Arquivos descolamento de retina - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/descolamento-de-retina/ Oftalmologista infantil especialista em Estrabismo e Neuro Oftalmologia e, Dra. Marcela Barreira - CRM:159.117 - é formada pela Universidade do Paraná com Fellowship na USP e UNIFESP Wed, 24 Jun 2026 18:28:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://homolog.marcelabarreira.com.br/wp-content/uploads/2020/02/icone-100x100.png Arquivos descolamento de retina - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/descolamento-de-retina/ 32 32 Alta miopia e descolamento de retina – Sinais e Sintomas https://homolog.marcelabarreira.com.br/alta-miopia-e-descolamento-de-retina-sinais-e-sintomas/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/alta-miopia-e-descolamento-de-retina-sinais-e-sintomas/#respond Wed, 27 May 2026 18:19:20 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=4760 A alta miopia pode causar o descolamento de retina. Mas, você sabe por que essas duas condições estão associadas? Nesse artigo, você vai entender tudo sobre a alta miopia e o descolamento de retina. Além disso, vamos esclarecer os sinais e sintomas do descolamento de retina e o que fazer na presença dessas manifestações. O […]

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A alta miopia pode causar o descolamento de retina. Mas, você sabe por que essas duas condições estão associadas?

Nesse artigo, você vai entender tudo sobre a alta miopia e o descolamento de retina. Além disso, vamos esclarecer os sinais e sintomas do descolamento de retina e o que fazer na presença dessas manifestações.

O que é alta miopia?

A miopia é um erro refrativo que tem aumentado de forma exponencial em todo o mundo. Normalmente, surge na infância. Apesar da genética ser um importante fator de risco, hoje o excesso de telas e de atividades de perto são condições bem estabelecidas que levam ao desenvolvimento e ao aumento de grau da miopia.

E qual o problema do aumento do grau da miopia?

O problema da progressão da miopia vai muito além da necessidade de trocar os óculos. Isso porque o aumento do grau está diretamente ligado a doenças graves, como o descolamento de retina, glaucoma, catarata precoce, entre outras condições.

Quando a miopia é considerada alta?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Academia Americana de Oftalmologia (AAO), a miopia é classificada da seguinte forma:

  • Miopia baixa: até –3,00 dioptrias (D)
  • Miopia moderada: entre –3,00 D e –6,00 D
  • Miopia alta ou patológica: acima de –6,00 D (ou comprimento axial do olho > 26 mm)

Por que a retina é crucial para a visão?

Primeiramente, vamos conhecer melhor a retina, popularmente chamada de fundo de olho. Trata-se de um tecido finíssimo, repleto de células que captam a luz. Depois de captado pela retina, o feixe luminoso é enviado para o nervo óptico que ao chegar no cérebro se transforma na imagem que enxergamos. Portanto, a retina é essencial para a visão.

O globo ocular tem um formato arredondado e é dividido em duas partes: câmara anterior (parte da frente do olho) e câmara posterior (parte de trás). A retina se encontra na parte de trás do olho, ao fundo quando se olha de frente. Daí o nome popular “fundo de olho”.

Bem, agora que você já entendeu que a retina é crucial para a visão, vamos falar sobre a alta miopia e descolamento da retina.

Alta miopia e descolamento de retina – O que você precisa saber

A alta miopia aumenta o risco de descolamento de retina porque o olho míope costuma ser mais “comprido” do que o normal. Esse alongamento faz com que a retina — a camada fina e delicada responsável pela visão — fique mais esticada, fina e frágil ao longo do tempo.

Imagine a retina como um papel de parede revestindo a parte interna do olho. Quando o globo ocular cresce demais, esse “papel” sofre tensão constante. Isso favorece o surgimento de áreas frágeis, buracos e rasgos na retina.

Quando ocorre uma ruptura, o líquido dentro do olho (humor vítreo) pode passar por trás da retina e descolá-la da parede ocular, causando o descolamento de retina.

A relação é especialmente importante em pessoas com miopia alta, geralmente acima de 6 graus, porque elas apresentam:

  • Retina mais fina e vulnerável;
  • Maior chance de degenerações periféricas;
  • Alterações no vítreo (gel que preenche o olho);
  • Maior tração sobre a retina.

Além disso, conforme envelhecemos, o vítreo naturalmente vai se desprendendo da retina. Em pessoas com alta miopia, esse processo tende a acontecer mais cedo e com maior força de tração, aumentando o risco de rasgos.

Sinais e sintomas do descolamento de retina

Se você ou alguém que você conhece possui alta miopia, preste atenção no surgimento desses sinais e sintomas:

  • Flashes de luz;
  • Aumento repentino de moscas volantes;
  • Sensação de “cortina” escura na visão;
  • Perda de parte do campo visual.
  • Aumento repentino de moscas volantes (sensação de pontos ou linhas pretas ao movimentar os olhos).

Nos casos mais graves, a pessoa pode perder totalmente a visão durante o episódio de descolamento da retina.

Busque ajuda imediatamente

O descolamento da retina é uma emergência médica. Portanto, ao perceber problemas repentinos na visão, procure um oftalmologista o mais rápido possível. O tratamento precoce é essencial para prevenir danos permanentes na visão.

Infelizmente, quando a retina se descola perde o fornecimento de sangue e nutrientes e tem aos poucos sua função afetada. Quanto maior o tempo que a retina fica descolada, menor será a chance de recuperar a visão de forma mais satisfatória.

Atualmente há diversos tipos de tratamentos cirúrgicos e medicamentosos que podem ajudar no tratamento do descolamento da retina.

 Prevenção é possível?

Depende. Na alta miopia nem sempre é possível prevenir o descolamento da retina. Contudo, hoje já existem tratamentos para impedir a progressão do grau em crianças e adolescentes.

O ideal é acompanhar de forma regular com um oftalmologista que pode sugerir tratamentos específicos para prevenir o aumento do grau.  Entre os tratamentos estão colírios e lentes especiais.

 

Descolamento de retina é emergência médica! Busque ajuda assim que perceber o surgimento de algum dos sintomas.

 

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica em São Paulo, capital.

 

Para mais informações, ligue para (11) 96902 8513

 

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Lesões e traumas oculares em crianças – O que fazer https://homolog.marcelabarreira.com.br/lesoes-e-traumas-oculares-em-criancas-o-que-fazer/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/lesoes-e-traumas-oculares-em-criancas-o-que-fazer/#respond Sat, 28 Dec 2024 14:25:11 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=3080 As lesões e traumas oculares em crianças durante as férias podem ocorrer com mais frequência. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Pediatria, os acidentes domésticos com crianças aumentam em 25% durante as férias. Sendo assim, o período de recesso e as férias durante o mês de janeiro demandam máxima atenção dos pais e […]

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As lesões e traumas oculares em crianças durante as férias podem ocorrer com mais frequência. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Pediatria, os acidentes domésticos com crianças aumentam em 25% durante as férias.

Sendo assim, o período de recesso e as férias durante o mês de janeiro demandam máxima atenção dos pais e responsáveis, para prevenir que as crianças se machuquem.

Para falar um pouco mais sobre as lesões e traumas oculares em crianças, que podem ocorrer durante as férias, vamos entrevistar a oftalmopediatra, Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo e Chefe do Serviço de Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS).

Maioria das lesões oculares ocorre na infância

Estima-se que cerca de 40% dos acidentes oculares ocorrem na infância, entre os 2 e 6 anos. As lesões e traumas oculares em crianças mais comuns são causados por objetos pontiagudos, pancadas, boladas, por ataques de animais e por substâncias químicas.

“Embora o olho fique dentro de uma cavidade óssea, a parte da frente do globo ocular fica totalmente exposta. Dessa forma, a córnea pode ser uma das regiões mais afetadas por acidentes com objetos pontiagudos, por exemplo. Contudo, boladas ou pancadas podem afetar a parte de trás dos olhos, como a retina o nervo óptico”, explica Dra. Marcela.

“Acima de tudo, precisamos pensar que mesmo pequenos acidentes, podem ferir os olhos. Um bom exemplo é a areia, que pode causar arranhaduras na córnea, dependendo da quantidade que entra no olho da criança. As perfurações podem ocorrer enquanto a criança pinta com lápis ou usa tesouras, ou outro objetos pontiagudos”, adiciona a especialista.

Lesões e traumas oculares em crianças durante brincadeiras com bolas

Quem nunca levou uma bolada, levante a mão! Ao longo da vida, mesmo os adultos, já passaram por algum acidente com bolas.

“Na infância, isso é ainda mais comum. “Primeiramente, é importante dizer que quanto maior a bola, menor o risco de lesões oculares mais graves. Por outro lado, as bolas menores podem causar fraturas no osso da órbita ocular. Outras consequências das boladas são hemorragias na conjuntiva e hematomas ao redor das pálpebras”, comenta Dra. Marcela.

“De qualquer forma, é crucial procurar um oftalmologista após acidentes oculares, já que as estruturas internas dos olhos só são visíveis durante exames específicos. Ademais, quando há comprometimento da retina e de outras partes dos olhos, o tratamento precisa ser imediato.

Animais de estimação podem causar lesões e traumas oculares em crianças

O Brasil é um dos países com maior número de animais de estimação, os chamados PETs. Contudo, PET não é sinônimo de brinquedo e os pais precisam orientar as crianças sobre isso. Dito isso, dependendo do tipo de interação entre os animais e as crianças, podem ocorrer acidentes.

“Um dos maiores fatores de risco é a criança colocar a face muito próxima do animal, especialmente gatos e aves, que possuem garras mais afiadas. Num instante de distração, o animal pode causar uma arranhadura nos olhos da criança, por exemplo. Já os cães podem morder a região e isso pode ser bastante perigoso”, alerta Dra. Marcela.

Acima de tudo, precisamos ter consciência de que por mais dócil que seja o animal, são seres irracionais. Ou seja, dependendo do tipo de brincadeira da criança com o PET, ele pode se sentir ameaçado e atacar, seguindo seu instinto.

“Outro perigo são plantas. O maior tempo dentro de casa também propicia um contato maior da criança com as plantas. Dessa maneira, os pais precisam prestar atenção na hora de escolher plantas, evitando aquelas com pontas, espinhos ou ainda que possam ser venenosas”, reforça a especialista.

Produtos de limpeza podem causar lesões e traumas oculares em crianças

Outro perigo escondido dentro de casa são os produtos de limpeza, que podem causar queimaduras na córnea, alergias e irritação ocular. Portanto, é mandatório manter esses itens fora do alcance das crianças.

Conduta dos pais diante de traumas e lesões oculares

“Caso aconteça algum acidente com os olhos das crianças, os pais precisam tomar alguns cuidados. Todavia, a conduta dos pais vai depender do tipo de trauma. As pancadas e as perfurações são consideradas emergência. Dessa forma, será preciso levar a criança imediatamente a um pronto-socorro”, reforça Dra. Marcela.

Quando o acidente envolve o contato do olho com areia, terra ou produtos químicos, a primeira atitude é lavar os olhos da criança com água de forma abundante e procurar um oftalmologista.

Dicas para prevenir traumas e lesões oculares

“Normalmente, as crianças não têm nenhuma ou pouca noção do perigo. Por isso, cabe aos pais orientá-las para prevenir os acidentes domésticos. Finalmente, durante as férias, a atenção precisa ser redobrada para evitar o pior”, encerra Dra. Marcela.

  • Ensine a criança a não colocar o rosto próximo dos animais na hora de brincar;
  • Oriente a criança a não correr com objetos pontiagudos nas mãos;
  • Se puder, evite oferecer brinquedos como estilingues, bolinhas de gude, armas com jato de água, espadas e outros objetos semelhantes;
  • Supervisione brincadeiras com lápis, canetas e outros objetos que ofereçam algum risco de acidente ocular;
  • Mantenha produtos químicos fora do alcance da criança, bem como medicamentos em forma de pomadas ou colírios;
  • Opte por plantas sem espinhos, pontas e que não sejam tóxicas;
  • Preste atenção nos móveis com quinas, objetos de decoração pontiagudos etc.

 

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica em São Paulo, capital.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

Matéria produzida pela jornalista Leda Maria Sangiorgio – MTB 30.714
É expressamente proibida a cópia parcial ou total do material, sob pena da Lei de Direitos Autorais, número 10.695. 

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Lesões e traumas oculares são mais comuns nas férias https://homolog.marcelabarreira.com.br/lesoes-traumas-oculares/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/lesoes-traumas-oculares/#respond Wed, 13 Dec 2023 14:21:50 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2595 As lesões e traumas oculares são comuns nas férias escolares. Vamos entender por quê? E não são só os machudados nos olhos que são mais prevalentes no recesso de final de ano. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Pediatria, os acidentes domésticos com crianças aumentam em 25% durante as férias escolares A maioria das crianças […]

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As lesões e traumas oculares são comuns nas férias escolares. Vamos entender por quê? E não são só os machudados nos olhos que são mais prevalentes no recesso de final de ano.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Pediatria, os acidentes domésticos com crianças aumentam em 25% durante as férias escolares

A maioria das crianças já está de férias! Acordar mais tarde, não ter tarefas de casa e nem horários para cumprir é bom. Por outro lado, é um período que demanda mais atenção dos pais e cuidadores, já que é preciso proteger os olhos das crianças dos perigos de traumas e acidentes domésticos, que costumam ser mais frequentes nas férias escolares.

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, cerca de 40% dos acidentes oculares ocorrem na infância, entre os 2 e 6 anos. Portanto, os pais de crianças nesta faixa etária devem redobrar os cuidados. “Os traumas oculares mais comuns são aqueles causados por objetos pontiagudos, pancadas e por substâncias químicas. Infelizmente, são lesões que aumentam o risco de prejuízos irreversíveis na visão”.

Lesões e traumas oculares em acidentes domésticos

Apesar de o olho ficar dentro de uma cavidade óssea, a parte da frente fica totalmente exposta. A córnea, por exemplo, é uma das regiões mais afetadas por acidentes domésticos. Por outro lado, traumas como pancadas e boladas podem atingir a retina e até mesmo o nervo óptico.

“A córnea pode sofrer desde arranhaduras superficiais até perfuração, algo mais preocupante. A arranhadura, por exemplo, pode acontecer em brincadeiras com areia e terra. Já a perfuração pode ocorrer com lápis, tesouras ou quaisquer outros objetos pontiagudos”, comenta Dra. Marcela.

Cuidado com as bolas

Qual criança nunca levou uma bolada no olho? Sem dúvidas, este tipo de trauma é bastante comum na infância. Quanto maior a bola, menor o risco de lesões mais graves. Entretanto, uma bola de tênis, por exemplo, pode causar uma fratura no osso da órbita ocular. Pancadas mais leves podem causar uma hemorragia na conjuntiva e deixar alguns hematomas ao redor das pálpebras.

“De qualquer maneira, é importante procurar o oftalmologista para avaliar se houve algum dano na retina ou nervo óptico. Em alguns casos, por exemplo, pode ocorrer um descolamento da retina e isto é uma situação que precisa de tratamento imediato”, reforça a especialista.

Uma dica para prevenir acidentes nos olhos durante esportes com bola é o uso de óculos próprios para a prática esportiva.

Arranhões de PETs podem causas lesões e traumas nos olhos

O maior tempo em casa também significa maior convívio com os animais de estimação. Entre os incidentes mais comuns estão arranhaduras de gatos, pássaros e mordidas de cães na região da face.

“Por mais dócil que um animal seja, os pais devem orientar as crianças a não colocarem a cabeça perto da boca do PET. As reações dos bichos são imprevisíveis e é preciso tomar cuidado, principalmente com crianças menores que não têm muita noção da força do carinho ou manuseio com os animais”, orienta Dra. Marcela.

Ainda na área de seres vivos, é preciso também tomar cuidado com plantas venenosas, pontiagudas e que soltam líquidos potencialmente perigosos.

Longe dos olhos e das mãos também!

Os produtos químicos como de limpeza, remédios e demais substâncias nocivas para a saúde, precisam ficar fora do alcance das crianças. Os produtos de limpeza podem causar queimaduras graves na córnea, além de reações alérgicas. Portanto, é preciso guardar estes produtos em locais seguros.

Trauma ocular: o que os pais devem fazer

A conduta dos pais vai depender do tipo de acidente. As pancadas e as perfurações são consideradas emergência. Portanto, nestes casos, é preciso levar a criança imediatamente ao pronto-socorro.

“No caso de contato do olho com areia, terra e produtos químicos a recomendação é lavar os olhos da criança com água de forma abundante e procurar um oftalmologista. Vale lembrar que os pais não devem aplicar nenhum tipo de medicamento, colírio ou pomada nos olhos”, finaliza Dra. Marcela.

Dicas para prevenir traumas e lesões nos olhos

As crianças precisam de repetição para aprender certas coisas. Normalmente, elas não têm nenhuma ou pouca noção do perigo. Por isso, cabe aos pais orientá-las para prevenir os acidentes.

  • Ensine a criança a não colocar o rosto próximo dos animais na hora de brincar
  • Oriente a criança a não correr com objetos pontiagudos nas mãos
  • Se puder, evite oferecer brinquedos como estilingues, bolinhas de gude, armas com jato de água, espadas e outros objetos semelhantes
  • Supervisione brincadeiras com lápis, canetas e outros objetos que ofereçam algum risco de acidente ocular
  • Mantenha produtos químicos fora do alcance da criança, bem como medicamentos em forma de pomadas ou colírios
  • Opte por plantas sem espinhos, pontas e que não sejam tóxicas
  • Preste atenção nos móveis com quinas, objetos de decoração pontiagudos etc.

 

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Controle da miopia: O que é? Como funciona? Onde fazer? https://homolog.marcelabarreira.com.br/controle-da-miopia/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/controle-da-miopia/#respond Wed, 26 Jul 2023 16:51:06 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2501 O controle da miopia na infância e adolescência é fundamental para prevenir doenças oculares no futuro, como descolamento de retina, degeneração macular e catarata. O controle da progressão da miopia, ou seja, do aumento do grau, pode ser feito por meio de recursos como o uso de colírios, lentes especiais e de acompanhamento oftalmológico contínuo. […]

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O controle da miopia na infância e adolescência é fundamental para prevenir doenças oculares no futuro, como descolamento de retina, degeneração macular e catarata. O controle da progressão da miopia, ou seja, do aumento do grau, pode ser feito por meio de recursos como o uso de colírios, lentes especiais e de acompanhamento oftalmológico contínuo.

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, o controle da miopia é particularmente importante para as crianças. Isto porque esta é a fase da vida em que a miopia tem maior probabilidade de progredir ou piorar rapidamente. Este controle também é recomendado durante a adolescência, embora nesta população o ritmo da progressão da miopia seja mais lento”.

Controle da miopia deve iniciar na infância

Estima-se que metade dos adolescentes atinge a estabilidade da progressão da miopia por volta dos 16 anos. Mas temos a outra metade que ainda pode ter aumento no grau. Portanto, o controle da miopia deve continuar até o início da idade adulta.

Miopia não é sobre usar óculos

Infelizmente, os casos de miopia crescem de forma exponencial em todo o mundo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a miopia é um problema de saúde pública.

A projeção da entidade é que em 2050 metade da população mundial será míope. Um dos dados mais preocupantes é que os casos de alta miopia (grau acima de -6D), têm aumentado mais do que a miopia baixa ou moderada, inclusive no Brasil.

“Desta maneira, frente às projeções e dados que temos hoje é possível afirmar que a miopia não é só sobre usar óculos. Precisamos orientar os pais e conscientizá-los sobre a importância das estratégias que podem impedir a progressão da miopia”, afirma Dra. Marcela.

A progressão da miopia significa uma piora na acuidade visual, necessidade frequente de trocar as lentes, além de aumentar o risco de desenvolver problemas oculares ao longo da vida, como o descolamento de retina, degeneração macular, glaucoma e catarata.

Quando começar?

Ao longo dos anos, os estudos evidenciaram que a progressão da miopia é mais rápida em crianças entre 6 e 10 anos. “Por isso, é importante iniciar o controle da miopia assim que possível. As evidências científicas nos mostram que mesmo os graus mais leves de miopia estão associados a um risco maior de desenvolver problemas oculares ao longo da vida”, comenta Dra. Marcela.

Como funciona

O controle da miopia pode ser descrito como cuidados clínicos extras para impedir o aumento do grau. Entre os recursos que podemos usar estão o uso de óculos, a prescrição de colírios de atropina e uso de lentes de contato especiais. “Os cuidados também envolvem a mudança de hábitos, como reduzir drasticamente o tempo de uso de telas e aumentar as atividades ao ar livre”, afirma Dra. Marcela.

“Finalmente, quando a criança recebe o diagnóstico da miopia deve ser acompanhada regularmente por um oftalmopediatra. A periodicidade das consultas podem variar de 3, 6 e 12 meses, dependendo do grau. Os graus mais altos demandam mais cuidado e atenção, mas um grau leve e moderado pode aumentar. Portanto, as visitas ao oftalmologista são essenciais no controle da miopia”, finaliza a especialista.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Miopia patológica quase sempre está ligada a alta miopia https://homolog.marcelabarreira.com.br/miopia-patologica/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/miopia-patologica/#respond Thu, 18 May 2023 12:00:38 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2465 A miopia patológica afeta cerca de 3% da população mundial, com diferenças étnicas na prevalência da doença Antes de mais nada, é fundamental esclarecer que a miopia patológica  é diferente de ter um grau alto de miopia. Porém, pessoas com graus altos de miopia, a partir de -6D, têm um risco aumentado de desenvolver a […]

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A miopia patológica afeta cerca de 3% da população mundial, com diferenças étnicas na prevalência da doença

Antes de mais nada, é fundamental esclarecer que a miopia patológica  é diferente de ter um grau alto de miopia. Porém, pessoas com graus altos de miopia, a partir de -6D, têm um risco aumentado de desenvolver a miopia patológica, também chamada de degenerativa.

A alta miopia é definida com alto grau de erro refrativo, normalmente acima de -6D. Já a miopia patológica é caracterizada pela presença de lesões miópicas típicas na retina, mácula e coroide, estruturas essenciais para a visão.

Danos na retina

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, a miopia degenerativa refere-se a um subconjunto de condições oculares associadas à alta miopia.

“Em algumas pessoas, especialmente quando o grau da miopia é igual ou superior a -6D, o olho continua crescendo e esse alongamento do globo ocular estica e afina a retina, coroide e esclera. Portanto, a miopia patológica é uma condição séria, já que todas as estruturas afetadas pelo crescimento do olho são fundamentais para o processo visual”.

Uma das regiões mais afetadas pela miopia degenerativa é a mácula, região central da retina responsável pela visão em detalhes. A maculopatia miópica é bastante comum, bem como outras complicações na região de trás do olho. “Pessoas com miopia patológica têm risco aumentado de formação precoce de catarata, glaucoma e descolamento de retina, doenças que podem levar à deficiência visual”, comenta a oftalmologista.

A prevalência de miopia patológica é baixa em crianças e adolescentes, mas aumenta com a idade. “Portanto, prevenir e retardar a progressão da miopia são aspectos importantes para que as crianças não desenvolvam a miopia patológica na vida adulta”, alerta Dra. Marcela.

De acordo com estudos, um aumento de 1-D na miopia está associado a um aumento de 67% na prevalência de miopia patológica.

Causas ainda não são totalmente compreendidas

A origem da miopia patológica ainda não é completamente compreendida pela medicina. O que se sabe é que uma pessoa com mais de -6D de miopia tem risco aumentado de desenvolver a doença.

Em relação à prevalência, estima-se que a condição afete cerca de 3% da população mundial. Contudo, é mais prevalente na população asiática e menos comum nas demais etnias. A prevalência de miopia patológica é de 1-19% na miopia leve a moderada e de 50 a 70% nos portadores de alta miopia.

Recentemente, devido a mudanças nos fatores ambientais e de estilo de vida, a prevalência de miopia e alta miopia aumentou rapidamente em todo o mundo. Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que até 2050, metade da população mundial será míope.

Embora ainda não esteja claro se o aumento da prevalência da miopia impacta no aumento dos casos de miopia patológica, é preciso adotar hábitos que possam impedir tanto o desenvolvimento da miopia quanto o aumento do grau nas crianças e adolescentes.

“Hoje há algumas evidências que sugerem que passar mais tempo ao ar livre protege contra o desenvolvimento de miopia. Outro fator determinante é reduzir o uso dos eletrônicos pelas crianças e adolescentes. Além disso, as consultas oftalmológicas na infância são importantes para diagnosticar e tratar de forma precoce a miopia e outros problemas visuais”, afirma Dra. Marcela.

Sem cura

Infelizmente, a miopia patológica não tem cura. Além das lentes corretivas para o grau da miopia, o oftalmologista pode usar recursos com laser e injeções para tratar os problemas que podem surgir na retina.

Por fim, como a miopia patológica é degenerativa, o acompanhamento é para o resto da vida e deve ser feito regularmente. “Quando uma criança tem um grau mais alto de miopia, os pais precisam estar atentos. Além de mudar os hábitos para evitar a progressão do grau, é preciso levar a criança ao oftalmopediatra com mais frequência”, finaliza Dra. Marcela.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo. A médica tem experiência em tratar a ambliopia com tampão. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Principais problemas de visão na prematuridade https://homolog.marcelabarreira.com.br/visao-prematuridade/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/visao-prematuridade/#respond Thu, 17 Nov 2022 15:42:23 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2371 Os principais problemas de visão na prematuridade são a retinopatia da prematuridade e estrabismo. O mês de novembro é dedicado à prematuridade por meio do movimento Novembro Roxo. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 12% dos bebês nascem prematuros, ou seja, antes de completar 37 semanas de gestação. Mas felizmente a […]

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Os principais problemas de visão na prematuridade são a retinopatia da prematuridade e estrabismo.

O mês de novembro é dedicado à prematuridade por meio do movimento Novembro Roxo. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 12% dos bebês nascem prematuros, ou seja, antes de completar 37 semanas de gestação. Mas felizmente a maioria sobrevive à prematuridade.

A prematuridade aumenta o risco de problemas oculares que podem causar perda visual. Isso porque o desenvolvimento da visão ocorre nas últimas 12 semanas de gestação e se completa por volta dos 7 anos de idade.

“Por isso, os bebês prematuros, especialmente àqueles chamados de prematuros extremos, que nascem antes de completar 28 semanas de gestação, têm um risco aumentado para problemas como a retinopatia da prematuridade (ROP), estrabismo e erros refrativos”, explica Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo. 

ROP e cegueira infantil – Visão na Prematuridade

A retinopatia da prematuridade é uma das principais causas de cegueira infantil. A retina, popularmente conhecida como fundo do olho, é uma estrutura essencial para a visão. Os vasos sanguíneos da retina começam a se desenvolver entre a 18ª a 20ª semanas de gestação e continuam a crescer ao longo da gestação.

“Entretanto, quando o bebê nasce antes do tempo, ocorre uma interrupção no crescimento dos vasos na retina.  Quando esse processo se reinicia, os vasos se desenvolvem de forma anormal com risco de rompimento e sangramento”, explica Dra. Marcela.

Nem todos os prematuros desenvolvem a ROP. Os principais fatores de risco da ROP são baixo peso, prematuridade extrema, falta ou excesso de oxigênio, infecções e exsanguineotransfusão, procedimento em que o sangue do bebê é removido e trocado por outro.

Tratamento precoce é fundamental

A retinopatia da prematuridade tem tratamento. O mais importante é que o diagnóstico seja precoce para prevenir a perda visual e outras complicações, como o descolamento de retina.

Hoje, há diversos tratamentos para ROP como a fotocoagulação a laser e injeções com substâncias que inibem o crescimento de novos vasos sanguíneos e a crioterapia.

Estrabismo em prematuros é muito comum

O estrabismo é outra condição muito prevalente nos prematuros, também relacionado à imaturidade orgânica que pode causar alterações nos músculos que controlam os movimentos oculares.

“O estrabismo, em alguns casos, pode estar relacionado a retinopatia da prematuridade, assim como aos erros refrativos e, em alguns casos, ao comprometimento neurológico. Estima-se que de 22 a 47% das crianças que tiveram ROP terão estrabismo e cerca de metade irá apresentar algum grau de ambliopia (olho preguiçoso)”, diz Dra. Marcela.

Como prevenir problemas de visão na prematuridade

Todo bebê que nasce pré-termo precisa ser acompanhado por um equipe multidisciplinar, o que inclui o oftalmopediatra. Na maternidade, o ideal é que o bebê seja avaliado por um oftalmopediatra para o diagnóstico precoce de condições visuais, como a retinopatia da prematuridade, por exemplo.

A recomendação é que a avaliação oftalmológica ocorra entre a 31ª e 33ª semana de idade gestacional ou entre a 4ª e 6ª semana de vida.

O bebê prematuro precisará de consultas com o oftalmopediatra de forma rotineira, até que a visão esteja completa, por volta dos sete ou oito anos, mesmo que não apresente nenhum problema na maternidade.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo.

 A médica atende em seu consultório em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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A progressão da miopia é perigosa? https://homolog.marcelabarreira.com.br/progressao-da-miopia-2/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/progressao-da-miopia-2/#respond Wed, 24 Aug 2022 12:01:42 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2312 A progressão da miopia é perigosa, principalmente nos casos de miopia moderada a grave. O que é progressão da miopia? A progressão da miopia é o termo usado para se referir ao aumento do grau desse erro refrativo, o mais comum em todo o mundo. A miopia afeta cerca de 25% da população em geral. […]

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A progressão da miopia é perigosa, principalmente nos casos de miopia moderada a grave.

O que é progressão da miopia?

A progressão da miopia é o termo usado para se referir ao aumento do grau desse erro refrativo, o mais comum em todo o mundo.

A miopia afeta cerca de 25% da população em geral. Nas crianças e jovens até 18 anos, a prevalência da miopia é maior e tem aumentado nos últimos anos. Estima-se que em 2050 metade da população global desenvolverá a miopia.

O aumento de grau da miopia é normal?

O grau da miopia pode aumentar ao longo da vida sem que isso represente algo potencialmente perigoso para a visão. Contudo, a progressão da miopia pode ameaçar a visão quando a pessoa apresenta graus mais elevados.

Classificação da Miopia

A miopia é um erro refrativo que afeta a visão de longe. As pessoas míopes têm dificuldade para ver objetos distantes, distinguir os rostos de pessoas, enxergar placas de trânsito etc. Em geral, a miopia se manifesta na infância, principalmente durante a fase escolar.

A miopia é classificada de acordo com o grau:

  • Miopia leve – 0,25 a -3 graus

  • Miopia moderada- 3,25 graus a 6 graus

  • Miopia alta – maior que -6 graus

A miopia alta corresponde a cerca de 10 a 20% dos casos de miopia em geral, um número relativamente alto de pacientes que precisam ser acompanhados de perto para prevenir problemas futuros na visão.

Progressão da Miopia

A miopia progressiva costuma afetar crianças e adolescentes que apresentam aumento importante de grau num período menor que um ano.

Vale ressaltar que o aumento do grau é algo corriqueiro. Porém, ele se torna preocupante quando ocorre nos casos moderados e altos de miopia.

Fatores de Risco

A miopia tem um componente genético importante. Isso quer dizer que filhos de pais míopes têm uma chance maior de desenvolver esse erro refrativo. Mas nem todas as pessoas com histórico familiar serão míopes, pois a instalação da miopia depende muito dos fatores ambientais.

Os casos de miopia têm aumentado exponencialmente nos últimos anos. Estudos apontam que o uso excessivo de aparelhos eletrônicos desde muito cedo, a redução das atividades ao ar livre e mais tempo dedicado aos estudos e leituras são fatores de riscos envolvidos na alta prevalência da miopia atualmente.

O que pode causar a progressão da miopia?

Uma vez instalada, a miopia precisa ser acompanhada, especialmente quando é classificada como moderada e alta.

A razão é que a progressão da miopia pode causar danos na parte posterior do globo ocular, como retina e nervo óptico. Essas duas estruturas são essenciais para visão e qualquer dano nessas áreas pode causar perdas visuais importantes. A miopia também pode causar o olho preguiçoso (ambliopia refrativa) e estrabismo.

Outra condição prevalente na alta miopia é o descolamento de retina. As pessoas com graus altos de miopia possuem globos oculares alongados. Esse alongamento altera o tamanho da retina que se torna mais fina e frágil.

Como resultado, a retina pode se descolar das demais camadas da parte posterior do globo ocular. O descolamento de retina é uma condição que pode gerar complicações graves para a visão.

Uma das consequências mais graves da miopia progressiva é o desenvolvimento do glaucoma que causa danos irreversíveis no nervo óptico. Pode ocorrer perda total ou parcial da visão.

Recursos para tratar a progressão da miopia

Atualmente, há alguns recursos que são usados para impedir a progressão da miopia. Entre eles estão colírios, lentes de contato especiais e outros dispositivos.

Contudo, há duas medidas essenciais que devem ser adotadas para casos de miopia progressiva.

  • Aumentar o tempo de atividades ao ar livre

Estudos mostram que a exposição à luz ao ar livre estimula a liberação de dopamina, o que atrasa o início da miopia e pode retardar a sua progressão. A recomendação para atingir esse efeito é de cerca de 90 minutos por dia.

  • Reduzir a exposição a telas (celulares, tablets e computadores)

Um dos principais motivos do aumento do número de casos de miopia em todo o mundo é a exposição excessiva e prolongada de crianças e adolescentes à telas.

A redução do tempo de uso dos dispositivos eletrônicos é uma estratégia mandatória para evitar a progressão da miopia, bem como para prevenir o desenvolvimento desse erro refrativo.

Vale reforçar que até os 2 anos de idade, a criança não deve ser exposta à telas. Acima dessa idade, o tempo de uso de dispositivos eletrônicos também deve ser limitado.

Como impedir a progressão da miopia na infância

O primeiro passo é levar o bebê em seu primeiro ano de vida ao oftalmopediatra. Há casos de miopia congênita ou que surge logo após o nascimento. Portanto, o diagnóstico precoce pode contribuir para prevenir a progressão da miopia.

Quando a criança é diagnosticada com miopia moderada ou alta é fundamental realizar um acompanhamento regular com o oftalmopediatra.

A Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo.

 A médica atende em seu consultório em São Paulo, na região dos Jardins, bem como realiza alguns atendimentos nas cidades do Rio de Janeiro e Sorocaba.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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