Arquivos infecção no olho - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/infeccao-no-olho/ Oftalmologista infantil especialista em Estrabismo e Neuro Oftalmologia e, Dra. Marcela Barreira - CRM:159.117 - é formada pela Universidade do Paraná com Fellowship na USP e UNIFESP Wed, 24 Jun 2026 15:21:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://homolog.marcelabarreira.com.br/wp-content/uploads/2020/02/icone-100x100.png Arquivos infecção no olho - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/infeccao-no-olho/ 32 32 Molusco contagioso nos olhos – Sinais e Sintomas https://homolog.marcelabarreira.com.br/molusco-contagioso-nos-olhos-sinais-e-sintomas/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/molusco-contagioso-nos-olhos-sinais-e-sintomas/#respond Wed, 11 Dec 2024 11:35:25 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=3016 Hoje vamos falar um pouco mais sobre o molusco contagioso nos olhos. Embora seja uma infecção que afeta a pele, a doença pode se espalhar para outras regiões, como a face e a região das pálpebras. Para entender melhor os sinais e sintomas do molusco contagioso nos olhos, vamos entrevistar a oftalmopediatra, Dra. Marcela Barreira, […]

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Hoje vamos falar um pouco mais sobre o molusco contagioso nos olhos. Embora seja uma infecção que afeta a pele, a doença pode se espalhar para outras regiões, como a face e a região das pálpebras.

Para entender melhor os sinais e sintomas do molusco contagioso nos olhos, vamos entrevistar a oftalmopediatra, Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo.

Entenda melhor o que é o molusco contagioso

Primeiramente, é importante saber que o molusco contagioso é uma infecção viral, muito prevalente na infância, que atinge a pele. Os principais sinais são bolhas rosadas ou esbranquiçadas na pele. Já os sintomas são dor nas lesões, coceira e inflamação.

O vírus que causa o molusco contagioso é o Molluscipoxvirus, que pertence ao grupo dos Poxvirus. “Trata-se de um vírus extremamente contagioso, cuja transmissão acontece pelo contato direto com superfícies contaminadas, bem como pelo compartilhamento de objetos de uso pessoal”, explica a médica.

“Inicialmente, o vírus afeta a pele do corpo, mas pode facilmente se espalhar e chegar à face. Portanto, nesses casos, o molusco contagioso nos olhos é resultado de uma autoinoculação. Em outras palavras, o responsável por levar o vírus para outras regiões do corpo é o próprio paciente”, alerta Dra. Marcela.

Molusco contagioso nos olhos pode ameaçar a visão

O molusco contagioso nos olhos pode causar alguns problemas preocupantes. “Infelizmente, as crianças tendem a colocar as mãos na boca, nos olhos e na face de forma excessiva e, na maioria das vezes, de forma automática. Dessa forma, podem levar o vírus facilmente para essas áreas e infectar a região ocular”, reforça a oftalmologista.

Sendo assim, quando o molusco contagioso se desenvolve na pele das pálpebras, pode evoluir para complicações como a conjuntivite folicular crônica.

“O problema é que as lesões liberam toxinas que o vírus produz. Essas substâncias podem causar irritação na conjuntiva, tecido que recobre a parte da frente do globo ocular. Para além disso, podem surgir sintomas como coceira, vermelhidão e sensação de areia nos olhos Lamentavelmente, caso a infecção se agrave, podemos ter uma evolução para o tecido da córnea ou ainda uma infecção bacteriana secundária”, ressalta Dra. Marcela.

Como acontece a transmissão

Com a chegada das férias de verão, os pais precisam ficar ainda mais atentos. Isso porque o risco de contrair o vírus é maior em crianças que frequentam piscinas e chuveiros de clubes, academias e condomínios, por exemplo. Outro ponto de atenção é que esse vírus tem uma resistência muito grande e consegue sobreviver nas superfícies, como os pisos das piscinas, chuveiros e vestiários, por exemplo.

“Vale lembrar que o compartilhamento de toalhas, sabonetes e até mesmo brinquedos também é um meio de transmissão. Enfim, o calor e a umidade também são condições ideais para a sobrevivência e proliferação do Molluscipoxvirus”, conta Dra. Marcela.

Por fim, é importante entender que o molusco contagioso pode atingir pessoas de todas as idades. Entretanto, é mais prevalente em crianças ou pessoas imunodeprimidas, bem como àquelas com doenças de pele, como a dermatite atópica.

Diagnóstico e tratamento

Como o molusco contagioso é uma doença de pele, os pais devem procurar, em primeiro lugar, um dermatologista. O diagnóstico é clínico, sem necessidade de exames, ou seja, o exame da pele da criança já é suficiente para detectar a doença.

Apesar disso, o molusco contagioso nos olhos demanda uma consulta com um oftalmologista. Dessa forma, os pais devem ficar atentos ao surgimento dos sinais e sintomas na região ocular. Em geral, as lesões na pele se resolvem de espontânea, em torno de 6 a 12 meses.

“Por outro lado, o molusco contagioso nos olhos pode demandar tratamento ou até mesmo se remoção cirúrgica das lesões, especialmente as próximas dos”, finaliza Dra. Marcela.

Como prevenir o molusco contagioso

  • Use chinelos ao frequentar piscinas de uso comum (clubes, academias, condomínios etc.);
  • Ensine a criança a não compartilhar objetos de uso pessoal, sempre que possível;
  • Por ser uma doença muito contagiosa, o risco de transmissão entre os membros da família é grande, especialmente se há outras crianças na casa. Portanto, procure separar a roupa de banho e de cama, bem como outros objetos de uso pessoal;
  • Para evitar que a criança coce as lesões e espalhe a infecção para outras áreas do corpo, cubra as lesões com gases e curativos. Esse cuidado também previne a contaminação de outras pessoas;
  • Oriente a criança a lavar as mãos com frequência, além de investir no uso do álcool em gel;
  • Lembre-se que é possível evitar no molusco contagioso nos olhos com uma boa orientação. Quando possível, explique para a criança que ela precisa evitar tocar nos olhos durante o período da infecção.

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica em São Paulo, capital.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

Matéria produzida pela jornalista Leda Maria Sangiorgio – MTB 30.714
É expressamente proibida a cópia parcial ou total do material, sob pena da Lei de Direitos Autorais, número 10.695. 

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Sinais e sintomas da conjuntivite viral em crianças https://homolog.marcelabarreira.com.br/sinais-e-sintomas-da-conjuntivite-viral/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/sinais-e-sintomas-da-conjuntivite-viral/#respond Thu, 27 Jun 2024 10:54:40 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2700 Os sinais e sintomas da conjuntivite viral em crianças são vermelhidão ocular intensa nos dois olhos, coceira, irritação, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos, ardência ocular e sensibilidade à luz. Outra manifestação é a produção de secreção esbranquiçada e aquosa, que pode formar crostas nas margens palpebrais e nos cílios. Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra […]

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Os sinais e sintomas da conjuntivite viral em crianças são vermelhidão ocular intensa nos dois olhos, coceira, irritação, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos, ardência ocular e sensibilidade à luz. Outra manifestação é a produção de secreção esbranquiçada e aquosa, que pode formar crostas nas margens palpebrais e nos cílios.

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra e especialista em estrabismo, sem dúvidas a manifestação mais característica da conjuntivite é a vermelhidão ocular. “Contudo, a doença pode ter origem viral, bacteriana ou alérgica. O que nos ajuda a diferenciar são alguns sintomas, como a cor da secreção, bem como o histórico de saúde da criança. Isto porque, a conjuntivite viral quase sempre está associada a um quadro viral, como resfriados e gripes”.

“A secreção produzida na forma viral é mais esbranquiçada e aquosa. Além disto, a produção é mais intensa. Este aspecto é importante na hora do diagnóstico, pois nos ajuda a diferenciar a forma viral da bacteriana. Os demais sintomas são bem semelhantes”, adiciona a especialista.

Conjuntivite viral responde a 80% dos casos da doença

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, tecido que reveste a parte da frente do globo ocular. A estimativa é que em 80% dos casos, a origem da conjuntivite é viral. Estudos apontam que em 90% dos casos da conjuntivite viral, o adenovírus (vírus causador do resfriado comum) é o agente causador da doença.

Outros vírus que podem levar ao desenvolvimento de uma conjuntivite viral são o enterovírus, o vírus da herpes simples, varicela-zoster, vírus da catapora, caxumba, gripe e covid-19.

Primeiros sinais e sintomas da conjuntivite viral

A conjuntivite viral começa a se manifestar cerca de 5 a 12 dias após a contaminação pelo agente viral, chamado de período de incubação. O primeiro sinal é a vermelhidão ocular, produção de secreção aquosa e irritação nos olhos.

Geralmente, os sintomas começam em um olho e se espalham para o outro, de forma rápida. Os demais sinais e sintomas da conjuntivite viral aparecem no decorrer dos dias.

Vamos relembrar os sinais e sintomas da conjuntivite viral

  • Vermelhidão ocular
  • Coceira
  • Irritação
  • Sensação de areia nos olhos
  • Sensibilidade à luz
  • Produção de secreção esbranquiçada e aquosa

Diagnóstico e tratamento

Como a conjuntivite viral é altamente contagiosa, o ideal é procurar um oftalmologista na presença dos sintomas. O diagnóstico costuma ser dado após um exame clínico, sem necessidade de exames adicionais. “Em geral, o foco do tratamento é aliviar os sintomas e o desconforto. Para isto, costumamos recomendar compressas frias e limpeza dos olhos. Também podemos prescrever colírios de lágrimas artificiais”, aponta Dra. Marcela.

Os sinais e sintomas da conjuntivite viral podem durar de 1 a 3 semanas, nos casos mais severos. Mas é uma doença autolimitada, que desparece sem necessidade de usar medicamentos.

Isolamento é imprescindível durante vigência dos sinais e sintomas da conjuntivite viral

Na vigência dos sinais e sintomas da conjuntivite viral, é imprescindível o afastamento da criança das atividades escolares e sociais. A taxa de transmissão é alta e pode ocorrer por contato direto ou indireto.

“A secreção produzida nos olhos é repleta de vírus. Como a criança pode se sentir incomodada com os sinais e sintomas da conjuntivite viral, tem a tendência de tocar os olhos e, em seguida, pega objetos e tocar em outras superfícies, como celulares, corrimãos, lápis, copos, talheres etc. O vírus também pode ser transmitido por tosses, espirros, abraços e beijos. Portanto, o isolamento é obrigatório para não passar a doença para outras crianças e adultos”, alerta Dra. Marcela.

Nas escolas, a taxa de transmissão é ainda mais elevada, devido aos espaços mais fechados, contatos sociais mais próximos, além do compartilhamento de brinquedos, materiais escolares e outros objetos.

Prevenção da conjuntivite viral

Nos meses do outono e inverno, é mais comum termos quadros de conjuntivite viral, devido a maior permanência em espaços fechados. Para além disto, nesta época do ano temos mais quadros virais, como gripes e resfriados. “Desta forma, é muito importante que os pais orientem as crianças a lavarem as mãos de forma frequente e evitar tocar nos olhos ou coçá-los”, orienta Dra. Marcela.

Na presença dos sintomas como vermelhidão intensa, sensação de areia nos olhos e acúmulo de secreção é fundamental procurar o oftalmologista. Outro alerta importante é que não se deve usar colírios ou outros medicamentos nos olhos por conta própria.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra geral e especialista em estrabismo. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Celulite orbitária: quais os sinais e como é o tratamento? https://homolog.marcelabarreira.com.br/celulite-orbitaria/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/celulite-orbitaria/#respond Thu, 07 Sep 2023 14:15:01 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2524 Celulite orbitária é uma infecção potencialmente perigosa que atinge os tecidos moles da órbita posterior ao septo orbital. A órbita é uma cavidade na parte da frente do crânio em que se encontram o globo ocular, músculos, vasos sanguíneos, nervo óptico, glândulas lacrimais, gordura e tecido conjuntivo. Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, […]

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Celulite orbitária é uma infecção potencialmente perigosa que atinge os tecidos moles da órbita posterior ao septo orbital. A órbita é uma cavidade na parte da frente do crânio em que se encontram o globo ocular, músculos, vasos sanguíneos, nervo óptico, glândulas lacrimais, gordura e tecido conjuntivo.

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, existe uma elevação na incidência de celulite orbitária no inverno nacional, devido ao aumento dos casos de sinusite nesta época do ano. “Como as infecções respiratórias são mais frequentes nas crianças, principalmente naquelas que frequentam escolas e creches, os pais precisam ficar atentos aos sintomas e procurar um médico”.

Mas vale lembrar que a celulite ocular pode ter outras causas como infecções dentárias, resultado de cirurgias nos olhos, infecção por fungos, entre outras.

Celulite orbitária: Sinais e Sintomas

O sintoma que mais chama atenção é o inchaço intenso na região ao redor do globo ocular, a ponto do fechamento quase completo das pálpebras. “Outros sintomas típicos são vermelhidão, calor local e a criança também pode ter febre. O movimento ocular dói bastante, pode ocorrer inchaço da conjuntiva, dor de cabeça, secreção purulenta nasal e mal-estar geral”, aponta Dra. Marcela.

Emergência médica

A celulite orbitária é uma doença grave. Estima-se que 11% dos casos podem evoluir para a perda da visão. Ao notar a presença de alguns dos sinais e sintomas, principalmente inchaço intenso e vermelhidão, os pais precisam levar a criança ao pronto-socorro.

Hoje, o que mais preocupa os médicos é o risco de a celulite evoluir para um quadro de meningite. “Isto porque os olhos, os seios da face (os espaços que ficam no interior da face e do crânio), a mucosa nasal e o cérebro estão localizados muito próximos uns dos outros. Esta característica anatômica aumenta o risco da infecção se espalhar. Na maioria dos casos, a criança é internada para administração endovenosa de antibiótico”, alerta Dra. Marcela.

Como prevenir a celulite orbitária

A prevenção da celulite orbitária depende bastante do tratamento da condição de base, ou seja, da doença que levou ao seu desenvolvimento.

“A sinusite infecciosa, por exemplo, deve ser tratada com antibióticos e isto já reduz o risco de complicações, como a celulite ocular. No mais, os pais devem ficar atentos a presença de sinais e sintomas e levar a criança ao oftalmopediatra ou ao pronto socorro para descartar ou confirmar o diagnóstico”, finaliza Dra. Marcela.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Celulite ocular infantil: O que é? Quais os sintomas? Como tratar? https://homolog.marcelabarreira.com.br/celulite-ocular-infantil/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/celulite-ocular-infantil/#respond Wed, 22 Dec 2021 15:32:35 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2182 A celulite ocular infantil é uma infecção grave que afeta os tecidos moles da órbita ocular. Antes de mais nada, é muito importante dizer que a celulite ocular infantil é uma emergência médica! A doença também é conhecida como celulite orbitária, já que afeta a região ao redor dos olhos.  Qual é a causa? A […]

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A celulite ocular infantil é uma infecção grave que afeta os tecidos moles da órbita ocular.

Antes de mais nada, é muito importante dizer que a celulite ocular infantil é uma emergência médica!

A doença também é conhecida como celulite orbitária, já que afeta a região ao redor dos olhos.

 Qual é a causa?

A causa da celulite orbitária infantil é uma infecção. Normalmente, é um quadro que aparece depois de uma sinusite ou de uma conjuntivite. Isso ocorre em 90% dos casos.

Por que a celulite ocular é grave?

A doença é considerada uma emergência médica, pois, além da região orbital, pode afetar o nervo óptico e o sistema nervoso central.

Com isso, a evolução da doença é potencialmente perigosa caso não seja tratada precocemente.

O que pode acontecer quando a celulite ocular não é tratada?

Infelizmente, quando o diagnóstico e o tratamento não são feitos de forma precoce, pode haver perda parcial ou total da visão.

Outra consequência mais severa é a evolução da celulite ocular para um quadro de meningite, com comprometimento neurológico e sequelas importantes.

 Como uma infecção no olho pode chegar ao cérebro?

Isso pode ocorrer pela proximidade dos olhos com os seios da face (os espaços que ficam no interior da face e do crânio), a mucosa nasal e cérebro. Com isso, a bactéria pode se espalhar para essas estruturas, causando assim outras infecções, como a meningite.

Quais são os sintomas da celulite ocular?

  • Inchaço ao redor dos olhos
  • Vermelhidão
  • Febre
  • Dor no olho
  • Calor local
  • Prostração

A celulite ocular só atinge crianças?

Não, a doença pode afetar qualquer pessoa. Contudo, é mais prevalente em crianças e adolescentes, entre 7 e 12 anos.

Uma das razões é que nessa faixa etária, o sistema imunológico ainda não está totalmente desenvolvido.

 Qual médico trata a celulite ocular?

Uma vez que a doença afeta os olhos, é preciso procurar um oftalmologista. No caso das crianças, o ideal é consultar um oftalmopediatra.

O diagnóstico, geralmente, é feito com a ajuda de exames de sangue para confirmar ou não a infecção.

Além disso, são feitos exames para avaliar o movimento dos olhos, a pressão ocular e como as pupilas reagem à luz. Em outros casos, podem ser necessários até exames neurológicos.

Como é feito o tratamento?

Em geral, a criança é internada para que o antibiótico seja administrado na veia devido ao fato de que a ação do medicamento é mais rápida para combater a infecção quando administrada dessa forma.

Como diferenciar os sintomas de uma alergia ou conjuntivite?

Os sintomas podem ser parecidos com os da conjuntivite. Entretanto, a febre e a prostração da criança, são sinais importantes que indicam uma infecção.

Outro ponto é que quando esses sintomas surgem após um quadro de sinusite ou de uma conjuntivite, pode ser um sinal de alerta para os pais.

Lembre-se: Ao notar os sintomas e sinais da celulite ocular, procure um oftalmologista de forma urgente.

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