Arquivos rinite - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/rinite/ Oftalmologista infantil especialista em Estrabismo e Neuro Oftalmologia e, Dra. Marcela Barreira - CRM:159.117 - é formada pela Universidade do Paraná com Fellowship na USP e UNIFESP Wed, 24 Jun 2026 14:34:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://homolog.marcelabarreira.com.br/wp-content/uploads/2020/02/icone-100x100.png Arquivos rinite - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/rinite/ 32 32 Sintomas da conjuntivite alérgica em crianças https://homolog.marcelabarreira.com.br/sintomas-conjuntivite-alergica-criancas/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/sintomas-conjuntivite-alergica-criancas/#respond Wed, 27 Mar 2024 13:55:33 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2650 Os sintomas da conjuntivite alérgica em crianças não diferem muito das manifestações na população em geral. De qualquer maneira, podem ser bastante incômodos e afetam a qualidade de vida na infância. Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra e especialista em estrabismo, os principais sintomas da conjuntivite alérgica em crianças são coceira intensa nos olhos, vermelhidão na […]

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Os sintomas da conjuntivite alérgica em crianças não diferem muito das manifestações na população em geral. De qualquer maneira, podem ser bastante incômodos e afetam a qualidade de vida na infância.

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra e especialista em estrabismo, os principais sintomas da conjuntivite alérgica em crianças são coceira intensa nos olhos, vermelhidão na parte branca dos olhos (esclera), lacrimejamento, inchaço nas pálpebras, quemose (inchaço na conjuntiva) e acúmulo de secreção esbranquiçada nos olhos.

“Contudo, vale esclarecer que existem alguns tipos de conjuntivite alérgica, que variam de acordo o tipo de reação do sistema imunológico. Por este motivo, os sintomas podem se manifestar de forma distinta de paciente para paciente”, comenta a médica.

Proteção em excesso

Antes de falarmos mais sobre a conjuntivite alérgica, é importante entender o mecanismo por trás das reações alérgicas. O sistema imunológico é essencial para defender o corpo da invasão de vírus, bactérias e outros agentes. Esta defesa ocorre por meio de reações imunológicas que produzem os anticorpos que combatem os invasores.

Entretanto, algumas pessoas apresentam uma reação imunológica excessiva, chamada de hipersensibilidade. Quando isto ocorre, ao invés de ajudar, a resposta imune pode causar prejuízos no organismo, como a conjuntivite alérgica. Há quatro tipos de hipersensibilidade, sendo a tipo I e a tipo IV as que estão envolvidas nas alergias oculares.

Rinite é fator de risco para conjuntivite alérgica

A conjuntivite alérgica quase sempre está relacionada a outros problemas respiratórios, como rinite e sinusite, por exemplo. Estima-se que 30% das crianças alérgicas apresentam conjuntivite alérgica, bem como têm um risco aumentado para desenvolver episódios recorrentes da doença.

“A conjuntivite alérgica ocorre com uma resposta imediata do organismo ao contato com um alérgeno. A criança brinca com um gato, por exemplo, e em seguida começa a apresentar espirros, coceira no olho e os demais sintomas. Outros agentes alérgenos são: poeira, ácaros, odores, poluição, entre outros”, comenta Dra. Marcela.

As mudanças climáticas também estão associadas à conjuntivite alérgica. “Com a entrada do outono, os casos se intensificam devido a alterações na imunidade e maior presença de agentes alérgenos, como ácaros, suspensos no ar. O nome usado para este tipo de alergia é conjuntivite alérgica sazonal”, conta a especialista.

Vale lembrar que produtos químicos também podem desencadear a conjuntivite alérgica, como esmaltes, perfumes, cremes, cloro de piscina etc.

Sintomas da conjuntivite alérgica em crianças são diferentes da forma infecciosa

Como já dissemos acima, os sintomas da conjuntivite alérgica em crianças podem afetar bastante a qualidade de vida. Vamos lembrar quais são?

  • Coceira intensa nos olhos

  • Vermelhidão na parte branca dos olhos (esclera)

  • Inchaço na conjuntiva (quemose)

  • Lacrimejamento

  • Secreção esbranquiçada

Um alerta importante é saber diferenciar os sintomas da conjuntivite alérgica das formas infecciosas da doença. A coceira é um sintoma bem típico da forma alérgica, enquanto nas conjuntivites infecciosas o que mais chama atenção é a ardência.

Para além disto, a forma alérgica dura semanas e as infecciosas se resolvem em menos tempo. Por fim, a secreção purulenta e em abundância é peculiar na conjuntivite infecciosa. Na conjuntivite alérgica a secreção é mais esbranquiçada.

O que fazer ao notar sintomas da conjuntivite alérgica em crianças?

Em alguns casos, a conjuntivite alérgica desaparece com o uso de antialérgicos, compressas de água fria e colírios lubrificantes. Naturalmente, é importante afastar a criança do agente que causou a reação alérgica. Caso os sintomas persistam, o ideal é procurar o oftalmopediatra.

“Em contrapartida, há crianças que apresentam quadros crônicos de alergia ocular e, nesses pacientes, o tratamento pode envolver o uso de corticoides e outros medicamentos”, finaliza Dra. Marcela.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Conjuntivite alérgica em crianças – Tudo que você precisa saber https://homolog.marcelabarreira.com.br/conjuntivite-alergica-em-criancas/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/conjuntivite-alergica-em-criancas/#respond Fri, 24 Mar 2023 14:32:47 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2437 Conjuntivite alérgica está presente em cerca de 30% das crianças com outras alergias como rinite e asma Segundo estudo da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) casos de alergia ocular em crianças e adolescentes tem aumentado no mundo todo Os casos de alergia ocular em crianças e adolescentes tem aumentado em todo o mundo. Entre […]

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Conjuntivite alérgica está presente em cerca de 30% das crianças com outras alergias como rinite e asma

Segundo estudo da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) casos de alergia ocular em crianças e adolescentes tem aumentado no mundo todo

Os casos de alergia ocular em crianças e adolescentes tem aumentado em todo o mundo. Entre os fatores responsáveis por esse aumento estão a predisposição genética associada aos fatores ambientais como alimentação cada vez mais industrializada, poluição e contato frequente com alérgenos.

Dados da SBOP indicam que a alergia ocular (associada ou não aos quadros alérgicos) atinge de 15 a 28% das crianças e adolescentes no Brasil. Outro dado que chama a atenção é que cerca de 44% das crianças e adolescentes até os 14 anos com asma apresentam sintomas oculares, mas apenas um terço recebe o diagnóstico de conjuntivite alérgica.

A conclusão dos pesquisadores é que existe um subdiagnóstico da doença, algo que é preocupante. Isso porque a alergia ocular crônica sem tratamento aumenta o risco do desenvolvimento de problemas de visão mais graves, como lesões na córnea e ceratocone.

Conjuntivite alérgica em crianças é marcada por intensa coceira ocular

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, a conjuntivite alérgica do tipo sazonal e/ou perene é a forma mais prevalente da doença. No tipo sazonal os sintomas duram menos de 4 semanas. Já na perene há persistência das manifestações por mais de 4 semanas.

“A coceira e a vermelhidão são os sintomas mais comuns da conjuntivite alérgica. A criança também pode apresentar lacrimejamento, inchaço nas pálpebras, na conjuntiva (quemose) e acúmulo de secreção esbranquiçada nos olhos”, acrescenta a médica.

Existe outro tipo de alergia ocular, a ceratoconjuntivite primaveril. “Essa é a forma mais rara, porém mais grave de conjuntivite alérgica. Cerca de 80% dos casos ocorrem em crianças menores de 10 anos. Temos ainda a alergia ocular de contato que se desencadeia após contato com alérgenos, principalmente com substâncias químicas”, aponta Dra. Marcela.

Conjuntivite alérgica: Diagnóstico e Tratamento

“Realmente é muito comum que crianças atópicas, ou seja, com alergias como rinite, asma e dermatite atópica, desenvolvam quadros de conjuntivite alérgica com frequência ao longo da infância e adolescência. Entretanto, a tendência com o passar dos anos é de melhora, mas sempre é preciso acompanhar quando as alergias são crônicas e frequentes”, afirma a oftalmologista infantil.

O tratamento medicamentoso depende do tipo de conjuntivite, da duração dos sintomas e de outros fatores. Por outro lado, há medidas não farmacológicas essenciais para o controle dos sintomas. Um deles é afastar a criança dos alérgenos que podem desencadear os quadros alérgicos como poeira, poluição, pelos de animais etc.

“O uso de compressas frias e de lágrimas artificiais durante as crises também podem ajudar a aliviar os sintomas. Uma dica para os pais é providenciar óculos de sol com lentes UVA/UVB para prevenir o contato com substâncias que podem causar alergia e para melhorar a sensibilidade à luz, que também é uma das manifestações da conjuntivite alérgica”, comenta Dra. Marcela.

Quando a coceira no olho pode virar motivo de preocupação

A alergia ocular pode afetar qualquer pessoa, em qualquer idade. Entretanto, os pais de crianças atópicas devem ficar atentos aos sintomas persistentes da alergia ocular.

“Muitas vezes os pais podem pensar que coçar os olhos é apenas um hábito da criança, quando na verdade já é uma manifestação de um quando crônico de conjuntivite alérgica. Portanto, estamos falando de um grupo que tem um risco bastante aumentado. Nesses casos é imprescindível levar a criança para uma consulta com um oftalmologista infantil”, alerta a especialista.

Já em crianças que não possuem nenhum tipo de alergia, o ideal é ficar atento à frequência e à persistência da coceira e da vermelhidão. Isso porque a alergia ocular também pode ser desencadeada pelo contato com produtos químicos e outras substâncias. “

Finalmente, existe também a possibilidade dessas manifestações indicarem uma conjuntivite infecciosa. Por isso, a dica final é sempre buscar ajuda médica especializada”, finaliza Dra. Marcela.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo.

 A médica atende em seu consultório em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

 

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O que é conjuntivite alérgica? Quais os sintomas? Como tratar? https://homolog.marcelabarreira.com.br/o-que-e-conjuntivite-alergica/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/o-que-e-conjuntivite-alergica/#respond Mon, 28 Mar 2022 13:37:47 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2230 Afinal, o que é conjuntivite alérgica? Será que é diferente da conjuntivite causada por vírus e bactérias? A conjuntivite alérgica é a inflamação da conjuntiva, tecido que reveste o globo ocular. Contudo, antes de falarmos mais sobre essa condição, é importante dizer que a conjuntivite alérgica é mais comum no outono e inverno. Você sabe […]

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Afinal, o que é conjuntivite alérgica? Será que é diferente da conjuntivite causada por vírus e bactérias?

A conjuntivite alérgica é a inflamação da conjuntiva, tecido que reveste o globo ocular. Contudo, antes de falarmos mais sobre essa condição, é importante dizer que a conjuntivite alérgica é mais comum no outono e inverno.

Você sabe o porquê?

A princípio, a conjuntivite alérgica é mais prevalente em crianças atópicas, ou seja, nas crianças alérgicas.

As crianças que têm rinite, sinusite, asma, dermatite e bronquite, por exemplo, têm mais predisposição a desenvolver quadros alérgicos do que as crianças sem essas condições.

Nos meses de outono e inverno, há uma maior concentração de poeira, ácaros e outros agentes alérgenos que aumentam o risco de ter conjuntivite alérgica.

A conjuntivite alérgica está ligada aos problemas respiratórios?

Com vimos, a conjuntivite alérgica está relacionada aos problemas respiratórios e aos quadros de alergia, em geral.

Por que a conjuntivite alérgica é mais comum nos meses mais frios do ano?

As mudanças climáticas causam alterações na imunidade das crianças. Por isso, o inverno é o principal desencadeador da conjuntivite alérgica.

Os atópicos, ou seja, pessoas que são alérgicas, apresentam risco aumentado para a conjuntivite alérgica, que pode ser desencadeada também por outros alérgenos, como com pó, tapetes, cortinas, cobertores, roupas de lá, bichos de pelúcia.

Quais são os sintomas da conjuntivite alérgica?

Frequentemente, os pais podem confundir os sintomas de uma conjuntivite alérgica com outros tipos da doença, como àquelas causadas por vírus e bactérias.

Dessa maneira, vamos falar sobre os principais sintomas da conjuntivite alérgica, que são diferentes daqueles manifestados nas conjuntivites infecciosas.

São eles:

  • Coceira intensa

  • Lacrimejamento

  • Olhos vermelhos

  • Não deixa os olhos grudados

  • A secreção é mais esbranquiçada (quando comparada à secreção das outras conjuntivites)

  • Pode durar semanas ou meses

Como é o diagnóstico?

Caso seu (sua) filho (a) apresente uma coceira constante nos olhos, juntamente com vermelhidão ocular e lacrimejamento, é preciso procurar um oftalmologista infantil.

Qual é o tratamento?

Como a conjuntivite alérgica não é causada por vírus e nem bactérias, não é preciso usar colírios para eliminar esses micro-organismos.

Por outro lado, o oftalmopediatra pode prescrever colírios para reduzir a inflamação no olho. Além disso, será preciso tratar o quadro alérgico de base junto ao pediatra ou médico alergologista.

Geralmente, são utilizados dois medicamentos para tratar os casos alérgicos: um antialérgico e algum tipo de corticoide em forma de colírio.

Quando a criança tem conjuntivite alérgica crônica é preciso acompanhar regularmente com um oftalmopediatra, além de controlar os fatores que podem desencadear a alergia.

O que os pais podem fazer?

O ideal é evitar o contato da criança com os alérgenos. Bichos de pelúcia, tapetes, roupas de frio que ficaram guardadas, cloro de piscina, perfumes etc.

Em outras palavras, é preciso identificar o que causa alergia na criança e impedir que ela tenha contato com esses objetos, comidas, animais etc.

Vale lembrar que nenhum medicamento deve ser usado nos olhos sem a devida prescrição médica, especialmente quando falamos de colírios.

A Dra. Marcela Barreira é oftalmopediatra, especialista em estrabismo.

A médica atende em sua clínica nos Jardins, na cidade de São Paulo.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768.

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