Arquivos óculos em crianças - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/oculos-em-criancas/ Oftalmologista infantil especialista em Estrabismo e Neuro Oftalmologia e, Dra. Marcela Barreira - CRM:159.117 - é formada pela Universidade do Paraná com Fellowship na USP e UNIFESP Wed, 24 Jun 2026 18:00:05 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://homolog.marcelabarreira.com.br/wp-content/uploads/2020/02/icone-100x100.png Arquivos óculos em crianças - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/oculos-em-criancas/ 32 32 Uso de óculos de grau na infância – Tire suas dúvidas https://homolog.marcelabarreira.com.br/uso-de-oculos-de-grau-na-infancia-tire-suas-duvidas/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/uso-de-oculos-de-grau-na-infancia-tire-suas-duvidas/#respond Thu, 30 Jan 2025 14:39:14 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=3162 Uso de óculos de grau na infância é algo relativamente comum, pois boa parte da população apresenta um dos chamados erros refrativos, como miopia, astigmatismo e hipermetropia. Na maioria dos casos, essas condições surgem na infância ou na adolescência. Para falar um pouco mais sobre o uso de óculos de grau na infância, hoje vamos […]

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Uso de óculos de grau na infância é algo relativamente comum, pois boa parte da população apresenta um dos chamados erros refrativos, como miopia, astigmatismo e hipermetropia. Na maioria dos casos, essas condições surgem na infância ou na adolescência.

Para falar um pouco mais sobre o uso de óculos de grau na infância, hoje vamos entrevistar a oftalmologista infantil, Dra. Marcela Barreira, especialista em estrabismo e Chefe do Setor de Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS).

Uso de óculos de grau na infância é crucial para o desenvolvimento da visão

“Primeiramente, é importante saber que a visão se desenvolve fora do útero e se completa por volta dos 7 anos de idade. Sendo assim, condições e doenças oftalmológicas que surgem nessa fase, podem interferir no desenvolvimento visual, com impactos importantes na capacidade de enxergar, por exemplo”, explica a especialista.

“Adicionalmente, durante o desenvolvimento da visão podemos realizar intervenções para minimizar ou eliminar condições que ameacem o sistema visual. Mas, é crucial aproveitar o que chamamos de “janela de oportunidade” para tratar ou corrigir problemas na visão, preferencialmente entre os 2 e 4 anos”, aponta Dra. Marcela.

Portanto, a primeira recomendação é levar o bebê em seu primeiro ano de vida para uma avaliação oftalmológica completa.

Uso de óculos de grau na infância – Tire suas dúvidas

Dra. Marcela, como é possível detectar um erro refrativo em bebês e crianças que ainda não falam?

Sem dúvidas, essa é uma pergunta muito comum no dia a dia do consultório. Atualmente, existem inúmeros recursos para realizarmos o exame oftalmológico no público infantil que ainda não desenvolveu a fala.

Para descobrir se a criança tem algum erro refrativo, usamos o esquiascópio. Trata-se de um dispositivo semelhante a uma régua, com diversas lentes. O exame se chama esquiascopia e, preferencialmente, deve ser feito após a dilatação das pupilas. Quando a criança já fala e sabe identificar imagens ou letras, podemos usar o exame de refração tradicional.

Para além disso, realizamos o teste de acuidade visual em que é preciso ler uma tabela com letras. Para crianças que ainda não sabem ler, usamos desenhos e figuras. Nesse exame, podemos avaliar a capacidade de fixação, além de observar se a criança consegue seguir objetos com os dois olhos.

Quais os erros refrativos mais comuns na infância?

A prevalência dos erros refrativos costuma variar muito, de acordo com inúmeros fatores ambientais, genéticos e geográficos. Contudo, hoje a miopia é a mais comum, seguida do astigmatismo e da hipermetropia. Vale adicionar que em muitas crianças, temos o chamado astigmatismo miópico, que é quando a criança apresenta as duas condições ao mesmo tempo.

Os erros refrativos são hereditários?

Sim, mas nem todos. Em outras palavras, o desenvolvimento de um erro refrativo depende de fatores genéticos e ambientais. Por outro lado, a miopia, por exemplo, tem um importante fator genético. Quando ambos os pais têm miopia, a criança tem um risco de 50% de se tornar míope.

Para além de herdar um erro refrativo, temos síndromes genéticas que influenciam na visão. Na síndrome de Down, por exemplo, temos uma prevalência importante de astigmatismo. Já nos bebês prematuros, podemos observar mais casos de hipermetropia do que nos bebês nascidos a termo.

Por que o uso de óculos de grau na infância é importante? Os pais podem optar por não seguir a prescrição do oftalmologista infantil?

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, bem como de organizações e entidades médicas, os erros refrativos não corrigidos na infância são as principais causas de baixa visão e cegueira na infância. Acima de tudo, precisamos conscientizar os pais que os problemas de visão na infância impactam negativamente no desenvolvimento cognitivo, motor, bem como na aprendizagem.

Adicionalmente, quando não tratamos um erro refrativo, a criança pode desenvolver o olho preguiçoso, chamado de ambliopia. Essa condição pode afetar o desenvolvimento da visão binocular, que na vida adulta pode ser um impeditivo para certas profissões, como piloto de avião, cirurgião, entre outras.

Dessa forma, a decisão sobre o uso de óculos de grau na infância é dos pais. Contudo, o oftalmologista precisa conscientizá-los dos prejuízos de não seguir a prescrição e as recomendações médicas. Por fim, é preciso reforçar que as intervenções precoces aumentam a chance de eliminar ou evitar os problemas visuais mais sérios e, para isso, precisamos tratar antes dos 7 anos de idade.

Como convencer a criança a usar os óculos de grau

Realmente, nem sempre é fácil convencer uma criança de que ela precisa usar óculos de grau. Para ajudar os pais nessa missão, quase impossível, preparamos algumas dicas com a juda da Dra. Marcela Barreira. Confira abaixo

  • Reação positiva e natural – As crianças são sensíveis e percebem as emoções e reações dos pais. Por isso, no momento do diagnóstico, a reação dos pais deve ser o mais natural possível. Afinal, os erros refrativos não são doença, apenas uma característica anatômica dos olhos.
  • Procure expor o lado “positivo” – Caso um dos pais use óculos, a melhor maneira de convencer a criança a usar os seus é fazer a identificação com a causa. Em outras palavras, mostre para a criança que ela vai ficar “igual” ao papai ou a mamãe, ou ainda a colegas, professores e outras pessoas que façam parte do convívio social.
  • Torne o momento de comprar os óculos lúdico – Atualmente, algumas óticas possuem espaços dedicados às crianças. Mesmo que você não encontre esse tipo de estabelecimento, vale à pena inserir a criança na escolha da armação, caso ela tenha idade para isso.
  • Seja persistente – Apesar de bebês e crianças menores aceitarem de maneira mais tranquila, sempre existem as exceções. Sendo assim, quando a rebeldia surgir, a dica é ser persistente e ter uma boa parceria com o oftalmopediatra.

Como escolher o óculos de grau para crianças? Leia nosso artigo sobre o assunto.

Dra. Marcela Barreira é  oftalmopediatra, especialista em estrabismo e neuroftalmologista. 

 O consultório fica em São Paulo, capital, na Vila Nova Conceição. 

Para mais informações, ligue para (11) 3846-0200

 

Matéria produzida pela jornalista Leda Maria Sangiorgio – MTB 30.714
É expressamente proibida a cópia parcial ou total do material, sob pena da Lei de Direitos Autorais, número 10.695. 

 

 

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Miopia na infância – O que os pais precisam saber https://homolog.marcelabarreira.com.br/miopia-na-infancia/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/miopia-na-infancia/#respond Wed, 05 Apr 2023 13:40:10 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2444 A miopia na infância é cada vez mais frequente Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) até 2050, metade da população mundial será míope. No Brasil, o Ministério da Saúde estima que 35 milhões de pessoas são míopes. Miopia na infância só aumenta A miopia na infância tem crescido cada vez mais em todo o […]

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A miopia na infância é cada vez mais frequente

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) até 2050, metade da população mundial será míope. No Brasil, o Ministério da Saúde estima que 35 milhões de pessoas são míopes.

Miopia na infância só aumenta

A miopia na infância tem crescido cada vez mais em todo o mundo. Segundo um estudo publicado no Journal of the American Medical Association, em 2020 a chance de uma criança desenvolver miopia era três vezes maior do que nos cinco anos anteriores.

O aumento dos casos de miopia nos últimos anos está relacionado, principalmente, às mudanças no estilo de vida. Os dois principais fatores de risco são o uso excessivo e prolongado das telas e a redução das atividades ao ar livre.

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, a miopia ocorre quando a pessoa tem uma córnea muito curvada ou ainda um globo ocular muito alongado. “Essas características alteram a trajetória da luz, que não consegue chegar no local correto da retina. Como resultado, a visão de longe perde sua nitidez e se torna embaçada. A visão de perto no míope é boa, salvo se há presença também de outro erro refrativo, como o astigmatismo”.

Apesar de a miopia na infância ser cada vez mais prevalente na infância, há muitas dúvidas sobre o assunto. Por isso, com a ajuda da Dra. Marcela elaboramos uma lista de 11 perguntas e respostas sobre a miopia. Confira abaixo.

1- A miopia é hereditária?

A melhor resposta é que a miopia pode ser hereditária. Por outro lado, ter casos de miopia na família não é determinante, pois o desenvolvimento desse erro refrativo é uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Porém, filhos de pais míopes tem uma probabilidade de 50% de desenvolver miopia.

O fato é que o uso excessivo e prolongado das telas associado a pouca exposição a luz solar e atividades ao ar livre são os principais fatores ambientais responsáveis pelo aumento dos casos de miopia em crianças ao redor do mundo.

2- Por que o uso de telas aumenta o risco de ter miopia ou de ter aumento do grau?

O uso prolongado e excessivo de celular, tabletes e computadores exige um esforço maior da visão de perto. Esse risco também existe quando a criança passa muitas horas estudando, já que também usa a visão de perto nesses momentos.

3- É verdade que passar mais tempo ao ar livre previne a miopia ou o aumento de grau?

Sim, passar mais tempo ao ar livre e se expor ao sol previne a miopia ou ainda o aumento do grau. A explicação é que a exposição à luz solar estimula a produção da dopamina, neurotransmissor que previne que o olho cresça alongado. A miopia é justamente resultado do alongamento do globo ocular. Esse efeito provoca a distorção do foco de luz que acarreta a dificuldade para enxergar de longe.

O outro benefício das atividades ao ar livre é que essas práticas demandam menos da visão de perto e mais da visão de longe, algo muito importante para prevenir a miopia ou sua progressão.

4- O que é progressão da miopia?

A progressão da miopia nada mais é do que o aumento do grau. Ao longo da vida, podem ocorrer alterações no grau, sem que isso seja algo preocupante.

Contudo, a progressão da miopia pode ameaçar a visão quando a pessoa apresenta graus mais elevados.

A miopia é classificada de acordo com o grau:

  • Miopia leve – 0,25 a -3 graus
  • Miopia moderada- 3,25 graus a 6 graus
  • Miopia alta – maior que -6 graus

A miopia alta corresponde a cerca de 10 a 20% dos casos de miopia em geral. Esse é um número relativamente alto de pacientes que precisam ser acompanhados de perto para prevenir problemas futuros na visão. A miopia progressiva costuma afetar crianças e adolescentes que apresentam aumento importante de grau num período menor que um ano.

5- Por que a progressão da miopia pode ser perigosa?

As crianças com graus moderados e altos de miopia precisam de acompanhamento oftalmológico mais frequente do que àquelas com graus baixos.

Isso porque o aumento do grau da miopia pode causar lesões na retina e no nervo óptico. Essas são estruturas essenciais para a visão, portanto, qualquer dano nessas regiões pode causar perda da visão.

A progressão da miopia pode causar o descolamento de retina devido ao alongamento do globo ocular que deixa a retina mais fina e frágil. Outro resultado dos graus mais altos de miopia é o desenvolvimento do glaucoma que pode causar perda definitiva da visão.

6- Qual a relação da miopia com a ambliopia?

Existem pessoas que podem ter erros refrativos diferentes entre os olhos ou ainda grande diferença de grau, em geral maior que 4 graus, de um olho para o outro. Essa condição leva ao desenvolvimento da chamada ambliopia refrativa que pode ser causada por todos os erros refrativos, ou seja, pela miopia, astigmatismo e hipermetropia.

A diferença de grau ou de tipo de erro refrativo entre os olhos afeta a visão binocular na medida em que o cérebro recebe duas imagens diferentes, uma de cada olho, e não consegue juntá-las em um só.

O olho mais fraco recebe menos sinais visuais. Eventualmente, a capacidade dos olhos de trabalhar juntos diminui e o cérebro suprime ou ignora a imagem do olho mais fraco, causando a ambliopia, mais conhecida pelo termo olho preguiçoso.

7- Por que muitas pessoas com miopia também têm astigmatismo?

A miopia e o astigmatismo podem coexistir. Ou seja, uma pessoa pode ter miopia e astigmatismo ao mesmo tempo. Quando isso ocorre é chamado de astigmatismo miópico.

A miopia causa dificuldades para enxergar de longe. Já o astigmatismo causa dificuldade para ver de longe e de perto. Muitas pessoas podem nem imaginar que possuem os dois erros refrativos ao mesmo tempo. Quem tem o astigmatismo miópico não consegue enxergar com nitidez, especialmente em distâncias maiores. A visão fica distorcida e borrada.

8- É possível diagnosticar miopia em bebês e em crianças que ainda não falam?

Muitos pais desconhecem que o exame visual pode ser feito em bebês e crianças que ainda não sabem nem falar e nem ler. Isso graças a equipamentos especialmente feitos para o exame oftalmológico nessa faixa etária.

O exame que detecta a presença de miopia, astigmatismo ou hipermetropia em bebês e em crianças se chama esquiascopia.

O aparelho usado se chama esquiascópio e lembra uma régua, com diversas lentes. Esse exame pode ser feito com ou sem dilatação das pupilas. Entretanto, a dilatação é importante para determinar com mais precisão os erros refrativos.

Para tranquilizar os pais de primeira viagem, é importante dizer que embora os colírios causem um leve desconforto no início, é uma sensação suportável e passageira.

9- Por que a maioria das crianças com miopia só recebe o diagnóstico na idade pré-escolar e escolar?

Normalmente os erros refrativos costumam ser detectados quando a criança vai para a escola. O acompanhamento oftalmológico no primeiro ano de vida é importante, mas ainda não é uma realidade no Brasil.

Outra razão para o atraso no diagnóstico da miopia é que bebês e crianças pequenas não têm um parâmetro para dizer se estão enxergando bem ou mal.

Já na fase pré-escolar e escolar a demanda pela visão é maior. Em muitos casos, a criança começa a ter problemas na aprendizagem e isso acaba culminando na busca de ajuda do pediatra que pode encaminhar a criança para uma consulta oftalmológica.

10- Existem sinais que podem indicar que a criança tem miopia?

Ainda que bebês e crianças menores não reclamem da visão, há sinais que podem ajudar os pais a perceberem problemas visuais como:

  • Coçar muito os olhos, sem outra causa (alergia, conjuntivite etc.)
  • Sensibilidade a luz
  • Ficar perto da TV quando assiste a algum desenho ou trazer o tablet ou celular para muito perto do rosto
  • Tropeços e quedas frequentes

Nas crianças maiores, a dica é prestar atenção nas seguintes manifestações:

  • Dor de cabeça recorrente, principalmente no final do dia ou logo após atividades escolares
  • Aumento da frequência das piscadas
  • Aperto das pálpebras para conseguir enxergar
  • Ver TV ou usar outros dispositivos eletrônicos com o rosto aproximado desses objetos
  • Dificuldades de aprendizagem
  • Tropeços e quedas frequentes
  • Dificuldades em esportes
  • Coceira ocular

11- Como é o tratamento da miopia na infância?

O tratamento da miopia na infância é realizado por meio do uso de óculos com lentes corretivas. A maioria das crianças se adapta aos óculos. As crianças maiores que já conseguem se responsabilizar pela higiene podem optar pelas lentes de contato, mas não é o ideal.

A cirurgia refrativa que corrige o grau de forma definitiva só pode ser feita em pessoas acima dos 18 anos, sem outras contraindicações. A explicação é que o olho cresce juntamente com as outras partes do corpo e o crescimento do globo ocular pode alterar o grau.

12- Como prevenir a miopia na infância?

A prevenção da miopia é simples e se faz por meio da mudança de hábitos e de cuidados médicos.

A primeira atitude é levar o bebê em seu primeiro ano de vida para uma consulta com o oftalmopediatra e realizar consultas periódicas ao longo dos primeiros anos de vida e, especialmente, na fase pré-escolar.

Os pais que são míopes e astigmatas precisam ficar mais atentos e evitar a exposição da crianças aos fatores ambientais que podem causar o desenvolvimento da miopia. Mas isso também deve ser feito nas famílias que não têm histórico da miopia.

Regras para telas

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatra (SBP) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), as recomendações de tempo de uso de dispositivos são:

  • Crianças de até 2 anos de idade não devem ser expostas a telas, de nenhuma maneira
  • Entre 2 e 5 anos, o uso de telas não deve ultrapassar 1 hora por dia
  • Crianças de 6 a 10 anos podem usar os dispositivos eletrônicos até 2 horas por dia
  • Para a faixa etária 11 a 18 anos, o uso deve ser limitado a 3 horas por dia

Aumento de atividades ao ar livre/exposição solar

A luz do sol é essencial para prevenir o alongamento do globo ocular, algo que pode causar a miopia ou aumentar o grau.

Dessa maneira, é preciso aumentar a exposição das crianças à luz do sol. Isso pode ser feito de várias formas. Mas é importante dizer que a recomendação é que as atividades ao ar livre sejam feitas todos os dias.

Outro benefício de atividades esportivas ou de lazer em espaços abertos é o descanso para a visão de perto e o uso da visão de longe.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo.

 A médica atende em seu consultório em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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