Arquivos vírus - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/virus/ Oftalmologista infantil especialista em Estrabismo e Neuro Oftalmologia e, Dra. Marcela Barreira - CRM:159.117 - é formada pela Universidade do Paraná com Fellowship na USP e UNIFESP Wed, 24 Jun 2026 14:36:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://homolog.marcelabarreira.com.br/wp-content/uploads/2020/02/icone-100x100.png Arquivos vírus - Referência em Cirurgia de Estrabismo https://homolog.marcelabarreira.com.br/tag/virus/ 32 32 O que é molusco contagioso? Quais os sintomas e como tratar https://homolog.marcelabarreira.com.br/o-que-e-molusco-contagioso/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/o-que-e-molusco-contagioso/#respond Thu, 30 Nov 2023 17:48:34 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2588 O molusco contagioso é uma infecção de pele que costuma ser bastante comum na infância. A principal característica é a formação de bolhas rosadas ou esbranquiçadas na pele. Entre os sintomas estão coceira, inflamação e dor nas lesões. Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra e especialista em estrabismo, o molusco contagioso é causado pelo Molluscipoxvirus, pertencente […]

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O molusco contagioso é uma infecção de pele que costuma ser bastante comum na infância. A principal característica é a formação de bolhas rosadas ou esbranquiçadas na pele. Entre os sintomas estão coceira, inflamação e dor nas lesões.

Segundo Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra e especialista em estrabismo, o molusco contagioso é causado pelo Molluscipoxvirus, pertencente ao grupo dos Poxvirus. “Este é um vírus altamente contagioso, que pode ser transmitido pelo contato direto com superfícies contaminadas ou por meio do compartilhamento de objetos de uso pessoal.

“O piso de piscinas e chuveiros de uso comum, por exemplo, é uma superfície em que o vírus pode sobreviver e infectar as crianças. Já o compartilhamento de toalhas, sabonetes e até mesmo brinquedos também favorece a transmissão. Por fim, o clima quente e a umidade são condições perfeitas para a sobrevivência e proliferação do Molluscipoxvirus”, explica.

O doença pode afetar qualquer pessoa, mas costuma ser mais prevalente em crianças imunodeprimidas e naquelas com dermatite atópica.

Molusco contagioso pode se espalhar para a região ocular

Infelizmente, o vírus pode se espalhar para outras áreas do corpo, como a região ocular. “Neste caso, ocorre uma autoinoculação, ou seja, o paciente é responsável por levar o vírus para outras partes do corpo. No caso das crianças, é muito comum que a infecção se espalha para região facial, atingindo a boca e a pele das pálpebras”, alerta Dra. Marcela.

Quando o molusco contagioso atinge as pálpebras, pode causar complicações como a conjuntivite folicular crônica. “As lesões do molusco contagioso liberam toxinas produzidas pelo vírus que causam irritação na conjuntiva. A criança também pode apresentar coceira, vermelhidão e sensação de areia nos olhos. Caso a doença evolua, pode atingir a córnea e causar até mesmo uma infecção bacteriana secundária”, afirma a médica.

Desta forma, a recomendação é levar a criança ao oftalmopediatra quando os pais notarem que as lesões do molusco contagioso atingiram a região ocular”, alerta Dra. Marcela.

Diagnóstico e tratamento

Como o molusco contagioso é uma doença de pele, os pais devem procurar, em primeiro lugar, um dermatologista. O diagnóstico é clínico, ou seja, não é necessário realizar exames para detectar a doença. Felizmente, na maioria dos casos as lesões se resolvem de forma espontânea, mas isto pode demorar de 6 a 12 meses.

Por outro lado, quando o molusco contagioso se desenvolve na pele das pálpebras, é preciso procurar um oftalmologista também. “Em alguns casos, pode ser preciso remover de forma cirúrgica as lesões próximas dos olhos para prevenir complicações”, aponta Dra. Marcela.

Molusco contagioso: Será possível prevenir?

A infecção pelo Molluscipoxvirus é muito comum na infância. Além disto, é de fácil transmissão. Mas, ainda assim, alguns cuidados podem prevenir o desenvolvimento das lesões.

  • O uso de chinelos em piscinas e chuveiros de uso comum, como em clubes, escolas e academias, é obrigatório
  • Oriente a criança a não compartilhar objetos de uso pessoal, sempre que possível
  • Se você tem mais de um filho e um deles está infectado, certifique-se de separar roupa de banho e de cama e não compartilhar nenhum item de uso pessoal entre eles
  • Cubra as lesões com gases e curativos. Isso evita que a criança coce e infecte outras áreas do corpo ou ainda espalhe o vírus para outras pessoas, objetos e superfícies
  • Oriente a criança a lavar as mãos com frequência, além de investir no uso do álcool em gel
  • No período de infecção, também é importante orientar a criança a não coçar ou manipular os olhos, justamente para prevenir a infecção da região ocular

 

Dra. Marcela Barreira é neuroftalmologista, é oftalmopediatra e especialista em estrabismo. 

 O consultório fica em São Paulo, na região dos Jardins.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768

 

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Conjuntivite pode indicar covid-19 nas crianças? https://homolog.marcelabarreira.com.br/conjuntivite-covid/ https://homolog.marcelabarreira.com.br/conjuntivite-covid/#respond Thu, 13 Jan 2022 17:45:44 +0000 https://marcelabarreira.com.br/?p=2190 Estudo apontou que a incidência da conjuntivite em crianças com covid-19 é maior do que em adultos A nova onda da covid-19, provocada pela variante Ômicron, tem afetado as crianças mais do que as anteriores. Um dos sintomas que os pais devem ficar atentos é a conjuntivite. Um estudo publicado no JAMA sugeriu que as […]

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Estudo apontou que a incidência da conjuntivite em crianças com covid-19 é maior do que em adultos

A nova onda da covid-19, provocada pela variante Ômicron, tem afetado as crianças mais do que as anteriores. Um dos sintomas que os pais devem ficar atentos é a conjuntivite. Um estudo publicado no JAMA sugeriu que as crianças podem apresentar sintomas oculares, com a congestão conjuntival, com mais frequência que os adultos.

No estudo, 22% das crianças tinham conjuntivite enquanto apenas de 1% a 3% dos adultos apresentaram sintomas oculares.

Segundo a oftalmopediatra, Dra. Marcela Barreira, embora a conjuntivite não seja muito comum nos casos de covid-19, as observações relatadas desde o início da pandemia podem ajudar na orientação, prevenção e manejo da conjuntivite nas crianças.

“O público infantil costuma levar as mãos aos olhos com mais frequência. Dessa maneira, a contaminação pode ocorrer nesses momentos. Além disso, uma vez infectadas pelo vírus, as crianças podem também transmitir a doença por meio da secreção ocular”, reforça Dra. Marcela.

Nem toda conjuntivite é sinal de covid-19

Por outro lado, a oftalmopediatra explica que nem toda conjuntivite é sinal de covid-19. “No verão, temos um alta nos casos de conjuntivite nas crianças. A principal causa é a contaminação por vírus ou bactérias presentes nas águas de piscinas, praias, cachoeiras e rios. Portanto, é preciso calma e bom senso caso a criança apresente os sintomas da conjuntivite”, aponta.

Olho vermelho é o sintoma mais comum

A conjuntivite pode ser viral, bacteriana ou alérgica. Os sintomas variam de acordo o tipo, mas a vermelhidão está presente em todos os casos.

“A vermelhidão é sinal de inflamação na conjuntiva. Na conjuntivite viral, que pode ser causada pela covid-19, a criança pode reclamar da sensação de ter areia nos olhos, há lacrimejamento e secreção.  Além disso, pode levar até 14 dias para melhorar”.

A conjuntivite bacteriana se difere das outras pelo inchaço e pela secreção purulenta em abundância. Outra diferença é que a duração é menor, com melhora do quadro em uma semana, aproximadamente. Por fim, a conjuntivite alérgica evolui com muita coceira, uma vermelhidão menos acentuada e sem secreção.

Procure seu oftalmopediatra

Caso a criança apresente sintomas da conjuntivite, a orientação é procurar o oftalmopediatra para o diagnóstico e tratamento corretos. Vale ressaltar que os pais não devem usar nenhum tipo de colírio sem a prescrição médica.

“Outra recomendação importante é isolar a criança, pois tanto a conjuntivite viral quanto a bacteriana são altamente contagiosas”, finaliza Dra. Marcela.

Leia mais sobre a conjuntivite aqui no link

A Dra. Marcela Barreira é oftalmopediatra, especialista em estrabismo. A médica atende em sua clínica nos Jardins, na cidade de São Paulo.

Para mais informações, ligue para (11) 3266-2768.

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