Arquivos verão - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/verao/ Oftalmologista infantil especialista em Estrabismo e Neuro Oftalmologia e, Dra. Marcela Barreira - CRM:159.117 - é formada pela Universidade do Paraná com Fellowship na USP e UNIFESP Wed, 24 Jun 2026 15:20:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://homolog.marcelabarreira.com.br/wp-content/uploads/2020/02/icone-100x100.png Arquivos verão - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/verao/ 32 32 Crianças precisam de óculos de sol? Como proteger os olhos dos pequenos do sol https://homolog.marcelabarreira.com.br/oculos-de-sol/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/oculos-de-sol/#respond Mon, 19 Dec 2022 19:00:49 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2386 Sim! Crianças precisam de óculos de sol, assim como todas as pessoas que se expõem ao sol, principalmente em atividades ao ar livre e durante o verão. Isso porque é no verão que os raios ultravioletas (UV) ficam mais nocivos, devido à proximidade do Sol com a Terra. Com a chegada das férias escolares e […]

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Sim! Crianças precisam de óculos de sol, assim como todas as pessoas que se expõem ao sol, principalmente em atividades ao ar livre e durante o verão. Isso porque é no verão que os raios ultravioletas (UV) ficam mais nocivos, devido à proximidade do Sol com a Terra.

Com a chegada das férias escolares e recesso de final de ano, é comum os pais se questionarem sobre a necessidade do uso de óculos de sol com proteção UVA/UVB nas crianças.

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, a aceitação do óculos de sol pode ser mais difícil em bebês e crianças muito pequenas. Nesses casos, os pais podem investir em bonés e chapéus. Nos maiores, vale insistir e explicar a importância de proteger os olhos do sol”.

Para além do uso de óculos de sol, há outros cuidados que os pais precisam tomar para prevenir problemas oculares durante as férias de verão.

Com a ajuda da especialista, elencamos alguns desses cuidados. Confira.

1- Protetor solar não deve ser aplicado nas pálpebras

Um erro comum dos pais é aplicar protetor solar nas pálpebras superiores da criança ou muito próximo do olho quando usado nas pálpebras inferiores. O problema, nesses casos, é que mesmo os protetores infantis contêm produtos químicos que não devem entrar em contato com os olhos.

Outro erro é aplicar o protetor solar com a criança molhada ou ainda a criança entrar logo em seguida na água. O risco de a criança passar a mão nos olhos ou ainda do protetor escorrer com a água para os olhos é muito grande.

O que fazer?

  • Use protetor solar facial próprio para crianças e bebês
  • Não aplique nas pálpebras superiores
  • Nas pálpebras inferiores, procure aplicar mais para baixo da margem palpebral
  • Aplique o protetor com a criança seca, 30 minutos antes de entrar na água ou se expor ao sol
  • Invista em óculos de sol com proteção UV
  • Procure convencer a criança a usar boné ou chapéu durante a exposição ao sol

Além do Sol

E por falar em óculos…A prática de atividades aquáticas, mais comum durante as férias de verão, apresenta um perigo muitas vezes ignorado pelos pais: a contaminação por micro-organismos ou ainda irritação e alergia provocados por agentes químicos. Entre os problemas que podem ocorrer estão a conjuntivite infecciosa e a alérgica.

O que fazer?

  • O ideal é a criança usar óculos de natação sempre que for nadar, seja em piscinas, praias ou rios
  • Também é importante que os pais tenham água potável em mãos para lavar os olhos das crianças em caso de contato com o protetor, areia da praia ou água do mar

Cuidados redobrados

Os cuidados com os olhos das crianças nas férias também passa por prevenir acidentes domésticos, algo muito comum quando os pequenos passam mais tempo em casa ou brincando com amigos e familiares.

Alguns brinquedos e brincadeiras podem aumentar o risco de traumas oculares. Entre eles estão espadas, armas com jatos de água, brinquedos com objetos pontudos e até mesmo aquelas bolinhas de borracha. Brincadeiras de luta e jogos com bola também entram nessa conta.

Dessa maneira, é sempre importante ter um adulto supervisionando as brincadeiras. Claro, se possível evite comprar brinquedos que podem causar esse tipo de acidente”, reforça Dra. Marcela.

Plantas e animais

“O maior tempo gasto dentro de casa também aumenta o risco de acidentes com animais e plantas. Há plantas que são pontiagudas e podem causar perfuração no globo ocular. Outras podem ser venenosas e causar irritações e queimaduras nos olhos. Por fim, animais domésticos como cães, gatos e aves podem atacar a criança, mesmo que de forma não intencional”, finaliza Dra. Marcela.

As férias de verão devem ser aproveitadas ao máximo, mas sempre com os cuidados necessários para prevenir acidentes e problemas de saúde, incluindo doenças oculares.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo.

 A médica atende em seu consultório em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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Conjuntivite, terçol e alergia ocular são comuns no verão https://homolog.marcelabarreira.com.br/conjuntivite-tercol-alergia/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/conjuntivite-tercol-alergia/#respond Wed, 14 Dec 2022 17:37:58 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2383 Conjuntivite, terçol e alergia ocular são doenças comuns no verão e atingem, principalmente, as crianças. Há poucos dias do verão, a maioria dos brasileiros já está pronta para curtir as férias. Praia, sol, piscina e atividades ao ar livre fazem a alegria das crianças e dos adultos depois de um ano inteiro de estudo e […]

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Conjuntivite, terçol e alergia ocular são doenças comuns no verão e atingem, principalmente, as crianças.

Há poucos dias do verão, a maioria dos brasileiros já está pronta para curtir as férias. Praia, sol, piscina e atividades ao ar livre fazem a alegria das crianças e dos adultos depois de um ano inteiro de estudo e trabalho.

Mas, apesar de o verão ser a estação preferida pela maioria dos brasileiros, o calor e a umidade são condições perfeitas para a proliferação de micro-organismos, como fungos, bactérias e vírus. Além disso, o cloro usado nas piscinas, o protetor solar e o uso do ar-condicionado são condições que aumentam o risco de algumas doenças oculares, típicas dos meses mais quentes.

Olhos são vulneráveis

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra especialista em estrabismo, o foco dos pais é proteger as crianças do sol e mantê-las hidratadas. Entretanto, há vários aspectos importantes em relação à saúde das crianças na temporada das férias de verão. “Os olhos são extremamente vulneráveis e propensos a lesões e danos causados pelas condições externas, como o clima, alérgenos e agentes químicos. Portanto, é preciso tomar alguns cuidados”.

Vermelhidão ocular frequente é sinal de alerta da conjuntivite

Uma das principais doenças oculares que afetam as crianças é a conjuntivite, cujo principal sintoma é a vermelhidão ocular. “As condições climáticas do verão propiciam que vírus e bactérias se proliferem com maior facilidade. A conjuntivite infecciosa é muito contagiosa. O compartilhamento de itens pessoais, como toalhas e outros objetos, pode ser um meio importante de transmissão da doença.

Os pais devem ficar atentos aos sintomas como vermelhidão ocular, coceira, acúmulo de secreção, lacrimejamento e olhos grudados por essa secreção, que costuma ser mais abundante nas formas infecciosas da conjuntivite.

Irritação e alergia ocular

Outra condição muito comum relacionada ao verão são as alergias e irritações oculares. Em geral, os casos estão associados a produtos químicos usados em piscinas, como o cloro, à água do mar e ao contato com protetores solares. “A criança pode desenvolver uma reação a esses agentes e apresentar vermelhidão, ardência e coceira”, explica Dra. Marcela.

Outras causas para a irritação ocular é que em algumas regiões do Brasil o ar fica mais seco no verão. Essa condição propicia o acúmulo de poluentes no ar. Ambientes com ar-condicionado também deixam o ar mais seco. O resultado dessas condições é a irritação ocular, que pode ser acompanhada de ardência e até mesmo coceira.

Bolinha de pus no olho? Terçol!

Outra doença ocular muito prevalente no verão é o terçol, infecção bacteriana que atinge as pálpebras. O terçol é muito comum na infância, uma vez que as crianças costumam tocar os olhos com as mãos sujas, de forma frequente. Como a umidade e calor aumenta a proliferação das bactérias, o risco de contaminação aumenta no verão.

O principal sinal do terçol é o surgimento de uma bolinha nas margens das pálpebras, acompanhada de vermelhidão, calor local e pus.

Orientações para os pais para prevenir Conjuntivite Terçol e Alergia Ocular

Existem alguns cuidados que os pais podem tomar para prevenir as doenças oculares típicas do verão. Veja algumas dicas

  • A criança deve usar óculos de natação durante as práticas aquáticas para reduzir o contato com os produtos químicos, sal da água do mar e agentes infecciosos

  • Não aplique protetor solar nas pálpebras superiores. O ideal é aplicar o com a criança seca e esperar o produto ser absorvido para reduzir o risco de escorrer para os olhos

  • Mantenha uma garrafa de água potável na praia e na piscina para lavar os olhos da criança quando necessário

  • Não deixe a criança compartilhar itens pessoais com outras crianças e adultos, como toalhas, fronhas, travesseiros etc.

  • Nunca use colírios ou qualquer outro medicamento nos olhos da criança sem a prescrição de um oftalmologista

“Esses cuidados podem ajudar a prevenir algumas condições. Contudo, ao notar os sinais e sintomas mais agudos e persistentes, é preciso consultar um oftalmologista assim que possível, já que as conjuntivites infecciosas não tratadas podem evoluir para uma condição chamada celulite orbitária, que necessita de tratamento imediato”, finaliza Dra. Marcela.

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo.

 A médica atende em seu consultório em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

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