Arquivos desenvolvimento da visão - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/desenvolvimento-da-visao/ Oftalmologista infantil especialista em Estrabismo e Neuro Oftalmologia e, Dra. Marcela Barreira - CRM:159.117 - é formada pela Universidade do Paraná com Fellowship na USP e UNIFESP Wed, 24 Jun 2026 18:24:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://homolog.marcelabarreira.com.br/wp-content/uploads/2020/02/icone-100x100.png Arquivos desenvolvimento da visão - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/desenvolvimento-da-visao/ 32 32 Lentes de contato para crianças e adolescentes – O que você precisa saber https://homolog.marcelabarreira.com.br/lentes-de-contato-para-criancas-e-adolescentes-o-que-voce-precisa-saber/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/lentes-de-contato-para-criancas-e-adolescentes-o-que-voce-precisa-saber/#respond Wed, 20 May 2026 13:41:21 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=4723 As lentes de contato para crianças e adolescentes são uma alternativa importante, especialmente para a prática de esportes, em festas ou eventos sociais ou até mesmo no dia a dia, por uma questão estética. Mas será que qualquer criança ou adolescente pode usar lentes de contato? E por que, nessa fase da vida, ainda não […]

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As lentes de contato para crianças e adolescentes são uma alternativa importante, especialmente para a prática de esportes, em festas ou eventos sociais ou até mesmo no dia a dia, por uma questão estética.

Mas será que qualquer criança ou adolescente pode usar lentes de contato? E por que, nessa fase da vida, ainda não é indicar a cirurgia refrativa para eliminar o grau?

Neste texto, vamos explicar tudo o que pais e adolescentes precisam saber sobre as lentes de contato para crianças e adolescentes.

Crianças e adolescentes podem usar lentes de contato?

Sim. Em muitos casos, as lentes de contato podem ser usadas com segurança por crianças e adolescentes. Entretanto, a indicação deve ser feita sempre por um oftalmologista.

Inclusive, é importante dizer que a idade, isoladamente, não é o principal fator que se leva em consideração para a prescrição das lentes. Na verdade, o mais importante é a maturidade do paciente para seguir corretamente os cuidados de higiene, limpeza e tempo de uso das lentes.

Existem adolescentes muito responsáveis e adultos que não conseguem cuidar adequadamente das lentes. Por isso, cada caso demanda uma avaliação individual.

Em quais situações as lentes de contato para crianças e adolescentes podem. ser indicadas?

As lentes de contato podem substituir os óculos em crianças e adolescentes como:

  • Miopia;
  • Astigmatismo;
  • Hipermetropia.

Além disso, as lentes de contato podem ser especialmente úteis para crianças e adolescentes que:

  • Praticam esportes;
  • Sentem desconforto com os óculos;
  • Possuem graus altos;
  • Apresentam diferenças importantes de grau entre os olhos;
  • Têm dificuldades de adaptação aos óculos.

As lentes também podem ajudar na autoestima e na qualidade de vida da criança e do adolescente. Isso porque a adolescência é uma fase desafiadora e os óculos podem se tornar motivo de bullying ou de outras situações sociais que podem afetar o bem-estar.

Quais são os principais cuidados com lentes de contato na adolescência?

O uso inadequado das lentes pode causar complicações sérias, incluindo infecções na córnea que podem comprometer a visão. Por isso, alguns cuidados são indispensáveis:

Higienizar sempre as mãos

Antes de colocar ou retirar as lentes, é fundamental lavar bem as mãos com água e sabão.

Nunca dormir com as lentes

Dormir com lentes aumenta significativamente o risco de infecções e inflamações oculares.

Não usar água para limpar as lentes

As lentes nunca devem ser lavadas com água da torneira, soro fisiológico ou saliva. O correto é utilizar apenas as soluções específicas indicadas pelo oftalmologista.

Não entrar em piscina ou mar usando lentes

O contato com água pode favorecer infecções graves, incluindo a ceratite por Acanthamoeba, um micro-organismo presente em ambientes aquáticos.

Respeitar o tempo de troca

Cada lente possui um período correto de descarte. Utilizar lentes vencidas pode provocar irritação, alergias e lesões na córnea.

Quais sinais merecem atenção?

Os pais devem procurar avaliação oftalmológica imediata caso o adolescente apresente:

  • Vermelhidão nos olhos;
  • Ardência;
  • Dor ocular;
  • Sensação de areia;
  • Lacrimejamento excessivo;
  • Visão embaçada;
  • Sensibilidade à luz;
  • Secreção ocular;

Esses sintomas podem indicar infecção ou inflamação relacionada ao uso das lentes.

Por que crianças e adolescentes não podem fazer cirurgia refrativa?

Essa é uma dúvida muito comum entre adolescentes que desejam abandonar os óculos definitivamente.

A cirurgia refrativa — como LASIK, PRK ou SMILE — normalmente não é indicada antes dos 18 anos. Isso acontece porque, durante a infância e adolescência, o grau ainda costuma estar em mudança.

Na miopia, por exemplo, é muito comum haver progressão ao longo da adolescência. Se a cirurgia ocorrer antes da estabilização do grau, existe grande chance de o paciente voltar a precisar de óculos posteriormente.

Para realizar cirurgia refrativa com segurança, é necessário que:

  • Ter mais de 18 anos;
  • Grau estável há pelo menos 12 meses;
  • A córnea tenha espessura adequada;
  • Não existam doenças como ceratocone;
  • O olho tenha maturidade suficiente para o procedimento.

Além disso, adolescentes ainda apresentam alterações hormonais e crescimento corporal em andamento, fatores que também podem influenciar na evolução do grau.

Por isso, as lentes de contato acabam sendo uma alternativa temporária segura para muitos jovens até que exista idade e estabilidade ocular adequadas para avaliar uma possível cirurgia refrativa no futuro.

Lentes de contato exigem acompanhamento médico

Mesmo quando o adolescente já está adaptado às lentes, o acompanhamento oftalmológico regular continua sendo fundamental.

As consultas permitem avaliar:

  • A saúde da córnea;
  • A lubrificação ocular;
  • A adaptação das lentes;
  • Possíveis alergias ou irritações;
  • Mudanças no grau.

Além disso, o oftalmologista pode orientar qual tipo de lente é mais indicado para cada idade e rotina.

Conclusão

As lentes de contato podem ser uma excelente opção para pré-adolescentes e adolescentes, oferecendo mais liberdade, conforto e praticidade no dia a dia.

Porém, o uso seguro depende de responsabilidade, higiene adequada e acompanhamento oftalmológico regular.

E embora muitos jovens desejem abandonar definitivamente os óculos, a cirurgia refrativa ainda não costuma ser indicada nessa fase, justamente porque o grau geralmente ainda não está estabilizado.

Cada paciente deve ser avaliado individualmente para definir o momento mais seguro e adequado para cada tipo de tratamento.

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica em São Paulo, capital.

Para mais informações, ligue para (11) 96902 8513

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Tempo de tela aumenta risco de miopia, revela estudo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tempo-de-tela-aumenta-risco-de-miopia-revela-estudo/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/tempo-de-tela-aumenta-risco-de-miopia-revela-estudo/#respond Thu, 11 Sep 2025 21:56:07 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=3782 O tempo de tela aumenta o risco de miopia, segundo um estudo recente. Na verdade, a ligação entre o uso de dispositivos eletrônicos e a miopia já está bem estabelecido pelas evidências científicas. Contudo, a novidade é que esse estudo analisou, especificamente, qual o tempo de tela que aumenta o risco de miopia. O estudo […]

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O tempo de tela aumenta o risco de miopia, segundo um estudo recente. Na verdade, a ligação entre o uso de dispositivos eletrônicos e a miopia já está bem estabelecido pelas evidências científicas. Contudo, a novidade é que esse estudo analisou, especificamente, qual o tempo de tela que aumenta o risco de miopia.

O estudo foi publicado no JAMA Network Open, no último mês de fevereiro. O estudo é uma revisão sistemática com meta-análise que reuniu 45 pesquisas, com mais de 335 mil crianças, com idade média de 9,3 anos.

Os resultados do estudo apontaram que cada hora a mais em frente às telas por dia aumenta em 21% as chances de a criança desenvolver miopia. Além disso, os pesquisadores afirmaram que o risco está presente mesmo em crianças que usam a tela durante 1 hora por dia. Entretanto, àquelas que usam telas por volta de 4 horas por dia, têm o dobro de risco de desenvolver a miopia.

Opinião da Especialista

Segundo a oftalmologista infantil, Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo e Chefe do Serviço de Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS), o estudo é importante na medida em que confirma tanto as evidências científicas já existentes, como os casos clínicos do dia a dia.

“Na verdade, o fato é que quanto maior o tempo de tela, maior o risco de desenvolver a miopia. Portanto, a mensagem é clara: é urgente e mandatório repensar o uso das telas por crianças e adolescentes. Embora as telas façam parte do cotidiano, ajudando no aprendizado, na diversão e até na socialização, o uso indiscriminado levanta preocupações em relação à saúde ocular”, alerta Dra. Marcela.

Tempo de tela aumenta risco de miopia – O que os pais precisam fazer

Acima de tudo, ficou claro que o tempo de tela aumenta risco de miopia. Por outro lado, não é fácil e nem realista proibir o uso de dispositivos eletrônicos. Desse modo, o ideal é usar algumas estratégias para proteger a visão. Adicionalmente, é importante reforçar que a moderação é a chave para gerenciar o risco de desenvolver a miopia.

Veja agora algumas dicas que elaboramos com a ajuda da oftalmologista infantil, Dra. Marcela Barreira.

  • Método 20-20-20: a cada 20 minutos usando tela, incentive a criança a olhar por 20 segundos para algo distante, em torno de 6 metros.
  • Mais tempo ao ar livre: brincar fora de casa, em contato com a luz natural, é comprovadamente um fator de proteção contra a miopia.
  • Distância adequada: telas nunca devem ficar coladas ao rosto.
  • Consultas regulares ao oftalmologista: mesmo sem queixas, é fundamental checar a visão com frequência, principalmente durante a infância.

Quanto tempo de tela é seguro para as crianças?

O tempo de tela seguro para os olhos das crianças depende da idade. Dessa maneira, a recomendação dos especialistas e da Sociedade Brasileira de Pediatra é que crianças menores de 2 anos de idade não devem ser expostas a nenhuma tela.

Entre 2 e 5 anos, o uso de telas não deve ultrapassar 1 hora por dia. Já as crianças de 6 a 10 anos podem usar os dispositivos eletrônicos até 2 horas por dia. Para a faixa etária 11 a 18 anos, o uso deve ser limitado a 3 horas por dia.

“Contudo, apesar dessas recomendações, é crucial avaliar o uso das telas, especialmente quando a criança já tem miopia. A razão é que o uso das telas também tem ligação com o aumento do grau (progressão da miopia). Sendo assim, o aumento do grau pode resultar em condições preocupantes na vida adulta, como descolamento de retina e glaucoma, por exemplo. Por isso, é importante que os pais procurem controlar o tempo nas telas”, reforça Dra. Marcela.

 Conclusão – Tempo de tela aumenta risco de miopia

O estudo deixa claro: o de tempo de tela aumenta risco de miopia.  Portanto, deve-se usar o bom senso e buscar um equilíbrio entre o tempo gasto nas telas e as demais atividades. Em um mundo cada vez mais virtual, encontrar o equilíbrio é a chave para que as crianças aproveitem os benefícios da tecnologia sem comprometer a saúde dos olhos e a infância”, finaliza Dra. Marcela.

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica em São Paulo, capital.

Para mais informações, ligue para (11) 3846 02 00

Matéria produzida pela jornalista Leda Maria Sangiorgio – MTB 30.714
É expressamente proibida a cópia parcial ou total do material, sob pena da Lei de Direitos Autorais, número 10.695. 

 

 

 

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Uso de óculos de grau na infância – Tire suas dúvidas https://homolog.marcelabarreira.com.br/uso-de-oculos-de-grau-na-infancia-tire-suas-duvidas/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/uso-de-oculos-de-grau-na-infancia-tire-suas-duvidas/#respond Thu, 30 Jan 2025 14:39:14 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=3162 Uso de óculos de grau na infância é algo relativamente comum, pois boa parte da população apresenta um dos chamados erros refrativos, como miopia, astigmatismo e hipermetropia. Na maioria dos casos, essas condições surgem na infância ou na adolescência. Para falar um pouco mais sobre o uso de óculos de grau na infância, hoje vamos […]

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Uso de óculos de grau na infância é algo relativamente comum, pois boa parte da população apresenta um dos chamados erros refrativos, como miopia, astigmatismo e hipermetropia. Na maioria dos casos, essas condições surgem na infância ou na adolescência.

Para falar um pouco mais sobre o uso de óculos de grau na infância, hoje vamos entrevistar a oftalmologista infantil, Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo e Chefe do Setor de Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS).

Uso de óculos de grau na infância é crucial para o desenvolvimento da visão

“Primeiramente, é importante saber que a visão se desenvolve fora do útero e se completa por volta dos 7 anos de idade. Sendo assim, condições e doenças oftalmológicas que surgem nessa fase, podem interferir no desenvolvimento visual, com impactos importantes na capacidade de enxergar, por exemplo”, explica a especialista.

“Adicionalmente, durante o desenvolvimento da visão podemos realizar intervenções para minimizar ou eliminar condições que ameacem o sistema visual. Mas, é crucial aproveitar o que chamamos de “janela de oportunidade” para tratar ou corrigir problemas na visão, preferencialmente entre os 2 e 4 anos”, aponta Dra. Marcela.

Portanto, a primeira recomendação é levar o bebê em seu primeiro ano de vida para uma avaliação oftalmológica completa.

Uso de óculos de grau na infância – Tire suas dúvidas

Dra. Marcela, como é possível detectar um erro refrativo em bebês e crianças que ainda não falam?

Sem dúvidas, essa é uma pergunta muito comum no dia a dia do consultório. Atualmente, existem inúmeros recursos para realizarmos o exame oftalmológico no público infantil que ainda não desenvolveu a fala.

Para descobrir se a criança tem algum erro refrativo, usamos o esquiascópio. Trata-se de um dispositivo semelhante a uma régua, com diversas lentes. O exame se chama esquiascopia e, preferencialmente, deve ser feito após a dilatação das pupilas. Quando a criança já fala e sabe identificar imagens ou letras, podemos usar o exame de refração tradicional.

Para além disso, realizamos o teste de acuidade visual em que é preciso ler uma tabela com letras. Para crianças que ainda não sabem ler, usamos desenhos e figuras. Nesse exame, podemos avaliar a capacidade de fixação, além de observar se a criança consegue seguir objetos com os dois olhos.

Quais os erros refrativos mais comuns na infância?

A prevalência dos erros refrativos costuma variar muito, de acordo com inúmeros fatores ambientais, genéticos e geográficos. Contudo, hoje a miopia é a mais comum, seguida do astigmatismo e da hipermetropia. Vale adicionar que em muitas crianças, temos o chamado astigmatismo miópico, que é quando a criança apresenta as duas condições ao mesmo tempo.

Os erros refrativos são hereditários?

Sim, mas nem todos. Em outras palavras, o desenvolvimento de um erro refrativo depende de fatores genéticos e ambientais. Por outro lado, a miopia, por exemplo, tem um importante fator genético. Quando ambos os pais têm miopia, a criança tem um risco de 50% de se tornar míope.

Para além de herdar um erro refrativo, temos síndromes genéticas que influenciam na visão. Na síndrome de Down, por exemplo, temos uma prevalência importante de astigmatismo. Já nos bebês prematuros, podemos observar mais casos de hipermetropia do que nos bebês nascidos a termo.

Por que o uso de óculos de grau na infância é importante? Os pais podem optar por não seguir a prescrição do oftalmologista infantil?

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, bem como de organizações e entidades médicas, os erros refrativos não corrigidos na infância são as principais causas de baixa visão e cegueira na infância. Acima de tudo, precisamos conscientizar os pais que os problemas de visão na infância impactam negativamente no desenvolvimento cognitivo, motor, bem como na aprendizagem.

Adicionalmente, quando não tratamos um erro refrativo, a criança pode desenvolver o olho preguiçoso, chamado de ambliopia. Essa condição pode afetar o desenvolvimento da visão binocular, que na vida adulta pode ser um impeditivo para certas profissões, como piloto de avião, cirurgião, entre outras.

Dessa forma, a decisão sobre o uso de óculos de grau na infância é dos pais. Contudo, o oftalmologista precisa conscientizá-los dos prejuízos de não seguir a prescrição e as recomendações médicas. Por fim, é preciso reforçar que as intervenções precoces aumentam a chance de eliminar ou evitar os problemas visuais mais sérios e, para isso, precisamos tratar antes dos 7 anos de idade.

Como convencer a criança a usar os óculos de grau

Realmente, nem sempre é fácil convencer uma criança de que ela precisa usar óculos de grau. Para ajudar os pais nessa missão, quase impossível, preparamos algumas dicas com a juda da Dra. Marcela Barreira. Confira abaixo

  • Reação positiva e natural – As crianças são sensíveis e percebem as emoções e reações dos pais. Por isso, no momento do diagnóstico, a reação dos pais deve ser o mais natural possível. Afinal, os erros refrativos não são doença, apenas uma característica anatômica dos olhos.
  • Procure expor o lado “positivo” – Caso um dos pais use óculos, a melhor maneira de convencer a criança a usar os seus é fazer a identificação com a causa. Em outras palavras, mostre para a criança que ela vai ficar “igual” ao papai ou a mamãe, ou ainda a colegas, professores e outras pessoas que façam parte do convívio social.
  • Torne o momento de comprar os óculos lúdico – Atualmente, algumas óticas possuem espaços dedicados às crianças. Mesmo que você não encontre esse tipo de estabelecimento, vale à pena inserir a criança na escolha da armação, caso ela tenha idade para isso.
  • Seja persistente – Apesar de bebês e crianças menores aceitarem de maneira mais tranquila, sempre existem as exceções. Sendo assim, quando a rebeldia surgir, a dica é ser persistente e ter uma boa parceria com o oftalmopediatra.

Como escolher o óculos de grau para crianças? Leia nosso artigo sobre o assunto.

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica em São Paulo, capital, na Vila Nova Conceição. 

Para mais informações, ligue para (11) 3846-0200

 

Matéria produzida pela jornalista Leda Maria Sangiorgio – MTB 30.714
É expressamente proibida a cópia parcial ou total do material, sob pena da Lei de Direitos Autorais, número 10.695. 

 

 

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