Arquivos óculos de grau - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/oculos-de-grau/ Oftalmologista infantil especialista em Estrabismo e Neuro Oftalmologia e, Dra. Marcela Barreira - CRM:159.117 - é formada pela Universidade do Paraná com Fellowship na USP e UNIFESP Wed, 24 Jun 2026 18:24:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://homolog.marcelabarreira.com.br/wp-content/uploads/2020/02/icone-100x100.png Arquivos óculos de grau - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/oculos-de-grau/ 32 32 Lentes de contato para crianças e adolescentes – O que você precisa saber https://homolog.marcelabarreira.com.br/lentes-de-contato-para-criancas-e-adolescentes-o-que-voce-precisa-saber/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/lentes-de-contato-para-criancas-e-adolescentes-o-que-voce-precisa-saber/#respond Wed, 20 May 2026 13:41:21 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=4723 As lentes de contato para crianças e adolescentes são uma alternativa importante, especialmente para a prática de esportes, em festas ou eventos sociais ou até mesmo no dia a dia, por uma questão estética. Mas será que qualquer criança ou adolescente pode usar lentes de contato? E por que, nessa fase da vida, ainda não […]

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As lentes de contato para crianças e adolescentes são uma alternativa importante, especialmente para a prática de esportes, em festas ou eventos sociais ou até mesmo no dia a dia, por uma questão estética.

Mas será que qualquer criança ou adolescente pode usar lentes de contato? E por que, nessa fase da vida, ainda não é indicar a cirurgia refrativa para eliminar o grau?

Neste texto, vamos explicar tudo o que pais e adolescentes precisam saber sobre as lentes de contato para crianças e adolescentes.

Crianças e adolescentes podem usar lentes de contato?

Sim. Em muitos casos, as lentes de contato podem ser usadas com segurança por crianças e adolescentes. Entretanto, a indicação deve ser feita sempre por um oftalmologista.

Inclusive, é importante dizer que a idade, isoladamente, não é o principal fator que se leva em consideração para a prescrição das lentes. Na verdade, o mais importante é a maturidade do paciente para seguir corretamente os cuidados de higiene, limpeza e tempo de uso das lentes.

Existem adolescentes muito responsáveis e adultos que não conseguem cuidar adequadamente das lentes. Por isso, cada caso demanda uma avaliação individual.

Em quais situações as lentes de contato para crianças e adolescentes podem. ser indicadas?

As lentes de contato podem substituir os óculos em crianças e adolescentes como:

  • Miopia;
  • Astigmatismo;
  • Hipermetropia.

Além disso, as lentes de contato podem ser especialmente úteis para crianças e adolescentes que:

  • Praticam esportes;
  • Sentem desconforto com os óculos;
  • Possuem graus altos;
  • Apresentam diferenças importantes de grau entre os olhos;
  • Têm dificuldades de adaptação aos óculos.

As lentes também podem ajudar na autoestima e na qualidade de vida da criança e do adolescente. Isso porque a adolescência é uma fase desafiadora e os óculos podem se tornar motivo de bullying ou de outras situações sociais que podem afetar o bem-estar.

Quais são os principais cuidados com lentes de contato na adolescência?

O uso inadequado das lentes pode causar complicações sérias, incluindo infecções na córnea que podem comprometer a visão. Por isso, alguns cuidados são indispensáveis:

Higienizar sempre as mãos

Antes de colocar ou retirar as lentes, é fundamental lavar bem as mãos com água e sabão.

Nunca dormir com as lentes

Dormir com lentes aumenta significativamente o risco de infecções e inflamações oculares.

Não usar água para limpar as lentes

As lentes nunca devem ser lavadas com água da torneira, soro fisiológico ou saliva. O correto é utilizar apenas as soluções específicas indicadas pelo oftalmologista.

Não entrar em piscina ou mar usando lentes

O contato com água pode favorecer infecções graves, incluindo a ceratite por Acanthamoeba, um micro-organismo presente em ambientes aquáticos.

Respeitar o tempo de troca

Cada lente possui um período correto de descarte. Utilizar lentes vencidas pode provocar irritação, alergias e lesões na córnea.

Quais sinais merecem atenção?

Os pais devem procurar avaliação oftalmológica imediata caso o adolescente apresente:

  • Vermelhidão nos olhos;
  • Ardência;
  • Dor ocular;
  • Sensação de areia;
  • Lacrimejamento excessivo;
  • Visão embaçada;
  • Sensibilidade à luz;
  • Secreção ocular;

Esses sintomas podem indicar infecção ou inflamação relacionada ao uso das lentes.

Por que crianças e adolescentes não podem fazer cirurgia refrativa?

Essa é uma dúvida muito comum entre adolescentes que desejam abandonar os óculos definitivamente.

A cirurgia refrativa — como LASIK, PRK ou SMILE — normalmente não é indicada antes dos 18 anos. Isso acontece porque, durante a infância e adolescência, o grau ainda costuma estar em mudança.

Na miopia, por exemplo, é muito comum haver progressão ao longo da adolescência. Se a cirurgia ocorrer antes da estabilização do grau, existe grande chance de o paciente voltar a precisar de óculos posteriormente.

Para realizar cirurgia refrativa com segurança, é necessário que:

  • Ter mais de 18 anos;
  • Grau estável há pelo menos 12 meses;
  • A córnea tenha espessura adequada;
  • Não existam doenças como ceratocone;
  • O olho tenha maturidade suficiente para o procedimento.

Além disso, adolescentes ainda apresentam alterações hormonais e crescimento corporal em andamento, fatores que também podem influenciar na evolução do grau.

Por isso, as lentes de contato acabam sendo uma alternativa temporária segura para muitos jovens até que exista idade e estabilidade ocular adequadas para avaliar uma possível cirurgia refrativa no futuro.

Lentes de contato exigem acompanhamento médico

Mesmo quando o adolescente já está adaptado às lentes, o acompanhamento oftalmológico regular continua sendo fundamental.

As consultas permitem avaliar:

  • A saúde da córnea;
  • A lubrificação ocular;
  • A adaptação das lentes;
  • Possíveis alergias ou irritações;
  • Mudanças no grau.

Além disso, o oftalmologista pode orientar qual tipo de lente é mais indicado para cada idade e rotina.

Conclusão

As lentes de contato podem ser uma excelente opção para pré-adolescentes e adolescentes, oferecendo mais liberdade, conforto e praticidade no dia a dia.

Porém, o uso seguro depende de responsabilidade, higiene adequada e acompanhamento oftalmológico regular.

E embora muitos jovens desejem abandonar definitivamente os óculos, a cirurgia refrativa ainda não costuma ser indicada nessa fase, justamente porque o grau geralmente ainda não está estabilizado.

Cada paciente deve ser avaliado individualmente para definir o momento mais seguro e adequado para cada tipo de tratamento.

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica em São Paulo, capital.

Para mais informações, ligue para (11) 96902 8513

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Lentes de contato na adolescência – Cuidados e Dicas https://homolog.marcelabarreira.com.br/lentes-de-contato-na-adolescencia-cuidados-e-dicas/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/lentes-de-contato-na-adolescencia-cuidados-e-dicas/#respond Thu, 04 Sep 2025 16:48:21 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=3765 As lentes de contato na adolescência podem ser uma ótima opção para a prática de esportes e maior liberdade em inúmeras atividades do dia a dia. Por outro lado, o uso das lentes na adolescência exige uma série de cuidados. Hoje, vamos falar mais sobre o assunto em homenagem ao movimento Setembro Safira. A campanha […]

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As lentes de contato na adolescência podem ser uma ótima opção para a prática de esportes e maior liberdade em inúmeras atividades do dia a dia. Por outro lado, o uso das lentes na adolescência exige uma série de cuidados.

Hoje, vamos falar mais sobre o assunto em homenagem ao movimento Setembro Safira. A campanha foi criada para aumentar a conscientização sobre o uso responsável das lentes de contato.

Para isso, vamos entrevistar a oftalmologista infantil, Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo e Chefe do Serviço de Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS).

Erros refrativos não corrigidos são a principal causa de problemas visuais na infância

Primeiramente, vamos falar um pouco mais sobre os erros refrativos, já que as lentes de contato servem para corrigi-los. Acima de tudo, os erros refrativos como a miopia, a hipermetropia e o astigmatismo são as principais causas de deficiência visual em crianças. Sendo assim, os problemas na visão impactam, de forma significativa, no desenvolvimento global dos pequenos.

Segundo um estudo de 2024, a prevalência dos erros refrativos varia entre diferentes populações, influenciada por fatores genéticos, ambientais e comportamentais. Mas, a pesquisa apontou uma estimativa de prevalência na população infantojuvenil brasileira de 22% para miopia, 18% para hipermetropia e 16% para astigmatismo.

“Apesar dos erros refrativos serem relativamente comuns, a detecção nem sempre é precoce. Desse modo, os pais costumam procurar o oftalmologista apenas quando a criança vai para a escola e começa a apresentar problemas na aprendizagem, por exemplo. Por outro lado, basta a criança usar os óculos para normalizar a visão”, aponta Dra. Marcela.

Adaptação aos óculos pode ser difícil

Embora possa parecer simples usar óculos, nem sempre é uma missão fácil para os pais. As crianças pequenas, especialmente os bebês, podem sentir mais desconforto e remover os óculos a todo momento.

“Já as maiores podem sentir vergonha ou desconforto na hora de praticar esportes ou brincar, por exemplo. Adicionalmente, os adolescentes podem ser mais resistentes aos óculos. Isso porque há mais prevalência da prática de bullying nas escolas na fase da pré-adolescência e adolescência”, comenta a oftalmologista.

Dessa maneira, as lentes de contato podem ser uma boa escolha para crianças maiores e adolescentes.

Lentes de contato na adolescência – Qual o momento certo?

Agora vamos falar sobre o momento certo de colocar as lentes de contato na adolescência. “A primeira regra é que a criança ou adolescente já tenha autonomia e responsabilidade. Além disso, precisa entender que é mandatório realizar a higiene diária das lentes e do estojo. Enfim, também é importante seguir as orientações do oftalmologista sobre o tempo de uso”, reforça Dra. Marcela.

Contudo, vale frisar que também é obrigatório que os pais supervisionem o uso das lentes de contato, bem como avaliem se o adolescente está realizando a limpeza das lentes, do estojo e usando de acordo com o tempo recomendado.

Lentes de contato na adolescência ajudam na autoestima

Naturalmente, que todo mundo sabe que a adolescência é uma época cheia de desafios e talvez uma das fases mais desafiadoras da vida. Além das mudanças físicas e emocionais, é preciso lidar com a vida social, com a aceitação dos grupos, amizades, relacionamentos amorosos e, claro, o bullying.

Desse modo, as lentes de contato na adolescência podem contribuir para evitar certas situações. Ademais, sem os óculos, o adolescente pode ter mais autoconfiança e isso também ajuda na autoestima. Outro benefício importante é permitir a prática de esportes com mais segurança, por exemplo”, ressalta Dra. Marcela.

Lentes de contato na adolescência – Quais os riscos

Independentemente da fase da vida, as lentes de contato não são isentas de risco. Pelo contrário, o mau uso desses dispositivos pode trazer uma série de problemas sérios para a visão.

“As lentes de contato alteram a fisiologia dos olhos, principalmente quando a pessoa é usuária há muito tempo. Durante o uso das lentes, há diversos fatores físicos e ambientais acontecendo, especialmente na córnea. A falta de limpeza e o uso ininterrupto (como dormir de lentes) são os principais fatores de risco para o desenvolvimento da ceratite. Trata-se de uma infecção grave na córnea, que pode levar à perda da visão”, alerta Dra. Marcela.

Normalmente, a ceratite em pessoas que usam lentes de contato tem como causa a contaminação pela Acanthamoeba. Esse micro-organismo é um protozoário que vive na água doce, como a água da torneira, piscinas, entre outros meios aquáticos.

“Outro problema comum em quem usa lentes de contato é o desenvolvimento do olho seco, irritações constantes e até mesmo alergia. Por esses motivos, a decisão de usar lentes de contato na adolescência deve ser muito bem pensada. Além disso, sempre deve ter a prescrição de um oftalmologista”, finaliza Dra. Marcela.

Sinais de alerta de problemas causados pelas lentes de contato

  • Ardência ocular
  • Coceira
  • Vermelhidão
  • Sensação de areia nos olhos
  • Lacrimejamento em excesso
  • Visão embaçada
  • Dor nos olhos
  • Acúmulo de secreção nos olhos

Na presença dos sintomas, os pais devem levar o adolescente para uma consulta oftalmológica.

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica em São Paulo, capital.

Para mais informações, ligue para (11) 3846 02 00

Matéria produzida pela jornalista Leda Maria Sangiorgio – MTB 30.714
É expressamente proibida a cópia parcial ou total do material, sob pena da Lei de Direitos Autorais, número 10.695. 

 

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Tratamento do estrabismo acomodativo – Como funciona https://homolog.marcelabarreira.com.br/tratamento-do-estrabismo-acomodativo-como-funciona/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/tratamento-do-estrabismo-acomodativo-como-funciona/#respond Tue, 26 Aug 2025 13:14:49 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=3725 O tratamento do estrabismo acomodativo é realizado por meio do uso de óculos, para corrigir a hipermetropia. Trata-se do único tipo de desvio ocular que não tem indicação para correção cirúrgica. Para entender melhor como funciona o tratamento do estrabismo acomodativo, hoje vamos entrevistar a oftalmologista infantil, Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo e Chefe […]

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O tratamento do estrabismo acomodativo é realizado por meio do uso de óculos, para corrigir a hipermetropia. Trata-se do único tipo de desvio ocular que não tem indicação para correção cirúrgica.

Para entender melhor como funciona o tratamento do estrabismo acomodativo, hoje vamos entrevistar a oftalmologista infantil, Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo e Chefe do Serviço de Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS).

Entenda melhor o estrabismo acomodativo

Primeiramente, é importante entender o que é o estrabismo acomodativo. Trata-se do desvio do olho para dentro, decorrente de algum grau de hipermetropia. Esse erro refrativo dificulta a visão de perto.

“Dessa maneira, na tentativa de encontrar o foco para conseguir enxergar, a criança acaba apresentando o desalinhamento do olho para dentro. Portanto, o estrabismo acomodativo é convergente, já que o desvio ocorre em direção ao nariz. Em geral, o estrabismo acomodativo costuma aparecer por volta do primeiro ou segundo ano de vida”, explica Dra. Marcela.

Um pouco mais sobre a hipermetropia

Para além de entender o estrabismo acomodativo, também é preciso conhecer melhor a hipermetropia. “Na verdade, a maioria dos bebês nasce com uma hipermetropia fisiológica. Por esse motivo, os bebês, até por volta dos 3 meses, apresentam desvios oculares quando tentam enxergar uma imagem mais próxima”, comenta Dra. Marcela.

“Contudo, ao longo do desenvolvimento, essa hipermetropia fisiológica tende a melhorar e a desaparecer na adolescência. Vale ressaltar que na maioria dos casos não é preciso usar óculos. O tratamento só é indicado quando o grau da hipermetropia é alto”, completa a especialista.

De acordo com as diretrizes da Associação Americana de Oftalmologia Pediátrica e Estrabismo (AAPOS), o grau de severidade da hipermetropia varia de acordo com a idade. Em outras palavras, a correção com óculos depende da idade da criança e do grau que ela apresenta.

Adicionalmente, a hipermetropia aumenta o risco de a criança desenvolver a ambliopia, popularmente conhecida como “olho preguiçoso”. Portanto, é sempre importante levar a criança para consultas de rotina com um oftalmologista infantil.

O que é um grau alto de hipermetropia?

A classificação da AAPOS considera as seguintes medidas do grau para tratamento:

  • 12 a 30 meses – grau maior que +4,5
  • 2,5 a 4 anos – maior que +4,0 (considerado um fator de risco para ambliopia)
  • A partir dos 5 anos- mais de +3,5 dioptrias (considerado um fator de risco de ambliopia)

Tratamento do estrabismo acomodativo – O que você precisa saber

Então, agora vamos falar sobre o tratamento do estrabismo acomodativo. Acima de tudo, é fundamental entender que o desvio ocular não se deve a problemas nos músculos oculomotores, como nos demais tipos de estrabismo.

“Ou seja, o desvio do olho ocorre por um problema na acomodação para o foco de perto. Por esse motivo, o uso de óculos para corrigir o grau da hipermetropia é suficiente para corrigir também o desvio do olho. Portanto, o uso de óculos é suficiente para alinhar o eixo ocular”, aponta Dra. Marcela.

Por outro lado, há casos em que mesmo usando óculos, o desvio ocular permanece. Desse modo, é possível avaliar se, nesses casos, a cirurgia para correção do estrabismo pode ser necessária. Em caso positivo, o ideal é operar ainda na infância.

Tratamento do estrabismo acomodativo na vida adulta

O estrabismo é uma condição que se desenvolve na infância, na maioria dos casos. Como o estrabismo acomodativo tem relação com a hipermetropia, na vida adulta é possível avaliar se o paciente é candidato à cirurgia refrativa. Portanto, ao corrigir cirurgicamente a hipermetropia, o desvio do olho tende a sumir. A cirurgia refrativa só pode ser feita a partir dos 18 anos.

Estrabismo acomodativo e ambliopia – O que você precisa saber

“O estrabismo é responsável por cerca de metade dos casos de ambliopia. Portanto, muitas crianças estrábicas podem precisar usar o tampão, para incentivar o desenvolvimento do olho afetado. No estrabismo acomodativo também pode ser preciso usar o tampão para prevenir ou tratar a ambliopia”, conta Dra. Marcela.

“Apesar de o tratamento do estrabismo acomodativo ser relativamente tranquilo, com uso de óculos, é crucial que os pais procurem o quanto antes um oftalmologista infantil para o diagnóstico e abordagem terapêutica. A visão se desenvolve na infância e é crucial para o desenvolvimento global da criança. O tratamento pode prevenir a ambliopia ou ainda podemos tratar a ambliopia, caso ela já esteja instalada”, conclui a especialista.

Leia tudo sobre a Ambliopia aqui.

 

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica em São Paulo, capital.

Para mais informações, ligue para (11) 3846 02 00

Matéria produzida pela jornalista Leda Maria Sangiorgio – MTB 30.714
É expressamente proibida a cópia parcial ou total do material, sob pena da Lei de Direitos Autorais, número 10.695. 

 

 

 

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Astigmatismo em crianças aumentou após a pandemia, diz estudo https://homolog.marcelabarreira.com.br/astigmatismo-em-criancas-aumentou-apos-a-pandemia-diz-estudo/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/astigmatismo-em-criancas-aumentou-apos-a-pandemia-diz-estudo/#respond Wed, 26 Mar 2025 14:53:20 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=3298 O astigmatismo em crianças aumentou após a pandemia. Para além do aumento dos casos, o astigmatismo se tornou mais grave. Essa foi a conclusão de um estudo publicado recentemente, em março de 2025, no JAMA Ophthalmology. O estudo avaliou cerca de 21 mil crianças, com idades entre 6 e 8 anos, de diferentes partes do […]

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O astigmatismo em crianças aumentou após a pandemia. Para além do aumento dos casos, o astigmatismo se tornou mais grave. Essa foi a conclusão de um estudo publicado recentemente, em março de 2025, no JAMA Ophthalmology. O estudo avaliou cerca de 21 mil crianças, com idades entre 6 e 8 anos, de diferentes partes do mundo, entre 2015 e 2023.

Segundo os pesquisadores, houve um aumento de cerca de 34,7% nos casos de astigmatismo em crianças, entre 2022 e 2023. As causas desse aumento não foram totalmente esclarecidas. Mas, o estudo apontou que a maior prevalência do astigmatismo em crianças pode ter relação com a interação de fatores ambientais, alterações no estilo de vida durante a pandemia e alterações fisiológicas da córnea durante o desenvolvimento da visão.

Astigmatismo em crianças – O que você precisa saber

Segundo a oftalmopediatra Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo e Chefe do Serviço de Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS), o astigmatismo é um erro refrativo que dificulta a visão de perto e de longe. Em geral, pode afetar de 15 a 30% das crianças no primeiro ano de vida. Contudo, na maioria dos casos não há necessidade de correção do grau.

“Primeiramente, é importante explicar que o astigmatismo causa embaçamento e distorção da visão, tanto de longe como de perto. Em geral, o astigmatismo pode acontecer devido ao formato irregular da córnea ou do cristalino. O astigmatismo corneano é resultado de uma córnea mais ovalada, que lembra uma bola de futebol americano”, explica Dra. Marcela.

Portanto, quando a córnea sofre essa alteração em sua forma, os raios de luz se espalham na retina, em vez de atingirem apenas um ponto focal. “Como resultado, a imagem fica embaçada e distorcida, tanto para perto quanto para longe. Adicionalmente, é importante dizer que muitas crianças desenvolvem o chamado astigmatismo miópico, ou seja, a criança apresenta tanto a miopia como o astigmatismo”, complementa a especialista.

Miopia e astigmatismo: uma dupla nada perfeita!

Normalmente, o astigmatismo aparece acompanhado de outros erros refrativos. Isso quer dizer que a criança pode ter miopia e astigmatismo, ou astigmatismo e hipermetropia, por exemplo.

“Como a miopia e o astigmatismo causam dificuldade para ver de longe, muitas pessoas podem nem imaginar que possuem os dois erros refrativos. Além disso, quando há um atraso muito grande no diagnóstico do astigmatismo, há um aumento no risco de desenvolver a miopia”, alerta Dra. Marcela.

Existem sinais do astigmatismo em crianças?

Infelizmente, o diagnóstico do astigmatismo não costuma ser muito precoce, na maioria dos casos. Isso porque as crianças não possuem um parâmetro para comparar se estão enxergando bem ou mal. Para além disso, bebês e crianças que ainda não desenvolveram a linguagem também não têm como expressarem ou se queixarem a respeito de dificuldades na visão.

Em contrapartida, existem alguns sinais que podem indicar a presença do astigmatismo ou até mesmo de outros erros refrativos no público infantil. Veja abaixo:

Há alguns sinais que podem sugerir que a presença desses erros refrativos como:

  • Quedas e tropeços frequentes;
  • Dificuldades para praticar esportes;
  • Atrasos motores;
  • Aperto dos olhos, como se estivesse se esforçando para enxergar;
  • Dificuldades escolares, principalmente para ler, escrever, recortar, pintar
  • Para crianças que já desenvolveram a fala, fique atento a queixas sobre dores de cabeça e nos olhos, especialmente no final do dia;
  • Necessidade de ficar muito perto da TV ou das telas para enxergar.

Astigmatismo em crianças – Diagnóstico e Tratamento

Assim como na miopia, os casos de astigmatismo podem ter relação com a genética. Ou seja, filhos de pais com astigmatismo têm maior chance de desenvolver a condição. De qualquer maneira, é imprescindível levar o bebê em seu primeiro ano de vida para uma consulta oftalmológica de rotina. Acima de tudo, é importante esclarecer que é possível identificar erros refrativos em bebês e crianças que ainda não falam.

“Entretanto, o mais comum é diagnosticar o astigmatismo na idade pré-escolar, quando a criança começa a apresentar problemas de aprendizagem ou outras dificuldades nos estudos. É nessa fase também que a criança consegue expressar dificuldades para enxergar”, diz Dra. Marcela.

“O tratamento do astigmatismo é simples, feito com o uso de óculos. Porém, como as crianças crescem, o formato da córnea pode mudar e alterar o grau, para mais ou para menos. Dessa forma, a partir do diagnóstico, é preciso realizar um acompanhamento regular com um oftalmologista infantil”, finaliza a especialista.

Leia aqui sobre como funciona o exame de vista em crianças.

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica na Vila Nova Conceição, zona sul da cidade de São Paulo.

Para mais informações, ligue para  11 3846 0200

Matéria produzida pela jornalista Leda Maria Sangiorgio – MTB 30.714
É expressamente proibida a cópia parcial ou total do material, sob pena da Lei de Direitos Autorais, número 10.695. 

 

O post Astigmatismo em crianças aumentou após a pandemia, diz estudo apareceu primeiro em Referência em Cirurgia de Estrabismo.

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Uso de óculos de grau na infância – Tire suas dúvidas https://homolog.marcelabarreira.com.br/uso-de-oculos-de-grau-na-infancia-tire-suas-duvidas/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/uso-de-oculos-de-grau-na-infancia-tire-suas-duvidas/#respond Thu, 30 Jan 2025 14:39:14 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=3162 Uso de óculos de grau na infância é algo relativamente comum, pois boa parte da população apresenta um dos chamados erros refrativos, como miopia, astigmatismo e hipermetropia. Na maioria dos casos, essas condições surgem na infância ou na adolescência. Para falar um pouco mais sobre o uso de óculos de grau na infância, hoje vamos […]

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Uso de óculos de grau na infância é algo relativamente comum, pois boa parte da população apresenta um dos chamados erros refrativos, como miopia, astigmatismo e hipermetropia. Na maioria dos casos, essas condições surgem na infância ou na adolescência.

Para falar um pouco mais sobre o uso de óculos de grau na infância, hoje vamos entrevistar a oftalmologista infantil, Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo e Chefe do Setor de Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS).

Uso de óculos de grau na infância é crucial para o desenvolvimento da visão

“Primeiramente, é importante saber que a visão se desenvolve fora do útero e se completa por volta dos 7 anos de idade. Sendo assim, condições e doenças oftalmológicas que surgem nessa fase, podem interferir no desenvolvimento visual, com impactos importantes na capacidade de enxergar, por exemplo”, explica a especialista.

“Adicionalmente, durante o desenvolvimento da visão podemos realizar intervenções para minimizar ou eliminar condições que ameacem o sistema visual. Mas, é crucial aproveitar o que chamamos de “janela de oportunidade” para tratar ou corrigir problemas na visão, preferencialmente entre os 2 e 4 anos”, aponta Dra. Marcela.

Portanto, a primeira recomendação é levar o bebê em seu primeiro ano de vida para uma avaliação oftalmológica completa.

Uso de óculos de grau na infância – Tire suas dúvidas

Dra. Marcela, como é possível detectar um erro refrativo em bebês e crianças que ainda não falam?

Sem dúvidas, essa é uma pergunta muito comum no dia a dia do consultório. Atualmente, existem inúmeros recursos para realizarmos o exame oftalmológico no público infantil que ainda não desenvolveu a fala.

Para descobrir se a criança tem algum erro refrativo, usamos o esquiascópio. Trata-se de um dispositivo semelhante a uma régua, com diversas lentes. O exame se chama esquiascopia e, preferencialmente, deve ser feito após a dilatação das pupilas. Quando a criança já fala e sabe identificar imagens ou letras, podemos usar o exame de refração tradicional.

Para além disso, realizamos o teste de acuidade visual em que é preciso ler uma tabela com letras. Para crianças que ainda não sabem ler, usamos desenhos e figuras. Nesse exame, podemos avaliar a capacidade de fixação, além de observar se a criança consegue seguir objetos com os dois olhos.

Quais os erros refrativos mais comuns na infância?

A prevalência dos erros refrativos costuma variar muito, de acordo com inúmeros fatores ambientais, genéticos e geográficos. Contudo, hoje a miopia é a mais comum, seguida do astigmatismo e da hipermetropia. Vale adicionar que em muitas crianças, temos o chamado astigmatismo miópico, que é quando a criança apresenta as duas condições ao mesmo tempo.

Os erros refrativos são hereditários?

Sim, mas nem todos. Em outras palavras, o desenvolvimento de um erro refrativo depende de fatores genéticos e ambientais. Por outro lado, a miopia, por exemplo, tem um importante fator genético. Quando ambos os pais têm miopia, a criança tem um risco de 50% de se tornar míope.

Para além de herdar um erro refrativo, temos síndromes genéticas que influenciam na visão. Na síndrome de Down, por exemplo, temos uma prevalência importante de astigmatismo. Já nos bebês prematuros, podemos observar mais casos de hipermetropia do que nos bebês nascidos a termo.

Por que o uso de óculos de grau na infância é importante? Os pais podem optar por não seguir a prescrição do oftalmologista infantil?

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, bem como de organizações e entidades médicas, os erros refrativos não corrigidos na infância são as principais causas de baixa visão e cegueira na infância. Acima de tudo, precisamos conscientizar os pais que os problemas de visão na infância impactam negativamente no desenvolvimento cognitivo, motor, bem como na aprendizagem.

Adicionalmente, quando não tratamos um erro refrativo, a criança pode desenvolver o olho preguiçoso, chamado de ambliopia. Essa condição pode afetar o desenvolvimento da visão binocular, que na vida adulta pode ser um impeditivo para certas profissões, como piloto de avião, cirurgião, entre outras.

Dessa forma, a decisão sobre o uso de óculos de grau na infância é dos pais. Contudo, o oftalmologista precisa conscientizá-los dos prejuízos de não seguir a prescrição e as recomendações médicas. Por fim, é preciso reforçar que as intervenções precoces aumentam a chance de eliminar ou evitar os problemas visuais mais sérios e, para isso, precisamos tratar antes dos 7 anos de idade.

Como convencer a criança a usar os óculos de grau

Realmente, nem sempre é fácil convencer uma criança de que ela precisa usar óculos de grau. Para ajudar os pais nessa missão, quase impossível, preparamos algumas dicas com a juda da Dra. Marcela Barreira. Confira abaixo

  • Reação positiva e natural – As crianças são sensíveis e percebem as emoções e reações dos pais. Por isso, no momento do diagnóstico, a reação dos pais deve ser o mais natural possível. Afinal, os erros refrativos não são doença, apenas uma característica anatômica dos olhos.
  • Procure expor o lado “positivo” – Caso um dos pais use óculos, a melhor maneira de convencer a criança a usar os seus é fazer a identificação com a causa. Em outras palavras, mostre para a criança que ela vai ficar “igual” ao papai ou a mamãe, ou ainda a colegas, professores e outras pessoas que façam parte do convívio social.
  • Torne o momento de comprar os óculos lúdico – Atualmente, algumas óticas possuem espaços dedicados às crianças. Mesmo que você não encontre esse tipo de estabelecimento, vale à pena inserir a criança na escolha da armação, caso ela tenha idade para isso.
  • Seja persistente – Apesar de bebês e crianças menores aceitarem de maneira mais tranquila, sempre existem as exceções. Sendo assim, quando a rebeldia surgir, a dica é ser persistente e ter uma boa parceria com o oftalmopediatra.

Como escolher o óculos de grau para crianças? Leia nosso artigo sobre o assunto.

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica em São Paulo, capital, na Vila Nova Conceição. 

Para mais informações, ligue para (11) 3846-0200

 

Matéria produzida pela jornalista Leda Maria Sangiorgio – MTB 30.714
É expressamente proibida a cópia parcial ou total do material, sob pena da Lei de Direitos Autorais, número 10.695. 

 

 

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Lentes de contato para crianças exigem cuidados https://homolog.marcelabarreira.com.br/lentes-de-contato-para-criancas-exigem-cuidados/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/lentes-de-contato-para-criancas-exigem-cuidados/#respond Thu, 19 Sep 2024 20:08:38 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2746 As lentes de contato para crianças exigem cuidados, para prevenir problemas como uma infecção na córnea, por exemplo. Mas, você pode estar se perguntando: crianças podem usar lentes de contato? A resposta é sim! Contudo, o uso de lentes de contato na infância deve ser avaliado para crianças maiores de 10 anos de idade. A […]

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As lentes de contato para crianças exigem cuidados, para prevenir problemas como uma infecção na córnea, por exemplo. Mas, você pode estar se perguntando: crianças podem usar lentes de contato?

A resposta é sim! Contudo, o uso de lentes de contato na infância deve ser avaliado para crianças maiores de 10 anos de idade. A razão é que o uso das lentes demanda certa maturidade e autonomia da criança.

Segundo a oftalmopediatra Dra. Marcela Barreira, a autonomia da criança é importante, especialmente nos momentos de colocar e retirar as lentes. “Para além disso, a criança precisa ser capaz de compreender a necessidade de cuidados, como a higiene diária das lentes, limpeza do estojo, importância de não as usar por muito tempo ou durante atividades aquáticas”.

Entretanto, vale ressaltar que os pais sempre devem supervisionar a criança para assegurar as boas práticas no uso das lentes de contato.

Benefícios das lentes de contato na infância

A troca dos óculos pelas lentes de contato pode trazer uma série de benefícios. Quando a criança começa a entrar na pré-puberdade, por volta dos 10 anos, os óculos podem causar situações constrangedoras e até mesmo ser motivo de bullying na escola e outros ambientes sociais

“As lentes de contato para crianças pode contribuir para a autoestima, melhorar a autoconfiança e melhorar as interações socais. Outro benefício importante na infância é permitir que a criança faça alguns esportes com mais segurança, por exemplo”, ressalta Dra. Marcela.

Vale lembrar que existem algumas doenças oftalmológicas, cujo tratamento é o uso de lentes de contato especiais, mesmo em crianças menores ou bebês. Entre essas condições estão

catarata congênita, irregularidades na córnea, ceratocone, estrabismos e anisometropia (grande diferença de grau entre os dois olhos).

Lentes não são isentas de riscos

O número de pessoas que usam lentes de contato em todo o mundo é enorme, dada à comodidade e conveniência desses dispositivos. Entretanto, ao contrário dos óculos, as lentes de contato aumentam o risco de desenvolver algumas condições oftalmológicas, que podem prejudicar a visão ou ainda causar alguns desconfortos.

“As lentes, ao longo do tempo, podem mudar a fisiologia dos olhos. Temos fatores ambientais e físicos interagindo sempre. A córnea é a principal estrutura do olho que pode sofrer alguns problemas decorrentes do mau uso das lentes de contato, como a ceratite, infecção na córnea”, explica Dra. Marcela.

Geralmente, a ceratite é causada pela Acanthamoeba, um protozoário que vive na água doce. A infecção também pode ter origem bacteriana. Quando não tratada a tempo, a ceratite pode evoluir para úlceras na córnea e outros problemas sérios.

Sinais de alerta em crianças que usam lentes de contato

A ceratite, apesar de grave, não é tão comum. De qualquer maneira, os pais devem ficar atentos a alguns sintomas persistentes que as lentes de contato para crianças podem causar. Veja alguns deles.

  • Ardência ocular
  • Coceira
  • Vermelhidão
  • Sensação de areia nos olhos
  • Lacrimejamento em excesso
  • Visão embaçada
  • Dor nos olhos
  • Acúmulo de secreção nos olhos

“No caso de a criança apresentar qualquer um desses sintomas, os pais devem procurar o oftalmopediatra para avaliação. A prescrição de lentes de contato para crianças é uma decisão que deve ser pensada e avaliada junto aos pais, sempre deixando claro os riscos e os benefícios”, finaliza Dra. Marcela.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Qual a diferença entre miopia e astigmatismo? Entenda melhor https://homolog.marcelabarreira.com.br/diferenca-entre-miopia-e-astigmatismo/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/diferenca-entre-miopia-e-astigmatismo/#respond Thu, 11 Apr 2024 14:29:49 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2657 A diferença entre miopia e astigmatismo é que na miopia a dificuldade para enxergar é apenas de longe. Já no astigmatismo, a pessoa apresenta dificuldade para enxergar de perto e de longe.  As duas condições, miopia e astigmatismo, são chamadas de erros refrativos. Hoje, vamos falar um pouco mais sobre a diferença entre a miopia […]

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A diferença entre miopia e astigmatismo é que na miopia a dificuldade para enxergar é apenas de longe. Já no astigmatismo, a pessoa apresenta dificuldade para enxergar de perto e de longe.  As duas condições, miopia e astigmatismo, são chamadas de erros refrativos.

Hoje, vamos falar um pouco mais sobre a diferença entre a miopia e o astigmatismo, bem como a origem destes erros refrativos, sinais, sintomas e tratamento. Para começar, é importante entender o que é um erro de refração.

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, a refração nada mais é do que a forma com que os olhos refletem a luz. As imagens que vemos são formadas a partir da captação da luz. “Os feixes luminosos passam por várias partes dos olhos até chegarem na retina, como córnea, cristalino e pupila. Para a formação de uma imagem nítida, a luz precisa atingir um ponto específico da retina”.

“Porém, algumas alterações anatômicas nas estruturas oculares que participam da refração podem alterar o trajeto da luz. Com isto, surgem os erros refrativos, ou seja, a luz é desviada e não alcança o ponto correto da retina para uma visão nítida”, explica a especialista.

Miopia afeta a visão de longe

A miopia causa dificuldade para enxergar de longe. Normalmente, a miopia resulta de um globo ocular muito alongado, ou ainda de uma córnea muito curvada. “Quando a luz entra num olho míope, o foco se forma na frente da retina em vez de atingir a retina. Vale lembrar que quando a pessoa só tem miopia, enxerga bem de perto e a meia distância, como num computador, por exemplo”, comenta Dra. Marcela.

Os principais sinais da miopia são o embaçamento visual para enxergar de longe, distorção das imagens, dores de cabeça no final do dia, cansaço visual e contração dos olhos no esforço para conseguir enxergar imagens distantes. Em geral, a miopia se desenvolve na infância ou adolescência.

Hoje, o principal fator de risco é o uso excessivo e prolongado dos dispositivos eletrônicos ou ainda de longas horas em atividades que exigem a visão de perto, como leituras e estudos. Outro aspecto é a redução das atividades ao ar livre.

Maioria da população pode ter graus leves de astigmatismo

O astigmatismo é um erro de refração que causa dificuldade para enxergar de perto e de longe. Normalmente, o astigmatismo é resultado de um cristalino ou uma córnea com formato irregular ou cilíndrico. “Nestes casos, a luz atinge vários pontos da retina em vez de atingir o ponto que daria nitidez à visão”, diz Dra. Marcela.

Uma curiosidade é que raramente existem olhos perfeitamente redondos. Com isso, a maioria das pessoas tem algum grau, mesmo que leve, de astigmatismo.

Além da visão embaçada para longe ou para perto, os sintomas de astigmatismo incluem:

  • Dores de cabeça
  • Fadiga ocular
  • Irritação ocular
  • Dificuldade para enxergar a noite
  • Apertar os olhos na tentativa de focar as imagens

Diferença entre miopia e astigmatismo em resumo

A principal diferença entre a miopia e o astigmatismo é que uma pessoa míope tem dificuldade para enxergar de longe e uma pessoa astigmata tem problemas para ver de perto e de longe.

Outra diferença importante é que o astigmatismo ocorre quando o cristalino ou a córnea é irregular ou cilíndrica. A miopia ocorre quando todo o globo ocular é muito longo ou a córnea é muito curvada.Independente da diferença entre a miopia e o astigmatismo, o fato é que o tratamento é o mesmo: o uso de óculos com lentes que irão corrigir o erro de refração.

 Miopia e astigmatismo podem ocorrer ao mesmo tempo?

A resposta é sim! Aliás, o chamado astigmatismo miópico é muito comum, ou seja, quem tem miopia quase sempre tem ou terá algum grau de astigmatismo.

Miopia e astigmatismo podem ser detectados até mesmo em bebês

Os erros refrativos podem ser detectados durante as consultas oftalmológicas de rotina, inclusive em bebês e em crianças que ainda não falam ou não sabem ler. Isto porque existem equipamentos médicos específicos para esta finalidade.

“Um lembrete importante para os pais é que o desenvolvimento visual ocorre na infância. A detecção e a correção da miopia e do astigmatismo assegura não só um bom desenvolvimento da visão, como o próprio desenvolvimento neuropsicomotor da criança. Precisamos lembrar que uma visão boa é essencial para a criança brincar, aprender, praticar esportes e realizar as atividades do dia a dia”, finaliza Dra. Marcela.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Dor de cabeça na infância pode estar relacionada à problemas na visão? https://homolog.marcelabarreira.com.br/dor-de-cabeca-na-infancia-relacionada-a-problemas-na-visao/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/dor-de-cabeca-na-infancia-relacionada-a-problemas-na-visao/#respond Thu, 15 Feb 2024 20:28:04 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2627 Sim, a dor de cabeça na infância pode estar relacionada à problemas na visão. Estima-se que até 30% das queixas de cefaleia em crianças têm origem em erros refrativos não corrigidos, segundo um estudo publicado no Ophthalmic Epidemiology. Os pesquisadores também descobriram que a dor de cabeça estava presente em outras condições como o estrabismo. […]

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Sim, a dor de cabeça na infância pode estar relacionada à problemas na visão. Estima-se que até 30% das queixas de cefaleia em crianças têm origem em erros refrativos não corrigidos, segundo um estudo publicado no Ophthalmic Epidemiology. Os pesquisadores também descobriram que a dor de cabeça estava presente em outras condições como o estrabismo.

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, este tipo de cefaleia ocorre por esforço visual contínuo. “Quando a criança tem miopia, astigmatismo e hipermetropia não corrigidos, acaba fazendo um esforço maior para conseguir focar ou compensar a visão embaçada. Este esforço leva os músculos dos olhos a trabalharem excessivamente. O estiramento contínuo dos músculos, por sua vez, pode levar à tensão muscular que se manifesta como dor de cabeça”.

Em geral, a cefaleia por esforço visual costuma aparecer no final do dia ou depois de atividades como uso de celulares, computadores, leitura e tarefas escolares.

Dor de cabeça relacionada a problemas na visão é diferente de outros tipos de cefaleia

Uma das principais características da dor de cabeça visual é sua localização. “Normalmente, a dor se concentra na testa ou nas têmporas. Outro sinal é a sensibilidade à luz, ou seja, a criança pode se sentir mais incomodada em ambientes com mais luminosidade”, comenta Dra. Marcela.

Outras manifestações que podem ocorrer junto com a cefaleia por esforço visual são:

  • Náuseas
  • Vômitos
  • Olho franzido para conseguir enxergar
  • Desvio ocular
  • Dor no olho
  • Quedas e tropeços frequentes
  • Mau desempenho escolar
  • Lacrimejamento

Dor de cabeça na infância deve ser investigada

A cefaleia não é uma condição muito comum na infância. Geralmente, pode ocorrer em dias mais cansativos, em que a criança brincou ou estudou muito, por exemplo. Mas isto não quer dizer que a dor de cabeça está associada a problemas na visão. “Por outro lado, quando esta queixa é muito frequente e sempre aparece depois de atividades que exigem esforço visual, é importante sim procurar um oftalmologista infantil”, alerta Dra. Marcela.

O uso de óculos para corrigir os erros refrativos costuma ser efetivo na remissão da dor de cabeça por esforço visual. Por outro lado, se a criança ainda apresentar quadros de cefaleia, a recomendação é que os pais procurem um neurologista para descartar outras causas.

Cuide da visão na infância

Os erros refrativos não corrigidos são as principais causas de baixa visão na infância. Por isto, levar a criança regularmente ao oftalmologista infantil é essencial. Mesmo em bebês é possível detectar miopia, astigmatismo e hipermetropia nos exames de rotina.

“Nas fases escolar e pré-escolar as consultas oftalmológicas também são cruciais para garantir o aprendizado, bem como o desenvolvimento de forma global”, finaliza Dra. Marcela.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Exposição à luz solar é importante para prevenir a miopia https://homolog.marcelabarreira.com.br/exposicao-luz-solar-miopia/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/exposicao-luz-solar-miopia/#respond Mon, 04 Sep 2023 14:43:40 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2521 Exposição à luz solar previne a miopia Cada hora de atividades ao ar livre durante o dia pode reduzir em até 13% o risco da criança se tornar míope A exposição à luz solar é fundamental para prevenir a miopia ou ainda para impedir a progressão do grau. Há várias razões que explicam o papel […]

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Exposição à luz solar previne a miopia

Cada hora de atividades ao ar livre durante o dia pode reduzir em até 13% o risco da criança se tornar míope

A exposição à luz solar é fundamental para prevenir a miopia ou ainda para impedir a progressão do grau. Há várias razões que explicam o papel dos raios solares na saúde visual e, especialmente, no combate à miopia.

Ao longo dos anos, diversos estudos identificaram que a dopamina, um dos neurotransmissores mais importantes do corpo humano, é liberada a partir da exposição à luz solar. A substância é um fator de inibição do crescimento do globo ocular e isto é essencial para prevenir a miopia ou ainda para evitar o aumento do grau.

Menos luz solar, maior risco associado à miopia

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, a miopia ocorre quando a pessoa tem uma córnea muito curvada ou ainda um globo ocular muito alongado. As crianças que vivem em ambientes fechados, a maior parte do tempo, recebem menos luz solar.

“A partir disso, pode haver um déficit da dopamina resultando no crescimento ou alongamento do olho. Naquelas que são míopes, o risco é a progressão do grau. Já em crianças que não têm miopia, a chance de desenvolver este erro refrativo aumenta”, comenta a especialista.

Dopamina tem funções importantes na visão

A dopamina tem um papel importante na retina. Ela funciona como um sinal de parada para o crescimento anormal do olho. Além disto, as pesquisas sugerem que a exposição à luz solar tem efeito modulador na liberação da dopamina retiniana.

Um estudo revelou que cada hora adicional de exposição aos raios solares pode reduzir o risco de miopia em até 13%. As bases de evidências fornecidas pelas pesquisas resultaram na recomendação de exposição precoce ao ar livre, entre os 3 e 9 anos para reduzir o risco posterior da miopia, entre os 10 e 15 anos.

Vitamina D e miopia

Outra hipótese levantada por estudos é que a vitamina D pode regular o comprimento e o grau de refração do olho. Portanto, a substância parece ter um efeito protetor na miopia. A exposição aos raios solares ajuda na síntese da vitamina D, portanto este é mais um motivo para aumentar o tempo de atividades ao ar livre.

Combate à miopia depende da mudança de hábitos

Caso a prevalência da miopia continue crescendo, caminharemos para um cenário nada positivo em que cerca de metade da população mundial será míope até 2050.

“Vale reforçar que a predisposição genética da miopia não explica a crescente prevalência mundial em um curto espaço de tempo. As evidências científicas apontam que o uso precoce de aparelhos eletrônicos por crianças muito pequenas, somado à redução de atividades ao ar livre, representam os fatores de risco mais importantes quando se fala de miopia”, diz Dra. Marcela.

A especialista adiciona: “Quanto mais precoce é início da miopia, maior o risco de progressão do grau. A alta miopia, acima de 5 graus, pode acarretar doenças como catarata, glaucoma, descolamento de retina, degeneração macular miópica e perda definitiva da visão”.

Portanto, é mandatório mudar hábitos, como passar muito tempo em locais fechados. A realização de aulas escolares ao ar livre, a incorporação de mais atividades ao ar livre na agenda da família e a redução do tempo gasto nas telas são estratégias simples que podem proteger a visão na infância”, finaliza Dra. Marcela.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Crianças podem usar lentes de contato? https://homolog.marcelabarreira.com.br/criancas-lentes-de-contato/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/criancas-lentes-de-contato/#respond Tue, 13 Sep 2022 15:28:40 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2327 Crianças podem usar lentes de contato, porém a partir dos 10 anos de idade.  Setembro Safira reforça a importância da educação e conscientização sobre o uso das lentes de contato Estamos no Setembro Safira, mês eleito para debater o uso correto das lentes de contato. O tema é muito importante na medida em que muitos […]

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Crianças podem usar lentes de contato, porém a partir dos 10 anos de idade. 

Setembro Safira reforça a importância da educação e conscientização sobre o uso das lentes de contato

Estamos no Setembro Safira, mês eleito para debater o uso correto das lentes de contato. O tema é muito importante na medida em que muitos problemas podem surgir quando o usuário não segue as recomendações do oftalmologista no que diz respeito à higiene, tempo de uso e outros aspectos relacionados às lentes corretivas.

Uma das dúvidas mais comuns é se existe contraindicação das lentes de contato para crianças e adolescentes. A princípio, crianças maiores de 10 anos e adolescentes podem usá-las. Contudo, é preciso muita cautela.

De acordo com a oftalmopediatra Dra. Marcela Barreira, a prescrição de lentes de contato para crianças e adolescentes é uma decisão que deve ser tomada pelo médico junto aos pais.  “O uso de lentes de contato não é isento de riscos. Pelo contrário, exige comprometimento com as recomendações do oftalmologista para o uso responsável nesse público”.

A cautela e o comprometimento são indispensáveis quando o assunto é uso de lentes de contato por crianças. Isso porque um estudo publicado no periódico Pediatrics, apontou que 20% das crianças que passam por consultas de urgência anualmente nos Estados Unidos, apresentam complicações relacionadas às lentes de contato.

Lentes de contato podem causar lesões na córnea

A principal preocupação quando se fala em lentes de contato é a córnea. “A córnea é a camada externa do olho e pode ser comparada a tampa de vidro de um relógio. A pior consequência do mau uso das lentes de contato é a ceratite, inflamação grave da córnea. Quando não tratada ou tardiamente diagnosticada, pode causar danos irreversíveis na visão”, aponta Dra. Marcela.

A falta ou a má higiene das lentes de contato somada ao tempo prolongado de uso são fatores que aumentam de forma considerável o risco da ceratite.

“A ceratite pode ser causada por bactérias, fungos, vírus e pela Acanthamoeba, sendo muito comum em usuários de lentes de contato. Normalmente, esse os micro-organismos aderem às lentes por má limpeza ou em contato com águas contaminadas de piscinas, lagos, rios e até mesmo na água encanada, dependendo da localidade”, diz a médica.

Autonomia

Um dos principais critérios para prescrição de lentes de contato em crianças é o quanto essa criança é independente e o quanto ela compreende o que é responsabilidade.

O oftalmologista precisa considerar a capacidade de autonomia da criança em colocar e remover as lentes. Além disso, é necessário que a criança compreenda a importância de higienizar corretamente as lentes e que respeite o tempo de uso.

“Naturalmente, é mandatório que os pais supervisionem o uso das lentes de contato em crianças e adolescentes. Quanto a idade, dependendo da maturidade da criança, podemos trocar os óculos pelas lentes de contato a partir dos 10 anos”, explica Dra. Marcela.

“Além de todos os cuidados com a colocação e limpeza, crianças que usam lentes de contato precisam ir ao oftalmopediatra com mais frequência para avaliar possíveis alterações e lesões oculares causadas pelas lentes”, alerta a especialista.

Por fim, a decisão de prescrever lentes de contato para o público infanto-juvenil deve ser baseada na necessidade funcional e não somente na estética.

Há benefícios?

Apesar de todos os cuidados e restrições, as lentes de contato podem trazer benefícios como a oportunidade de praticar alguns esportes, melhorar a autoestima e até a acuidade visual, dependendo do tipo de problema ocular que a criança apresenta.

“Em muitos casos as lentes de contato são usadas para doenças que demandam esse tipo de dispositivo como catarata congênita, irregularidades na córnea, ceratocone, estrabismos e anisometropia (grande diferença de grau entre os dois olhos)”, aponta Dra. Marcela.

Quando se preocupar

A partir do momento em que a criança começa a usar lentes de contato, os pais precisam ficar atentos a possíveis sinais e sintomas oculares que podem indicar uma possível inflamação ou lesão na córnea. Também é comum que algumas crianças desenvolvam alergias e irritação nos olhos.

Sinais de Alerta

  • Ardência ocular

  • Coceira

  • Vermelhidão

  • Sensação de areia nos olhos

  • Lacrimejamento em excesso

  • Visão embaçada

  • Dor nos olhos

  • Acúmulo de secreção

No caso de a criança apresentar qualquer um desses sintomas, os pais devem procurar o oftalmopediatra para avaliação.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo.

 A médica atende em seu consultório em São Paulo, na região dos Jardins, bem como realiza alguns atendimentos nas cidades do Rio de Janeiro e Sorocaba.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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