos, já que esses medicamentos não combatem vírus e sim bactérias. O tratamento é sintomático, com uso de compressas frias, lubrificantes oculares e, ocasionalmente, colírios anti-inflamatórios. Definitivamente, não se deve usar nenhum colírio na criança sem a prescrição do oftalmologista.

 

Por fim, durante a consulta, o oftalmologista vai orientar os pais quanto ao isolamento da criança, que normalmente é de 7 dias. A doença tende a melhorar em cerca de 2 semanas, mas o maior risco de contágio é na primeira semana. Portanto, a criança poderá retomar suas atividades após a primeira semana.

 

Como prevenir a conjuntivite 

 

Atualmente, não existe vacina para o resfriado, principal agente causador da conjuntivite viral. Dessa maneira, não há uma forma mais assertiva de prevenir o desenvolvimento dessa patologia. Contudo, as medidas de higiene, especialmente durante os primeiros dias, podem prevenir que a criança transmita a doença para outras pessoas. Entre esses cuidados estão:

 

  • Seguir as recomendações do oftalmologista infantil quanto ao período de afastamento das atividades escolares, esportivas e sociais;
  • Lavar toalhas, fronhas e evitar, ao máximo, o compartilhamento de objetos pessoais da criança com outras pessoas;
  • Lavar sempre as mãos ao longo do dia ou usar álcool gel.

 

Conclusão

“A conjuntivite viral em crianças é altamente prevalente, especialmente em ambientes com grande aglomeração, como escolas. Com alta taxa de transmissão e impacto significativo na saúde pública, o reconhecimento precoce e a adoção de medidas preventivas são essenciais para o controle da doença”, finaliza Dra. Marcela.

 

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica na Vila Nova Conceição, zona sul da cidade de São Paulo.

Para mais informações, ligue para  11 3846 0200

Matéria produzida pela jornalista Leda Maria Sangiorgio – MTB 30.714
É expressamente proibida a cópia parcial ou total do material, sob pena da Lei de Direitos Autorais, número 10.695. 

 

 

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Causas de vermelhidão nos olhos – Quando se preocupar? https://homolog.marcelabarreira.com.br/causas-de-vermelhidao-nos-olhos-quando-se-preocupar/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/causas-de-vermelhidao-nos-olhos-quando-se-preocupar/#respond Thu, 09 Jan 2025 14:16:20 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=3114 Há inúmeras causas de vermelhidão nos olhos, condição chamada de hiperemia. Aliás, trata-se de uma das queixas mais frequentes nos consultórios oftalmológicos. Praticamente, todas as pessoas já tiveram ou terão algum episódio de vermelhidão nos olhos, inclusive as crianças. Entretanto, na maioria dos casos a hiperemia é uma condição passageira e não representa uma ameaça […]

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Há inúmeras causas de vermelhidão nos olhos, condição chamada de hiperemia. Aliás, trata-se de uma das queixas mais frequentes nos consultórios oftalmológicos. Praticamente, todas as pessoas já tiveram ou terão algum episódio de vermelhidão nos olhos, inclusive as crianças. Entretanto, na maioria dos casos a hiperemia é uma condição passageira e não representa uma ameaça ao sistema visual.

Por outro lado, as causas de vermelhidão dos olhos podem variar e, em alguns casos, pode ser necessário buscar ajuda médica. Para esclarecer as dúvidas sobre esse assunto, hoje vamos entrevistar a oftalmopediatra Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo e Chefe do Serviço de Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS).

Causas de vermelhidão nos olhos – O que você precisa saber

“Primeiramente, é importante esclarecer que a vermelhidão nos olhos pode aparecer após um dia mais cansativo, longas horas em dispositivos eletrônicos, bem como depois de atividades aquáticas ou ainda quando ar está mais seco e/ou poluído. Nesses casos, a tendência é a melhora espontânea, seja ao longo do dia ou no dia seguinte”, comenta Dra. Marcela.

“Entretanto, se a vermelhidão ocular persistir e estiver acompanhada de outros sintomas, é um indicativo de que é preciso procurar um oftalmologista, alerta a especialista.

Agora, com a colaboração da oftalmopediatra, vamos falar mais sobre as principais causas de vermelhidão ocular e quando se preocupar.

Conjuntivite causa vermelhidão nos olhos

“Uma das principais causas de vermelhidão nos olhos é a conjuntivite, inflamação que atinge conjuntiva, tecido que reveste a parte da frente do globo ocular. A conjuntivite afeta os dois olhos, sendo esse um importante diferencial para o diagnóstico. Para além disso, a doença pode ter origem viral, bacteriana, alérgica ou irritativa”, explica Dra. Marcela.

Geralmente, a vermelhidão nos olhos é apenas um dos sintomas. Veja os demais abaixo:

  • Ardência
  • Coceira
  • Sensibilidade à luz
  • Acúmulo de secreção
  • Inchaço
  • Sensação de corpo estranho no olho
  • Olhos grudados (especialmente nas formas infecciosas)

A oftalmologista lembra que é importante diferenciar os tipos de conjuntivite, pois apenas a forma bacteriana exige tratamento medicamentoso. “Normalmente, a secreção da forma bacteriana e viral costuma ser esverdeada e abundante. Já na alérgica, o muco costuma ser mais esbranquiçado e menos abundante.

Alergia ocular/irritativa

“Inicialmente, é importante esclarecer que a alergia ocular também costuma afetar os dois olhos. Entre os principais sintomas estão coceira intensa, ardência e sensação de areia nos olhos. As pálpebras ficam inchadas e os olhos apresentam lacrimejamento constante”, aponta Dra. Marcela.

O desencadeamento de uma alergia ocular pode ocorrer devido à exposição do paciente a agentes químicos, como cloro de piscina, produtos de higiene pessoal, produtos de limpeza etc. O processo alérgico também pode ocorrer devido a reações a agentes como pó, pelos de animais e polén.

Lesões na córnea

A córnea é uma das estruturas mais importantes do olho humano. Sendo assim, doenças e lesões nessa região podem ameaçar a visão. Uma das lesões comuns, principalmente entre crianças, são os arranhões na córnea. Entre as principais causas estão o contato da córnea como areia, poeira ou demais partículas que podem entrar nos olhos e se alojar no tecido corneano.

Os sinais de um arranhão na córnea são:

  • Dor ocular intensa;
  • Sensação de areia no olho;
  • Olhos lacrimejantes;
  • Vermelhidão nos olhos;
  • Sensibilidade à luz;
  • Dor de cabeça

Acima de tudo, é crucial saber que lesões na córnea são consideradas uma emergência médica. Portanto, é uma situação que demanda procurar atendimento imediato. Uma recomendação importante é lavar os olhos com lágrimas artificiais. Caso não tenha essa produto, basta usar água limpa, procurando piscar várias vezes, para remover o máximo de resíduos possível.

Infecções virais – Gripes e Resfriados podem causar vermelhidão nos olhos

As gripes e resfriados são causas bem comuns de vermelhidão nos olhos. Os vírus das doenças do trato respiratório superior costumam causar congestão nos vasos sanguíneos, ou seja, há um acúmulo anormal e excessivo de sangue.

A congestão pode afetar os vasos sanguíneos da esclera (parte branca dos olhos) e causar a vermelhidão nos olhos. Geralmente, não é um quadro preocupante, já que tende a desaparecer juntamente os demais sintomas das viroses.

Por outro lado, alguns quadros virais, especialmente gripes e resfriados, podem evoluir e levar a uma conjuntivite. Sendo assim, é importante que durante quadros virais, o paciente se atento ao surgimento de outras manifestações, como:

  • Ardência;
  • Coceira;
  • Sensibilidade à luz;
  • Acúmulo de secreção purulenta (mais abundante na forma bacteriana);
  • Inchaço nas pálpebras;
  • Sensação de corpo estranho no olho.

Na presença desses sintomas, associados à vermelhidão nos olhos, a recomendação é procurar um oftalmologista.

Traumas e lesões

Embora em adultos traumas oculares sejam mais raros, na infância podem ser bastante comuns. De qualquer maneira, boladas, socos, pancadas e perfurações podem levar a hemorragia nos olhos e nos anexos, como as pálpebras, seja em adultos ou em crianças. “Dessa forma, acidentes que atingem os olhos demandam tratamento imediato, principalmente quando surgem outros sintomas, como dor ocular intensa, perda da visão, enjoos e vômitos”, alerta Dra. Marcela.

Terçol

O terçol é uma das condições oftalmológicas mais comuns. Tanto que a maioria da população vai desenvolver ao menos um terçol ao longo da vida. Embora o terçol se desenvolva na margem das pálpebras, pode causar uma irritação na conjuntiva, resultando na vermelhidão do globo ocular.

O terçol melhora de forma espontânea. Assim, a vermelhidão nos olhos também tende a desaparecer juntamente com os demais sintomas.

Leia mais sobre o terçol aqui.

Conclusão – Causas de vermelhidão nos olhos são diversas, mas nem todas são inofensivas

Como vimos, há diversas causas de vermelhidão nos olhos. A maior parte não representa um perigo para a visão. Por outro lado, em alguns casos é preciso ficar atento a outros sintomas e procurar ajuda médica assim que possível.

“Finalmente, é importante reforçar que a persistência da vermelhidão nos olhos, além do surgimento de outras manifestações, são dois sinais de que é preciso procurar um oftalmologista para realizar o correto diagnóstico e prescrever o tratamento mais adequado”, encerra Dra. Marcela.

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica em São Paulo, capital.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

Matéria produzida pela jornalista Leda Maria Sangiorgio – MTB 30.714
É expressamente proibida a cópia parcial ou total do material, sob pena da Lei de Direitos Autorais, número 10.695. 

 

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Sinais e sintomas da conjuntivite viral em crianças https://homolog.marcelabarreira.com.br/sinais-e-sintomas-da-conjuntivite-viral/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/sinais-e-sintomas-da-conjuntivite-viral/#respond Thu, 27 Jun 2024 10:54:40 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2700 Os sinais e sintomas da conjuntivite viral em crianças são vermelhidão ocular intensa nos dois olhos, coceira, irritação, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos, ardência ocular e sensibilidade à luz. Outra manifestação é a produção de secreção esbranquiçada e aquosa, que pode formar crostas nas margens palpebrais e nos cílios. Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra […]

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Os sinais e sintomas da conjuntivite viral em crianças são vermelhidão ocular intensa nos dois olhos, coceira, irritação, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos, ardência ocular e sensibilidade à luz. Outra manifestação é a produção de secreção esbranquiçada e aquosa, que pode formar crostas nas margens palpebrais e nos cílios.

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra e especialista em estrabismo, sem dúvidas a manifestação mais característica da conjuntivite é a vermelhidão ocular. “Contudo, a doença pode ter origem viral, bacteriana ou alérgica. O que nos ajuda a diferenciar são alguns sintomas, como a cor da secreção, bem como o histórico de saúde da criança. Isto porque, a conjuntivite viral quase sempre está associada a um quadro viral, como resfriados e gripes”.

“A secreção produzida na forma viral é mais esbranquiçada e aquosa. Além disto, a produção é mais intensa. Este aspecto é importante na hora do diagnóstico, pois nos ajuda a diferenciar a forma viral da bacteriana. Os demais sintomas são bem semelhantes”, adiciona a especialista.

Conjuntivite viral responde a 80% dos casos da doença

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, tecido que reveste a parte da frente do globo ocular. A estimativa é que em 80% dos casos, a origem da conjuntivite é viral. Estudos apontam que em 90% dos casos da conjuntivite viral, o adenovírus (vírus causador do resfriado comum) é o agente causador da doença.

Outros vírus que podem levar ao desenvolvimento de uma conjuntivite viral são o enterovírus, o vírus da herpes simples, varicela-zoster, vírus da catapora, caxumba, gripe e covid-19.

Primeiros sinais e sintomas da conjuntivite viral

A conjuntivite viral começa a se manifestar cerca de 5 a 12 dias após a contaminação pelo agente viral, chamado de período de incubação. O primeiro sinal é a vermelhidão ocular, produção de secreção aquosa e irritação nos olhos.

Geralmente, os sintomas começam em um olho e se espalham para o outro, de forma rápida. Os demais sinais e sintomas da conjuntivite viral aparecem no decorrer dos dias.

Vamos relembrar os sinais e sintomas da conjuntivite viral

  • Vermelhidão ocular
  • Coceira
  • Irritação
  • Sensação de areia nos olhos
  • Sensibilidade à luz
  • Produção de secreção esbranquiçada e aquosa

Diagnóstico e tratamento

Como a conjuntivite viral é altamente contagiosa, o ideal é procurar um oftalmologista na presença dos sintomas. O diagnóstico costuma ser dado após um exame clínico, sem necessidade de exames adicionais. “Em geral, o foco do tratamento é aliviar os sintomas e o desconforto. Para isto, costumamos recomendar compressas frias e limpeza dos olhos. Também podemos prescrever colírios de lágrimas artificiais”, aponta Dra. Marcela.

Os sinais e sintomas da conjuntivite viral podem durar de 1 a 3 semanas, nos casos mais severos. Mas é uma doença autolimitada, que desparece sem necessidade de usar medicamentos.

Isolamento é imprescindível durante vigência dos sinais e sintomas da conjuntivite viral

Na vigência dos sinais e sintomas da conjuntivite viral, é imprescindível o afastamento da criança das atividades escolares e sociais. A taxa de transmissão é alta e pode ocorrer por contato direto ou indireto.

“A secreção produzida nos olhos é repleta de vírus. Como a criança pode se sentir incomodada com os sinais e sintomas da conjuntivite viral, tem a tendência de tocar os olhos e, em seguida, pega objetos e tocar em outras superfícies, como celulares, corrimãos, lápis, copos, talheres etc. O vírus também pode ser transmitido por tosses, espirros, abraços e beijos. Portanto, o isolamento é obrigatório para não passar a doença para outras crianças e adultos”, alerta Dra. Marcela.

Nas escolas, a taxa de transmissão é ainda mais elevada, devido aos espaços mais fechados, contatos sociais mais próximos, além do compartilhamento de brinquedos, materiais escolares e outros objetos.

Prevenção da conjuntivite viral

Nos meses do outono e inverno, é mais comum termos quadros de conjuntivite viral, devido a maior permanência em espaços fechados. Para além disto, nesta época do ano temos mais quadros virais, como gripes e resfriados. “Desta forma, é muito importante que os pais orientem as crianças a lavarem as mãos de forma frequente e evitar tocar nos olhos ou coçá-los”, orienta Dra. Marcela.

Na presença dos sintomas como vermelhidão intensa, sensação de areia nos olhos e acúmulo de secreção é fundamental procurar o oftalmologista. Outro alerta importante é que não se deve usar colírios ou outros medicamentos nos olhos por conta própria.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra geral e especialista em estrabismo. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Conjuntivite viral representa cerca de 80% dos casos da doença https://homolog.marcelabarreira.com.br/conjuntivite-viral/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/conjuntivite-viral/#respond Thu, 25 May 2023 12:06:42 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2470 A conjuntivite viral é uma das queixas oftalmológicas mais comuns em todo o mundo. Trata-se da inflamação da conjuntiva, tecido transparente que reveste a parte da frente do olho. Estima-se que 80% dos casos de conjuntivite são de origem viral. Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, a conjuntivite viral é altamente contagiosa. “A […]

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A conjuntivite viral é uma das queixas oftalmológicas mais comuns em todo o mundo. Trata-se da inflamação da conjuntiva, tecido transparente que reveste a parte da frente do olho. Estima-se que 80% dos casos de conjuntivite são de origem viral.

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, a conjuntivite viral é altamente contagiosa. “A transmissão da conjuntivite viral ocorre por contato direto ou indireto. A secreção produzida nos olhos durante uma crise é repleta de vírus que podem infectar superfícies e objetos, como celulares, corrimãos, lápis, copos, talheres etc. Além disso, o vírus também pode ser transmitido por tosses, espirros, abraços, beijos e aperto de mão”.

“No caso das crianças que frequentam escolas, a taxa de transmissão pode ser ainda maior devido ao tempo de convivência, espaços fechados, contato físico, compartilhamento de brinquedos e materiais escolares”, adiciona a médica.

Quais os sintomas?

Certamente a marca registrada da conjuntivite, seja ela viral ou não, é a vermelhidão ocular. Entretanto, na forma viral a doença tem sintomas específicos que podem ajudar a diferenciá-la da conjuntivite bacteriana.

“Uma das principais diferenças é que na conjuntivite viral a secreção é esbranquiçada e bastante aquosa. Na forma bacteriana a secreção é esverdeada ou amarelada, é produzida em grande quantidade e é mais espessa. Os demais sintomas podem ser parecidos como coceira, irritação, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos, ardência e sensibilidade à luz”, adiciona Dra. Marcela.

Adenovírus é o principal agente infeccioso

Estima-se que 90% dos casos de conjuntivite viral são causados pelo adenovírus, um grupo de vírus que causam também infecções respiratórias e intestinais. Outros vírus que podem levar ao desenvolvimento de uma conjuntivite viral são o enterovírus, o vírus da herpes simples, varicela-zoster, vírus da catapora e da caxumba.

Conjuntivite viral pode ser causada pelo coronavírus?

De acordo com informações da American Academy of Ophthalmology (AAO), desde 2020 algumas pesquisas apontaram que a conjuntivite é um possível sintoma da covid-19. As manifestações oculares, portanto, não são novas. Entretanto, a conjuntivite tem sido descrita com um sintoma bastante prevalente nos casos de covid-19 causados pela nova variante Arcturus.

Diagnóstico e o tratamento

O diagnóstico da conjuntivite viral costuma ser clínico, ou seja, o oftalmologista consegue fechar o diagnóstico durante a consulta e os exames realizados no consultório. “O tratamento visa ao alívio dos sintomas, pois a infecção viral é autolimitada, ou seja, os sintomas melhoram sozinhos”, diz a médica.

Como medidas de alívio dos sintomas estão o uso de lágrimas artificias e compressas de água fria. “Em relação aos cuidados, é imprescindível que a pessoa fique isolada por volta de 10 dias para evitar a transmissão da doença. O isolamento inclui não frequentar escola, academias e nenhum outro lugar público. Dentro de casa também é preciso manter todos os objetos de uso pessoal bem higienizados. A resolução completa da conjuntivite viral pode levar de 14 a 30 dias”, finaliza Dra. Marcela.

Como prevenir?

  • Mantenha as mãos sempre limpas e higienizadas e evite levá-las aos olhos
  • Não compartilhe objetos pessoais como maquiagem, toalhas, fronhas etc.
  • Evite contato com pessoas que estejam contaminadas

Na presença dos sintomas como vermelhidão intensa, sensação de areia nos olhos e acúmulo de secreção é fundamental procurar o oftalmologista. Outro alerta importante é que não se deve usar colírios ou outros medicamentos nos olhos por conta própria.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo. A médica tem experiência em tratar a ambliopia com tampão. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Conjuntivite pode indicar covid-19 nas crianças? https://homolog.marcelabarreira.com.br/conjuntivite-covid/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/conjuntivite-covid/#respond Thu, 13 Jan 2022 17:45:44 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2190 Estudo apontou que a incidência da conjuntivite em crianças com covid-19 é maior do que em adultos A nova onda da covid-19, provocada pela variante Ômicron, tem afetado as crianças mais do que as anteriores. Um dos sintomas que os pais devem ficar atentos é a conjuntivite. Um estudo publicado no JAMA sugeriu que as […]

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Estudo apontou que a incidência da conjuntivite em crianças com covid-19 é maior do que em adultos

A nova onda da covid-19, provocada pela variante Ômicron, tem afetado as crianças mais do que as anteriores. Um dos sintomas que os pais devem ficar atentos é a conjuntivite. Um estudo publicado no JAMA sugeriu que as crianças podem apresentar sintomas oculares, com a congestão conjuntival, com mais frequência que os adultos.

No estudo, 22% das crianças tinham conjuntivite enquanto apenas de 1% a 3% dos adultos apresentaram sintomas oculares.

Segundo a oftalmopediatra, Dra. Marcela Barreira, embora a conjuntivite não seja muito comum nos casos de covid-19, as observações relatadas desde o início da pandemia podem ajudar na orientação, prevenção e manejo da conjuntivite nas crianças.

“O público infantil costuma levar as mãos aos olhos com mais frequência. Dessa maneira, a contaminação pode ocorrer nesses momentos. Além disso, uma vez infectadas pelo vírus, as crianças podem também transmitir a doença por meio da secreção ocular”, reforça Dra. Marcela.

Nem toda conjuntivite é sinal de covid-19

Por outro lado, a oftalmopediatra explica que nem toda conjuntivite é sinal de covid-19. “No verão, temos um alta nos casos de conjuntivite nas crianças. A principal causa é a contaminação por vírus ou bactérias presentes nas águas de piscinas, praias, cachoeiras e rios. Portanto, é preciso calma e bom senso caso a criança apresente os sintomas da conjuntivite”, aponta.

Olho vermelho é o sintoma mais comum

A conjuntivite pode ser viral, bacteriana ou alérgica. Os sintomas variam de acordo o tipo, mas a vermelhidão está presente em todos os casos.

“A vermelhidão é sinal de inflamação na conjuntiva. Na conjuntivite viral, que pode ser causada pela covid-19, a criança pode reclamar da sensação de ter areia nos olhos, há lacrimejamento e secreção.  Além disso, pode levar até 14 dias para melhorar”.

A conjuntivite bacteriana se difere das outras pelo inchaço e pela secreção purulenta em abundância. Outra diferença é que a duração é menor, com melhora do quadro em uma semana, aproximadamente. Por fim, a conjuntivite alérgica evolui com muita coceira, uma vermelhidão menos acentuada e sem secreção.

Procure seu oftalmopediatra

Caso a criança apresente sintomas da conjuntivite, a orientação é procurar o oftalmopediatra para o diagnóstico e tratamento corretos. Vale ressaltar que os pais não devem usar nenhum tipo de colírio sem a prescrição médica.

“Outra recomendação importante é isolar a criança, pois tanto a conjuntivite viral quanto a bacteriana são altamente contagiosas”, finaliza Dra. Marcela.

Leia mais sobre a conjuntivite aqui no link

A Dra. Marcela Barreira é oftalmopediatra, especialista em estrabismo. A médica atende em sua clínica nos Jardins, na cidade de São Paulo.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768.

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Quais os tipos de conjuntivites? https://homolog.marcelabarreira.com.br/tipos-conjuntivites/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/tipos-conjuntivites/#respond Thu, 13 Feb 2020 15:23:50 +0000 http://www.marcelabarreira.com.br//2020/02/13/tipos-conjuntivites/ Quais são os tipos de conjuntivites? Tem mais de uma? Todas são contagiosas? Descubra no vídeo abaixo, da oftalmopediatra Dra. Marcela Barreira. Leia ainda uma reportagem especial sobre a conjuntivite alérgica.  

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Quais são os tipos de conjuntivites? Tem mais de uma? Todas são contagiosas?

Descubra no vídeo abaixo, da oftalmopediatra Dra. Marcela Barreira.

Leia ainda uma reportagem especial sobre a conjuntivite alérgica.

 

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